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Homenagem a RSGLisboa

Pelo que li, assim a vi: -

Rosa selvagem ao entardecer.
Esse teu cheiro... do teu ser
Gera uma certa inocência.
Injustiças, põem a alma aflita
Na tua presença bonita
Afastando a imprudência.

Sonho que anda à deriva
A tentação de uma vida
Nos devaneios da madrugada.
Do nosso pedaço de chão
Recebemos a imaginação.
A transe! Coisa de nada...

Gosta de libertação
Onde as mágoas se vão
Mesmo em lágrimas ao entardecer...
Esperando: Dá-me a tua mão
Sob o luar! Fico a conhecer...

Luminosa como os faróis
Inspira amor verdadeiro a dois
Sobrante da sua riqueza.
Badaladas do retorno
Onde certamente eu torno
Apreciar esta beleza.
Zé Albano
Enviado por Zé Albano em 06/09/2007
Código do texto: T640918
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Zé Albano
Portugal, 66 anos
1190 textos (81512 leituras)
9 áudios (640 audições)
1 e-livros (93 leituras)
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