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782-Cenário (3) AMIZADE, nos engenhos decassílabos de Camões.

782-Cenário (3) AMIZADE, nos engenhos decassílabos de Camões.
VALORES , DESVALORES E ABSTRAÇÕES na Literatura Lusofônica.

Acróstico-didático
Por Sílvia Araújo Motta

A-Amicitiae, amicitia, (amicitatis) dedicação,
M-Muito claras a fidelidade e eleição mútua.
I-Interesses pessoais de arrimo à atenção,
Z-Zeloso fruto adocicado da liberdade.
A-Amizade exclusivamente, espiritual
D-Deixa de sujeitar-se a fatores sexuais,
E-É desinteressada, ligada à lucidez.

A-A família enlutada,
M-Mostra egoísmo insensível,
I-Inimigos dão pousada...
Z-Zelosos tornam possível
A- A herança compartilhada...
D-Diante da avareza incrível,
E-Esperneia  desunida.

A-Agora o que me entristece...
M-Mais que a emoção da canção,
I-Irmão que ao destino cresce
Z-Zebra mostra em decepção.
A-Ao AMIGO faço a prece
D-Digno do meu coração
E-Escuta a dor e me aquece.
-
A-Amizade é flor cheirosa,
M-Mais bonita do jardim,
I-Impõe beleza na rosa
Z-Zelosa que vive em mim.
A-Altera até o coração
D-Dentro da vida faz prosa
E-E verso na pulsação.
-
Belo Horizonte, outubro de 2006

Nota:
Em “Os Lusíadas” , o gênio de Luís Vaz de Camões usa o vocábulo AMIZADE,
a) No 6º verso da 63ª estância do Canto II:
b) 6º verso da 81ª estância do Canto IV,
c) 8º verso 60ª estância do Canto VII,
d) 1º verso da 63ª do Canto VII,
e) 6º verso da 62ª estância do Canto VIII
f) 4º verso da 11ª estância do Canto X.
---***---

Silvia Araujo Motta
Enviado por Silvia Araujo Motta em 08/11/2006
Código do texto: T285933
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Sobre a autora
Silvia Araujo Motta
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 65 anos
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Silvia Araujo Motta