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REEDUCAÇÃO, VIOLÊNCIA E MUDANÇA

Quando se fala em violência urbana não necessariamente se traduz à idéia de violência na cidade, pois faz com que repensemos a organização da cidade.
Gueto a simples absorção deste tempo pode se criar um  pré-julgamento do grupo envolvido, que numa grande maioria está no grupo social menos esclarecido.
No início do século XX, bairros da Europa foram envolvidos na idéia moralista de melhoria da qualidade de vida, deste modo a comunidade pode compreender e criaram as bases para se compreender o Estado de Bem Estar Social, diferentemente ágil o Brasil, porém nossas cidades culminaram a idéia de desenvolvimento desigual entre os povos, visto a difusão do crescimento da cidade e desapropriação dos campos.

A violência não é algo inerente ao ser humano. A agressividade sim, porém ensinamos a violência às crianças, adolescentes, jovens e adultos.
A violência se faz presente em todos os níveis sociais, étnicos, racial e econômico.
A pobreza não é a causa da violência, nem nuca causou violência. O que parece ser violenta é a disparidade econômica, a exclusão social, a partir daí gera-se a violência.
Cada um de nós deve contribuir para amenizar a violência excludente dos mais pobres, que seria a idéia estrutural macro.
Não são as idéias macro que tornam menos complexo o processo de resolução da violência.
É preciso propagar a potência da juventude diante o combate a violência interpessoal e extrapessoal.
O pressuposto de que a violência não será resolvida a partir da ciência e das idéias científicas, mas sim a partir da dimensão da espiritualidade humana, dissociada da idéia filosófica de qualquer religião.
Devemos delimitar construção de escolas com no máximo 12  salas de aula por turno de funcionamento para que haja uma inter-relação melhorada, onde se possa conhecer um a um dos indivíduos que ali freqüentam;
Nenhuma escola deveria ser constituída com espaço só para o lazer, pois corpos precisam de movimentos para sobreviverem;
Aprovação de códigos que constitui a Educação dos Direitos Humanos, projeto que já tramita, porém está parado;
Redimensionar a idéia de fracasso escolar garantindo o êxito formal do aluno, porém com mérito e sem prêmios a incompetência;
Educar o professor às Inteligências Múltiplas;
Novas formas de acompanhamento e avaliação;
Criar atendimentos especiais àqueles que necessitam desses serviços sem segregação social ou étnica, podendo ser dentro da escola;
Se contrapuser a idéias/culturas do individualismo, criando a fomentação do companheirismo dos alunos, professores e demais gestores;
Repensar as atuais publicações editoriais, repensar os valores de guerra e paz que está oculto e o que se encontra presente;
Reconhecer aqueles que difundiram a paz;
Rever a história do Brasil nos últimos 30/40 anos que foram movimentos da não-violência onde houve mudança a partir da liderança de jovens;
Capacitação continuada do professor e garantir recursos para tal;(não estaria este a serviço do Estado?)
Valorizar o protagonismo juvenil;
Promoção da Cultura de Paz a partir da lei de Incentivo à Cultura - MinC;
No Brasil não há uma cultura de pós-avaliação precisamos construí-la, urgentemente;
Resgate em busca da brasilidade;
Cultura de Paz(não estaria a violência ligada aos aspectos culturais?);
Cultura perdida versus xenofobismo;
Holismo;
Não estaria a atual segurança a serviço do poder? Até onde se pensa num processo de mudança de paradigma?
JOSÉ FLÁVIO DA PAZ
Enviado por JOSÉ FLÁVIO DA PAZ em 20/05/2005
Código do texto: T18244
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Sobre o autor
JOSÉ FLÁVIO DA PAZ
São Paulo - São Paulo - Brasil, 45 anos
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JOSÉ FLÁVIO DA PAZ