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Código da Vinci ficção da Fé 

     Tudo que é polemico e que, de certa forma provoca questionamentos atrai a atenção de todos e cria expectativas. 

     Assistindo o filme Código da Vinci, certamente, um livro muito interessante e adaptado em filme é atraente de se assistir, pois muitos daqueles que não são adeptos a leitura podem através da emoção áudio visual, entrar no livro e assim saborear a ficção escrita numa obra cinematográfica. 

     Como cristão e católico certamente apreciei o filme como uma bem montada ficção, porem, para aqueles que vivem numa duvida constante sobre a divindade de Jesus, a sua mortalidade, bem como sua vida humana e seu relacionamento com Maria Madalena ainda permanecerão nela. Certa vez escrevi um artigo onde tem como titulo “Acreditar em Deus por uma experiência empírica” .

     Segundo o filme, fotos pintadas por Leonardo da Vinci são usadas através de uma linguagem imaginaria, o autor leva há interpretações até interessantes para refletir, porem, como inicia o filme palestra do personagem principal mostra que através de determinados símbolos, figuras podemos ter ns interpretações, desta maneira pode desmontrar toda a veracidade da trama reduzindo o filme apenas numa ficção.
 
     O filme aproveita de situações de crise da igreja católica ou de vários acontecimentos como as cruzadas, e adentra nos bastidores da igreja para argumentar e polemizar. Questiona que a igreja esconde determinados acontecimentos tudo em nome da Fé; da questão econômica e porque não dizer o caos espiritual que tal revelação poderia provocar já que foi a igreja que organizou e que instituiu os dogmas. 

     O mais surpreendente do filme e fantasioso é a hipótese levantada que Maria Madalena estava grávida de Jesus e que através de sua gravidez ainda continua a descendência genealógica de Jesus e que, a igreja tenta silenciar tanto o descendente direto de Jesus quanto os que podem revelar tal segredo. 

     Com muita prudência o filme dá suas agulhadas na igreja e volta atrás em varias atitudes tomadas por ela ao procurar esconder tais fatos, inclusive questiona a própria conversão do imperador Constantino quando se converte ao cristianismo  decretando a  como religião do império romano. 

     Embora, o filme faz referencias a igreja católica ele bate de frente com o cristianismo ( católicos e evangélicos ), pois, as polemicas levantadas refere-se a divindade e humanidade de Jesus e de uma grande farsa montada exclusive quando a igreja  não considera o evangelho de Felipe, caracterizando como apócrifo por ser manuscritos onde enfatiza de maneira veemente a humanidade de Jesus e seu relacionamento com Maria Madalena. 

     Finalizando, como citei a cima é uma boa trama de ficção, e que certamente a forma que o tema Jesus foi abordado leva aqueles que ainda não tiveram a experiência empírica de Deus na vida e especificamente a de Jesus se questionar, mas para os alicerçados na Fé apenas saborear uma obra interessante sem maiores conflitos espirituais.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 01/06/2006
Reeditado em 02/06/2006
Código do texto: T167536
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Sobre o autor
Ataíde Lemos
Ouro Fino - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
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