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QUEM FOI OSVALDO ALENCAR ROCHA?

QUEM FOI OSVALDO ALENCAR ROCHA?

Mário Ribeiro Martins*

(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).


OSVALDO ALENCAR ROCHA, de CANABRAVA DO GONÇALO, antigo Distrito de Xique-Xique, hoje UIBAÍ, Bahia, 08.12.1936, escreveu, entre outros, "CANABRAVA DO GONÇALO-UMA VILA DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO"(hoje cidade de UIBAÍ), juntamente com Edimário Oliveira Machado, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Faborino Francisco da Rocha e Rita Alencar Rocha. Irmão de Alberto Alencar Rocha, Maria do Rosário Alencar, Teresa Alencar, Creusa Alencar, Mirtes Alencar, Raimundo Alencar Rocha e de Celso Alencar Rocha, este residente hoje(2006) em Uibaí, Bahia.

Foi candidato a GOVERNADOR DO ESTADO DO TOCANTINS, com 52 anos de idade, pelo PARTIDO DOS TRABALHADORES(PT), nas eleições do dia 15.11.1988, determinadas pelo Tribunal Regional de Goiás, sendo, no entanto, derrotado por Siqueira Campos. Aliás, foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, no antigo norte de Goiás.

Na época, foram candidatos: Osvaldo Alencar Rocha(3,7% ou 13.399 votos), José Wilson Siqueira Campos(45% ou 163.819 votos) e José Freire(23% ou 84.926). Votaram 358.675 eleitores. Os votos em branco e nulo somaram 86.527. Como não havia ainda o Estado do Tocantins organizado, os eleitos foram empossados no Auditório do Tribunal de Justiça de Goiás. Como candidato a Governador fez comícios em todas as cidades do Estado do Tocantins, especialmente no Bico do Papagaio.

Em 1965, com 29 anos de idade, foi candidato a Governador do Maranhão, pelo antigo MDB, sendo derrotado por José Sarney.

Em 1974, com 38 anos de idade, foi candidato a Prefeito de Uibaí, na Bahia, pelo antigo MDB, perdendo a eleição para Domingos Machado.

Tendo Osvaldo Alencar Escritório em Porto Nacional, durante muito tempo, foi Advogado da Comissão Pastoral da Terra(CPT), entidade vinculada à Igreja Católica.

Viveu também em Imperatriz, no Maranhão, onde advogou para os Sindicatos Rurais, tendo, inclusive, enfrentado muitos tiroteios, em virtude de problemas de terra.

Após os estudos primários iniciados em sua terra natal(Uibaí), mudou-se para Goiânia, com 11 anos de idade, onde completou o primário e fez o Madureza(ginásio). Começou o 2º Grau na Escola Técnica de Campinas, onde foi colega de Íris Rezende Machado, mas concluiu o segundo grau, em Brasilia. Matriculou-se na UNB(antiga Universidade Nacional de Brasília), formando-se professor. Para seus estudos, recebeu o apoio de várias pessoas, entre as quais, Eliane Souza Rocha(Dona Lió), sua ex-cunhada, mãe do Promotor de Justiça Célio Rocha e dos Advogados Consuelo Rocha, Celso Rocha e Shirley Souza.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, fez-se Advogado, pela Faculdade de Direito, da Universidade de Goiás. Tornou-se Professor do Departamento de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Suplente de Deputado Estadual, em Goiás. Assessor Jurídico do Partido dos Trabalhadores(PT). Por concurso público, tornou-se Auditor Fiscal de Brasília, função que perdeu em virtude de suas idéias políticas. Com a anistia, depois de mais de 20 anos, foi reintegrado na função e aposentou-se como Auditor Fiscal.

Advogado, Escritor, Historiador. Memorialista, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Orador, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Membro da Associação dos Docentes da UCG, da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB), além de outras entidades sociais, culturais e de classe.

Foi Presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Imperatriz, no Maranhão, entre 1979 e 1980, onde viveu por muitos anos como Advogado da Comissão Pastoral da Terra. Foi também Advogado do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Imperatriz. Advogado do ARMAZÉM PARAÍBA, em Imperatriz. Foi igualmente Advogado da Associação Médica de Imperatriz e do antigo CDL(Clube de Diretores Lojistas). Em seu trabalho de Advogado, foi ajudado por sua esposa Adma Lourenço e, ocasionalmente, pelo seu sobrinho Celso Arandi Sousa Rocha.

Aposentado como Fiscal de Rendas de Brasília, faleceu em Goiânia, no dia 14.06.2000, sendo sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras. Do casamento com Corália, que viveu em Imperatriz, mas que faleceu em Goiânia, por volta de 1976, teve o filho Autran. Casou-se depois com Adma Lourenço, em 1978, com quem não teve filhos.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, não é mencionado no livro ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ(2003), de Edmilson Sanches. Também não é referido no livro HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS(1999), de Liberato Póvoa. Também não está mencionado no livro BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE(Araguaína, 1997), de Otávio Barros. Não foi lembrado no livro TOCANTINS-EU TAMBÉM CRIEI(1999), de José Carlos Leitão.

Também não se faz presente no livro FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS(1999), de Temis Gomes Parente ou no livro TOCANTINS-O MOVIMENTO SEPARATISTA DO NORTE DE GOIÁS-1821-1988(1999), de Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante e nem no livro "ROCHA-UMA FAMILIA DA BAHIA(1999), de Everaldo Pedreira Rocha, bem como não é citado em “ARAGUAÍNA 40 ANOS(1958-1998), de Jauro José Studart Gurgel ou ainda em “ARAGUAÍNA-HISTÓRIA E ATUALIDADE”(2000), de Claudivan Santiago, bem como em HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva. Não se acha inserido no livro HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL(1988), de Durval Godinho e nem no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASILIA(1992), de Adirson Vasconcelos.

No entanto, está presente no LIVRO DO SESQUICENTENÁRIO DE IMPERATRIZ, ESCRITO PELA ACADEMIA IMPERATRIZENSE DE LETRAS, sob a coordenação de Livaldo Fregona. É referido no livro O DISCURSO AUTONOMISTA DO TOCANTINS(2003)de Maria do Espirito Santo Rosa Cavalcante. Sobre ele e para resgatar a sua memória que está esquecida nas cidades de Imperatriz e Porto Nacional, além de outras, está escrevendo um livro documento, o escritor Edimário Oliveira Machado.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.phtml?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br, com o e-mail: mariormartins@hotmail.com



*Mário Ribeiro Martins
é Procurador de Justiça e Escritor.
(mariormartins@hotmail.com)
Home Page: www.genetic.com.br/~mario
Fone: (063)99779311 (063) 3215 44 96
Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970.
www.mariomartins.com.br

Mario Martins
Enviado por Mario Martins em 14/03/2006
Código do texto: T123299
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Sobre o autor
Mario Martins
Palmas - Tocantins - Brasil, 73 anos
5 textos (2012 leituras)
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