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MULHER MELANCIA!

Vicente poeta, meu amigo,
Incertezas passam sempre, pelas
Cabeças de quem escolhem,
Enamorar-se de uma mulher melancia!
Nas suas inquietudes, na sua plenitude...
Tarântula prende, beija, acaricia...

Besteira ficar pensando tanto...
Enquanto tantos vão atentando o juízo dela.
Não queira achar que possa dar conta sozinho,
Elas, mulheres melancias, são assim mesmo,
Difícil de comer sozinho!
Isso mesmo, mulher melancia... Todo mundo quer,
Comer ao menos uma fatia.
Ta, mas o que seria uma mulher melancia?
Olha só, eu lhe digo:

VIVIANE ABREU é uma delas, é aquela que devora
O corpo e alma , pede bis e se der, ela pede outra vez...
Come a gente com os olhos, com os braços, com um só sorriso,
E por mais guloso que sejas...

É incapaz de dar conta sozinho,
Sendo assim, meu amigo, relaxa e goza!
Tantas vezes que for possível.
Até eu quero uma fatia e das grandes, risos...

Faço cortejos, insisto, danço até tango no teto,
Rasgo versos, faço música,
Imperfeita que seja ainda,
Tocarei o coração da musa e acharei,
O caminho da mina!

Te digo tudo isso, porque sei que é difícil,
Agora me fale... Se fosse eu com a
Melancia nos braços, não ia querer um pedaço?
Bobagem dizer que não,
Eu sei, tenho plena consciência disso
Mulher melancia, impossível comer sozinho!

Faz o seguinte, seja mesmo o poeta errante, livre,
O que não quer compromissos,
Isso mesmo, assim fica menos difícil.

Quero alertar do perigo,
Uma, duas, três cantadas como a do Adão, diga não,
Esperto, sei que é capaz de fazer isso,
Retire da cartola, uma carta curinga,
Esfregue-a em cada um dos concorrentes...
Rasgue, destrua rapidinho, todas as possibilidades.

Logo vai ver, que mesmo assim,
Outro e mais outro virá, conquistar a musa,
Guerreira, linda, faceira, gostosa por inteira...
O homem, você sabe, adora isso.

Uma verdadeira máquina de fazer amor,
Mais do que isso...
Avassaladora, um furação que arrasa e fascina.

Mas, mulheres melancias são assim mesmo,
E se isso tudo acontece no verão, ninguém resiste,
Largamos tudo, armamos o bote, abrimos a boca
A espera da língua da serpente,
Na esperança de ser acariciado por seu veneno quente,
Comemos então um bom pedaço, porque como já disse,
Impossível comer por inteira...
Alguma coisa sobrará sempre da mulher melancia!




EU PARTICIPEI DA MARATONA DE ACRÓSTICOS,
VENHA VOCÊ TAMBÉM!



paulo cesar coelho
Enviado por paulo cesar coelho em 10/02/2006
Reeditado em 23/03/2006
Código do texto: T110109

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Sobre o autor
paulo cesar coelho
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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