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A nda em frenesi e sem rumo
N unca descansa o corpo castigado
D e dia e de noite a caminhar pelas estradas
A lmoço decente só quando dão por piedade
R estos de comida achada no chão estão em seu prato
I sto é o  destino que abraçou e o impulsiona a ir
L ágrimas sem sal escorrem de sua face queimada
H oje poderia a chuva parar de molhar seus ossos
O nde ? Poderá enfim descansar seu velho corpo? 


 
















Obs: Eu vi uma reportagem na TV sobre o assunto, e com isto escrevi este acróstico, muitos estão nesta vida  porque não conseguem ficar "presos" em uma casa ou manter laços familiares,  gostam da liberdade de sair por aí, mesmos com os pés estourados, acostumaram-se com esta vida, muitos disseram que a chuva é seu maior pesadalo, quer dizer, por ser algo que os impeça de continuar andando, de ser incômoda , não é esta vida, é a chuva, com  isto dá para se ter uma noção do problema deles,pois a pessoa se priva de tudo e de todos, isola-se andando sem rumo pelas estradas sem fim, seria como morrer pouco a pouco em vida, castigando-se, não permitindo-se fixar em lugar algum.
Muito triste!

 
Morgana Mi
Enviado por Morgana Mi em 13/02/2016
Reeditado em 22/02/2016
Código do texto: T5541959
Classificação de conteúdo: seguro
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