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O SER HUMANO QUER A PAZ



"Todos os seres humanos, por natureza,buscam a alegria, a paz, a felicidade, o        bom humor." (Pecotche)

                            A paz sempre foi buscada pelo ser humano. Ele quer a paz. Porém sua alma quer a restituição da paz perdida. O que perturba a paz dessa alma desolada?

                            Quando o homem está em paz com sua consciência ele pode exclamar: "Cumpri com meu dever".

                            Os inimigos internos, que vivem dentro de cada ser, como, por exemplo, as deficiências psicológicas, o descontentamento e as debilidades são os responsáveis diretos pelo desequilíbrio comprometedor da paz interna. Os conhecimentos transcendentes transmitidos pela ciência logosófica permitem que essas mazelas apontadas sejam eliminadas e isso se constitui num grande passo para a conquista da felicidade e da paz, tão almejadas pelo homem através dos tempos.

                            O estado de paz, de tranquilidade deixará de ser uma aspiração para se tornar realidade quando cada um aprenda com a Logosofia a evoluir conscientemente, "porque é a única forma, e não existe outra, de conseguir a verdadeira integridade; de conhecer o verdadeiro valor da existência."

                            Nesse aprendizado encontro a serenidade adequada para que surja essa sensação de paz que quero para a minha vida.

                            A verdadeira paz surge do renascer da confiança, do entusiasmo e da fé em si mesmo e no futuro, após jornadas de lutas e sacrifícios em prol da superação humana, rompendo com as amarras que nos escravizam.

                            Quais pensamentos nos impedem de viver em paz, em harmonia com nossos semelhantes e tranquilos com nossas consciências?

                            "Que germe maligno se introduz nas mentes humanas fazendo que estas, em torturantes desvios, compliquem as situações e multipliquem os problemas quando mais necessárias são as soluções e o entendimento mútuo? Não será, acaso, que as almas se intoxicam vivendo nas cidades, onde apenas sim existem espaços que não se encontrem já ocupados pelos tantos milhões que as habitam? Não será, acaso, que a perda do contato com a Natureza, ou seja, com o campo, as montanhas, o mar, pouco a pouco vão insensibilizando aos seres, endurecendo seus corações e fazendo que suas mentes se tornem agressivas? Finalmente, o ritmo acelerado da vida, as obrigações de toda ordem e as múltiplas atenções que impõe o ambiente social, pervertem, em certo modo, o sentimento que antes, quando não havia pressa por cumprir com as exigências do diário viver, caracterizou a vida das famílias."
                           
                            O certo é que para a edificação da paz futura, o respeito deverá presidir todas as determinações.
                           
                            Afirma o pensador GONZÁLEZ PECOTCHE se referindo a esse tema que "não pode haver paz em um povo se o respeito às leis e a suas instituições deixa de ser a garantia que ampara a cada um em seus direitos e em seus valores. Daí que quando se burla a dignidade humana faltando o respeito a sua pessoa, sobrevêm as crises sociais, tão nefastas para a vida de povos e nações".

                            Portanto, haver-se-á de concluir que "o respeito mútuo entre os povos e entre os homens, é o agente ou fator essencial da paz, porquanto enquanto este existe se aplainam todos os caminhos para encontrar soluções às diferenças criadas. Em contrapartida, se se deixam de respeitar os tratados que foram firmados em solenes cerimônias e se quebram assim mesmo as normas do direito internacional, as guerras se tornam inevitáveis, pois nada há que agrave mais a dignidade de uma nação, de um povo ou de um homem, que sentir menosprezada esta pela falta de respeito. Quando isto ocorre, quando o respeito deixou de ser a fiança que resguarda os convênios e as mútuas considerações, começa a romper-se a estrutura jurídica, econômica e social dos povos."

Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas
Enviado por Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas em 10/01/2005
Código do texto: T1374
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Sobre o autor
Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas