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Incentivos financeiros e mais divulgação das ongs sociais 

     Percebemos que hoje há um numero enorme de entidades civis (organizações não governamentais) espalhadas pelo Brasil afora. Entidades surgidas por iniciativas de pessoas envolvidas em determinadas situações de risco e com grande força interior transformam uma triste realidade numa bandeira transformadora para a sociedade. 

     É comum vermos jovens que passaram pelas drogas, familiares que acabaram tendo seus entes envolvidos com elas; pessoas envolvidas com prostituição ou outros tipos violência abraçando a causa, ingressando em entidades ou mesmo alguns por iniciativas próprias fundam entidades sociais. 

     Temos varias entidades que visam resgatar a dignidade de pessoas que passaram por situações de riscos, promovendo a estes valorização e auto estima. Proporcionando uma nova realidade aos jovens, adolescentes, adultos que estão na faixa de risco. Também há varias entidades que promovem trabalhos preventivos para que jovens adolescentes encontrem em atividades sociais, culturais saldáveis motivações para não entrarem no rol dos excluídos e marginalizados, dando-lhe oportunidades e condições claras de garantia de cidadania. 

     São inúmeras as iniciativas que dão certo e se destacam encontrando apoio da sociedade, de empresas e de outras entidades que são captadoras de recursos humanos, financeiros apoiando tais projetos sociais. Proporcionando que estes projetos sementes transformem em referencias e modelos de projetos. 

     Entre aqueles que apóiam tais projetos encontramos muitos profissionais liberais como artistas, profissionais do esporte (jogadores, pilotos,...) criando ou destinando recursos para fundações. 

     É comum varias empresas de grande porte, instituições financeiras públicas e privadas criarem fundações para que possam cumprir sua função social, e assim, destinarem parte de impostos para elas. Há varias fundações que na verdade são distribuidoras de recursos financeiros a inúmeros projetos, e assim, colaborando em muito com as Ongs. 

     Evidentemente, o Estado deveria ser o maior parceiro das Ongs, pois, muitas das atividades que elas desenvolvem somente ocorrem porque ele (Estado) é omisso. A falta de políticas públicas em todos os âmbitos da estrutura governamental gera cada vez mais necessidade da atuação da sociedade civil, porém, o que observamos que ainda é muito tímida sua atuação (Estado) no apoio logístico aos projetos sociais desenvolvidos pela sociedade civil no que se refere às Ongs. sociais. 

     A grande colaboração que o Estado poderia dar aos projetos sociais, seria criação leis que incentivassem todo tipo de empresa a colaborar com as entidades, independente do tamanho da empresa seja pequena, media ou grande destinando parte de seus impostos para entidades  podendo esta colaboração ser deduzida no imposto de renda ou outras formas de incentivos fiscais. 

     Outra colaboração seria a criação de leis obrigando os meios de comunicação a falada, escrita, televisiva ter programas ou matérias jornalísticas específicas de divulgação gratuita de entidades sociais deste que elas estejam regularizadas legalmente constituídas. 

     Certamente, com incentivos fiscais independente o porte de empresas, com divulgações das entidades pela mídia a sociedade civil poderia ter maior informação sobre o que ocorre muitas vezes perto de sua casa, e assim, distribuir melhor os recursos que depuserem para as doações. É comum determinada entidades receberem mais recursos que outros devido à falta de divulgação que gera desconhecimento por parte do doador. 

     O Estado precisa reconhecer os trabalhos desenvolvidos pela sociedade civil através das Ongs; ser um incentivador para que todas as entidades sociais possam ter condição através de divulgação estimular a sociedade civil como um todo a tornarem-se voluntários seja com tempos disponíveis ou mesmo com doações financeiras para diversas instituições espalhadas pelo Brasil. Há inúmeros projetos sociais que não conseguem desembrionar por falta de condições financeiras devido a sociedade de um modo geral não saber que tais projetos existem.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 03/06/2006
Reeditado em 03/06/2006
Código do texto: T168627
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Sobre o autor
Ataíde Lemos
Ouro Fino - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
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