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um clichê de Aristóteles

Conheço varias pessoas que tentam me entender, eu sou uma dessas.
 estou procurando alguma coisa que não sei
... nunca tenho coragem de me enfrentar
não consigo achar um papel definitivo pra o meu eu.
as vezes faço as pessoas felizes porque sou egocêntrica, porque no fundo isso me faz bem
... se vc não gosta de mim continue lendo...
Vc tem sorte, aposto q não me atura todo tempo,  mas eu  sim, sou eu que estou sempre comigo e ainda assim não consegui me entender ou gostar de mim em tempo integral ...
Eu sou extremamente...
 Acho que fui desorganizada, por algum tempo eu sabia exatamente onde encontrar o que precisava na bagunça,  um dia percebi que  desorganizei minha desorganização e voltei a ser algo que não entendo.
  Gosto de falar o que penso, e são tantas coisas...
Que simplesmente fico assim ... Sem entender... Sem sentido ...
... vc pensa que sou diferente, que sou igual.
“Um dia estouro uma bomba e entro para historia sem querer”
Porque escrevo manifestos que nunca serão lidos... tenho revoltas internas que nunca serão escutadas..
Falo as coisas que para mim tem sentido por brincadeira, porque sei que quem ouve não compreende.
Sou um clichê de Aristóteles ...
E continuo me preocupando em entender
E ando distraída, impaciente e indecisa...
E sou covarde... pois tenho segredos.

“a vida se me é, e eu não entendo o que digo, então adoro...”

Luciana Brites
Enviado por Luciana Brites em 22/11/2006
Código do texto: T297809
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Sobre a autora
Luciana Brites
Maringá - Paraná - Brasil, 27 anos
45 textos (1842 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 12:37)
Luciana Brites