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Namastê

Namastê

Martelar o dedo dói. Unha encravada dói.
Quebrar o pé ou arrancar um dente, dói.
Perder um grande negocio, uma grande oportunidade, dói.
Fazer prova de matemática, também dói.
Existe varias formas de dor. Existem dores físicas, dores do coração, dores da doença mal curada e as dores da alma.
 
Mas hoje o que dói mesmo é olhar pro lado e ver que você não esta mais aqui
O que dói mesmo é a saudade, a dor que a sua falta faz. É o vazio que ficou.
O que dói mesmo é a tristeza que nos assombra. É saber que você nos deixou, partindo de uma forma torpe e estúpida.
 
As lembranças do seu sorriso e seu bom humor. Nunca mais sairá das nossas memórias, da nossa historia. Estes quatro anos que passamos juntos, ficarão sempre cravados, registrados em nossos dias e nada poderá mudar isso.
 
Somos todos constituídos da mesma essência. Feitos para mesmo propósito. O simples propósito de ser feliz.
E você era feliz! Você fazia-se feliz com as coisas simples. Por que você assim o era. Você era simples, era sem embaraços e pau pra toda obra.

No oriente, mais precisamente no Japão, onde as pessoas mais velhas são admiradas como pessoas que possuem um grande acumulo de conhecimento, ao se encontrarem cumprimentam-se com um “Namastê”, que quer dizer o meu Deus interior saúda o seu Deus interior. Veja que atitude sabia, o próprio Jesus nos disse que somos deuses, basta querermos. Sendo assim, hoje o seu Deus interior se faz liberto e encontra-se por toda parte.
 
Neste triste episodio só uma coisa nos conforta. É saber que hoje você esta junto ao pai. É saber que hoje, de alguma forma você esta aqui, junto de nós, morando em nossos corações.
 
Estamos com saudades! Namastê!

Este trabalho é dedicado ao companheiro de sala, amigo nos estudo e que sempre será integrante deste grupo, Celso da Cruz Oliveira. Uma pessoa não sem defeitos, mas sim cheio de qualidades. Uma pessoa que lutou e venceu, que soube valorizar a arte de viver e ser feliz. Uma pessoa que fez mais do que viver. Este trabalho é dedicado ao amigo que nos ajudou a sermos mais felizes.
 
* Texto publicado como dedicatória, em um trabalho universitário.

Reginaldo Cordoa, futuro Administrador de Empresas e Apaixonado pela Vida.
11/05/2006
Reginaldo Cordoa
Enviado por Reginaldo Cordoa em 17/05/2006
Código do texto: T157904
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Sobre o autor
Reginaldo Cordoa
Matão - São Paulo - Brasil, 46 anos
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Reginaldo Cordoa