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BRASILIA

Brasilia, satelite serrana,
Imenso planalto apenas,
Brasilia, somos nós brasileiros?
Libertados ou ainda escravos?
Indefesos de tal natureza
Ou otários perante sua real beleza?
Temos decepções e desenganos,
Entre tantos personagens tiranos,
Cada qual engenhoso politiqueiro
Alvado por onde  trapaça o dinheiro.

Minha cidade longinqua inseparável
Usada por parasitas, péssimos passageiros,
Néscios hospedeiros, cidadãos eleitos,
Incógnitos os projetos, estopim de defeitos,
Carregados de incerteza e de ilusão,
INSS, pasta rosa, reeleição e mensalão,
Pracista enganador típico em sedução,
Alcança o poder insano,
Leva o voto, iludindo o ser humano.

Jovem, adulto, terceira idade piedosa,
Oposição partidária, urna chorosa,
Apedrejam a nossa nação
Organizam as tramas, mas, não o coração.

Vem novamente a esperança, o futuro espera,
Irmanados, se preciso for, viro fêra,
Não duvido da união, sei que és forte,
Temos a consciência, não creio na sorte,
Eu Amo Brasilia, do sul ao norte.

Teremos praças cheias, todas ornamentadas,
Ruas, becos e avenidas, ética fundamental,
Estudantes, "caras-pintadas" se preciso voltam em cena
Sincronizados, humor e ironia em cortejo nacional.
Alci Santos Vivas Amado
Enviado por Alci Santos Vivas Amado em 18/03/2006
Código do texto: T124995

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Sobre o autor
Alci Santos Vivas Amado
Mimoso do Sul - Espírito Santo - Brasil, 71 anos
238 textos (31016 leituras)
2 e-livros (136 leituras)
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Alci Santos Vivas Amado