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SABESP, Prefeitura e Comunidade (Lourenço de Oliveira)

          VAZAMENTO DE ESGOTO - o que fazer?
       (nem tudo que se explica, se justifica)
               
               Lourenço de Oliveira

        A empresa defende a regionalização devido ao custo-benefício – investimento e retorno. Mas, quem defende nosso custo-benefício, se pagamos por um serviço que se perde literalmente nos vazamentos da rede coletora? Pelo jeito, ninguém...

    Reclamação: vazamento na rede coletora de esgoto da Sabesp, com retorno na caixa de visita do imóvel da rua José Otávio Cáfaro, 164 - Salesópolis/SP.
    Protocolo Sabesp: 956488040, atendente Gilberto, do 195.
Prazo estipulado: 18 horas úteis a partir de 12:50 h do dia 27/02/2006 ("...será atendido hoje ou amanhã - diz o atendente - pois, apesar de feriado, haverá plantão").
    Atendimento: 28/02/2006 mais ou menos às 19:00 h. (no prazo, pelas horas úteis)

O tempo de atendimento foi bom, considerando-se a dificuldade natural em época de chuva, com várias frentes, sem frota suficiente e feriado.
Os atendentes não conseguiram introduzir mais que dois metros de mangueira no PV (Ponto de Verificação) do final da rua, na confluência com a av Prof. Ademar Bolina, onde se localiza o entupimento.
Tentaram em outro PV mais acima, na mesma rua, também sem resultado. Retornaram ao PV anterior e repetiram a operação. Não desentupiram, mas deram vazão à água que transbordava na minha caixa de visita lavando calçada e guia até a boca de lobo mais próxima. Na opinião deles a rede coletora estaria quebrada no local até onde a mangueira alcançou e deveria ser rasgado o asfalto e consertado a rede, porque saia terra e se insistissem com a mangueira poderiam enroscá-la e teriam dificuldade para retirá-la depois. “Voltaremos amanhã para executar esse serviço” - disseram.
No dia seguinte, mais ou menos às 15 horas, outra equipe esteve no local, constatou que a minha caixa de visita estava seca e deram o serviço por atendido. Comentei a respeito do que a outra equipe pensava e eles discordaram alegando que havia um desvio na rede e que este seria o motivo de não conseguirem introduzir a mangueira.
Entendo que a solução definitiva envolve mais que uma simples solicitação de desentupimento e a execução do serviço – que não passa de paliativo. Percebe-se boa vontade por parte da empresa, nas pessoas que nos atendem, seja a partir do atendente no Posto, nas diretrizes do responsável local ou na finalização.
Percebe-se que a demora no atendimento ocorre geralmente pela falta de caminhão efetivo na cidade (depende sempre da regional Suzano) e pela falta de consciência dos próprios usuários cujos quintais não cimentados dão vazão à água de chuva pelo esgoto - tudo que está solto no quintal vai para o ralo: areia, pedra e até mesmo objetos aparentemente impossíveis.
O problema da nossa rua é o desnível de alguns terrenos do quarteirão em frente à rua Brás Torraga. Acredito que a solução definitiva deveria ser discutida numa reunião com todos os moradores envolvidos. Para isso sugerimos à Prefeitura convocar essa reunião e promover o debate. Disso sairá, certamente,  a solução.
Havendo casos semelhantes na cidade, a solução de um serviria de parâmetro para discutir outros. A SABESP e a Prefeitura, não resolverão esse problema crítico sem participação comunitária. Um fórum de debates é a sugestão. Esperamos seja considerada.
A Estância de Sallis
Enviado por A Estância de Sallis em 28/03/2006
Reeditado em 29/03/2006
Código do texto: T130109
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Sobre o autor
A Estância de Sallis
Salesópolis - São Paulo - Brasil
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A Estância de Sallis