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Acróstico XIX

Mesmo que eu tivesse o dom da aurora,
A luz que faz da terra paraíso,
Restaria-me o consolo de agora
Imitar com a luz da aurora o teu sorriso...
Ante a estrela que em teus olhos vive insone
Não há verso que consiga ser preciso
E que cante os acordes do teu nome.

Mora em ti um esplendor iluminado,
Aura clara de manhã plena de cantos
Reluzindo entre o rosa e o dourado,
Influindo entre a magia e o encanto...
Até mesmo a poesia se consome
Na ilusão de traduzir teus dons sagrados
E se cala ante as notas do teu nome.

Minhas sílabas não têm poder igual
Ao que canta em tua voz quando tu falas,
Resplandeces um fascínio musical,
Intimidas a poesia que se cala...
Até mesmo que por louco tu me tomes
Não declino de dizer que um anjo embala
Essas letras que declamam no teu nome.

Vaine Darde
Enviado por Vaine Darde em 13/06/2006
Código do texto: T174525

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Sobre o autor
Vaine Darde
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil
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