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JANAÍNA!

Jamais pensei que, assim de repente,
Aparecesse em minha frente,
Na telinha do computador,
A mais linda das musas, morena,
Impar, risonha, felicíssima,
Naquele instante, que a chamei,
Ainda não sabia que era assim, tão linda,

A nossa conversa foi muito boa,

Muito alegre, inteligente a moça,
Ontem, foi um dia muito legal,
Rindo ela dizia que, eu tinha um alto astral,
Eu acho que essa felicidade toda, foi reflexo de como
Naquele instante ela estava radiante, alegre,
Alma cheia de energia, vibrante...

Muitas que por aqui vêm, são simpáticas,
Algumas, vão mais além, tornam-se amigas,
Inda bem, que tem pessoas assim tão lindas,
Sinceras, gostosas de conversar... Teu semblante,

Leve, livre e solto,
Impõe respeito, com naturalidade,
Nesse poema, quero deixar registrado, a saudade
De cada dia, que sentirei no peito, saudade,
Ainda que doa, saudade boa, saudade,

De seus cabelos negros, do sorriso farto, dos
Olhos brilhantes, da pintinha desconcertante, risos

Parece mesmo uma princesa, culta, esguia, assim
Estava a Janaína, na foto naquele dia.
Das coisas que nela mais gostei, foi
A maneira que conduz a vida,
Çomo posso de agora em diante, ficar sem a
Odontóloga Janaína!






Eu estou concorrendo a maratona de ACRÓSTICOS,
vem você também!

paulo cesar coelho
Enviado por paulo cesar coelho em 26/03/2006
Reeditado em 28/03/2006
Código do texto: T128864

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Sobre o autor
paulo cesar coelho
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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paulo cesar coelho

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