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COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO STERNENREISENDER

COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO STERNENREISENDER

(STERNENREISENDER, traduzido do alemão para o português significa “o viajante das estrelas”).


Ao comentarmos a obra de um autor pela sua interatividade visual, quando este procura denotar de pronto suas nuances qualitativas, verbalizadas em nosso cenho, pela sua inteligência privilegiada. Procuramos no intimo de nossos corações a resposta para essas aposições. É divino? Sim é divino. A alegria é o somatório de atos e ações que nos levam aos píncaros da glória. Altruísta, enobrecedora, faz com que nosso ego superlote; encha-se de alegrias brilhantes e uma boa-nova venha a calhar em nossos sentimentos. Gosto de colorir meus pensamentos, minhas idéias, com palavras que tenham vínculos espirituais, pois é a partir de Deus que a referência vem iluminar meus sentimentos para realizar um trabalho. Um julgamento justo isenta as energias imantadoras, assimiladas pelo corpo humano através do contato com o ser, que passamos a conhecer, conviver e apormos em nosso rol de amigos e que serão partícipes de nossa amizade.
Passamos a analisar suas qualidades vernaculares que lemos e assimilamos dessa leitura sadia, salutar, tranqüila e cativante, pelos termos risonhos e reconfortantes, inseridas na obra de um gigante. Recordo-me feliz quando afirmou Jesus: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”. Cristo demonstra muito bem que, sob os auspícios, o homem viverá a vida intensamente, com salutar euforia. Eu diria querido amigo Waldir Rodrigues, companheiro de Academia, não importa o lugar onde estejamos, os recursos que possuímos, as condições em que nos encontramos, a idade que tenhamos, o homem logrou a compreensão da vida; vive sempre em harmonia com as magnânimas leis que regem a natureza. E no altar tudo expressa, em cânticos de louvor, a alegria da vida. Você, como ser iluminado, alegre, não-acabrunhado, dotado e abençoado, lançou ao ar do mundo eterno das poesias, sua semente de sabedoria que germinará regada pelos olhos reluzentes dos poetas, dos competentes, dos seres viventes, que se alimentam dos frutos que só os poetas colocam a disposição da gente. “Esperança Tardia, Contemplando Aldebarã, Soneto de Partilha, Elegia do Infarto (poema lírico de tema terno ou triste), Soneto da Ilusão Passageira, da Esperança, Soneto para a Divindade, Confidencial, Soneto da Estrela Azul, da Surpresa, Homenagem ao Poeta Afonso Rocha, Soneto do Poeta delegado, da Consolação, Soneto para as duas Santas, para Mário Gomes, Soneto da Desesperança, da Gratidão, Soneto da imortalidade, Eterna Divina, Soneto para o teu Vulto, Vitória Régia, Combustão, Indiscrição, Soneto da demora, Barco à Deriva, Lembrete para minha mãe, Musa ingrata, Trocadismo, Navegante da ilusão, Tarde demais, Soneto da Resolução, Nova Vênus, Sonambulismo, Integração, Soneto do Poeta inadimplente, do amor sem fim, do Poeta Gravador, Pescadores de Ilusões, da Ressurreição; Gaiola de Ouro, Natal diferente”.
Calcificando a minha mente com misturas excelentes de rimas diferentes, procurei na indiscrição, na imortalidade, no soneto da demora, da gratidão pedir-te a mão por intermédio da ação, deixando de lado as musas ingratas, navegantes da ilusão; lembrei-me da gaiola de ouro onde guardava um tesouro que fugiu às mãos. Num natal diferente, lembrei-me de uma eterna divina, Vitória Régia de meu coração, com o barco à deriva e sem combustão, tarde demais quando a esperança se esvai e num momento tristonho de dor e de tristeza, não com aspereza ou gaiola de ouro, com trocadismo sem sonambulismo, pensando no soneto gravador, deixei de lado as Vênus. Pensei no amor sem fim, aliei ao soneto da ressurreição e como não sou pescador de ilusão, pedi a meu irmão que me oferecesse lembretes para minha mãe.
Querido irmão: “de cabo a rabo”, como se diz no jargão popular, quem sou eu para julgar uma obra popular! Popular de alta qualidade, cheia de quilates, de brilhos reluzentes que alegram a tanta gente, que tem a primazia de pertencer a este orbe de pessoas nobres, não de riquezas, mas com certeza de serem possuidores de uma obra indelével. Palavras bonitas, eruditas, que não são privilégios, nem sacrilégios eu afirmar; penso em te igualar às grandes criaturas e não seria irreverente se te dissesse: tua obra merece os olhares aficionados de um Drumonnd, de um Buarque, de uma Cacilda, de uma Cecília e da controvertida Clarisse Lispector.
Haverá maior alegria para o agricultor que a colheita? A Medicina moderna já afirma que o estado psicológico do individuo atua positiva ou negativamente sobre o corpo físico, proporcionando-lhe saúde e equilíbrio ou acarretando-lhe enfermidades. Senectude não é sinônimo de tristeza. Costumam afirmar que os poetas sentem na pela a senilidade; refletindo nestas máximas, concluímos que necessitamos: Saber pedir; Agradecer sempre; Louvar dignificando. É preciso saber pedir, para que não venhamos a fazer solicitações indevidas e infantis. Geralmente, o homem pede a Deus facilidades e benefícios materiais, quando deveria rogar entendimento e perseverança para conquistá-los.
O fato de viver já é motivo suficiente para agradecer ao Pai. Viver em sabedoria, escrevendo com harmonia, dilatando suas idéias geniais que somadas serão jornais, de conhecimentos, de alimentos para os incultos. O escritor é um doutor com todas as regalias, de antemão já sabe colocar e onde vai rimar suas belas poesias. Quando começou, não sei.
Espero que estas doçuras não se tornem amarguras; elas devem viajar mundo afora, para que hoje e agora estas páginas belas sejam as aquarelas que irão enfeitar com seus encantos, causando espantos àqueles que não conhecem um grande ser humano batizado por Waldir. Orgulho da briosa Polícia Militar já se podem ensaiar cantos de gratidão a este ser humano de idéias belíssimas e encantadoras que adrenalizam nossos corações.
Com frases de estremecer e alterar as emoções, que elas sejam colocadas no patamar mais alto, do já tão sofrido galardão policial militar. Este é o lugar onde o sol brilhará incansável, onde a chuva abençoa e fecunda, onde a natureza tudo louva e bendiz as Leis do criador. Vamos dar votos de louvor a este escritor de escol que, com sua simplicidade, generosidade, amizade e jeito meigo de falar, vai implantando sua sabedoria, sua intelectualidade, que por prazer e não por vaidade mereceu da cristandade o seu mister e por sabedoria ou por coincidência da divina providência abençoou para todo mundo ver e ler. O que chamamos de Sternenreisender, seu autor Waldir Rodrigues é mais um PM (Policial Militar) de fé.
Em nossa vida cotidiana, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações. Fazemos perguntas como “que horas são”, ou “que dia é hoje?”. Dizemos frases como “ele está sonhando”, ou “ela ficou maluca”. Fazemos afirmações como “onde há fumaça, há fogo”, ou “não saia na chuva para não se resfriar”. Avaliamos coisas e pessoas, dizendo, por exemplo, “esta casa é mais bonita do que a outra” e “Maria está mais jovem do que Glorinha”. “Numa disputa, quando os ânimos estão exaltados, um dos contendores põe-se a gritar ao outro: mentiroso! Eu estava lá e não foi isso o que aconteceu”. E alguém, querendo acalmar a briga, pode dizer: ”Vamos ser objetivos, cada um diga o que viu e vamos nos entender”. Usando estes prepostos, digo o que vi na obra deste grande escritor que honra a instituição a qual pertence: a Polícia Militar do Ceará; sua obra é digna de nota dez com louvor, obras desta natureza, dessa extirpe, não se encontram em qualquer lugar. Talvez somente nas mãos do autor, dos amigos e na Academia de Letras dos Oficiais da Reserva do Ceará (AORECE)”.


AUTOR:ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ESTUDANTE DE JORNALISMO DA FGF
Paivinhajornalista
Enviado por Paivinhajornalista em 23/05/2006
Código do texto: T161102
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Sobre o autor
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