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As lições de nossa Seleção!

A derrota da Seleção Brasileira para a França na Copa da Alemanha nos leva a várias reflexões.

1º Nos diz sabiamente o astro norte americano Michale Jordan:

“O talento individual decide partidas, porém, apenas o coletivo decide campeonatos”.

Ora, um elenco recheado de estrelas como o brasileiro,  foi incapaz de derrotar o conjunto francês.
Apliquemos essa regra em nossa vida, nas equipes que estamos inseridos; família, profissão, religião, sociedade...

Por exemplo: Uma idéia brilhante que lancemos em nossa atividade profissional poderá trazer benefício momentâneo, contudo, apenas o  apoio e envolvimento de toda equipe causará seu desenvolvimento gradual e  trará benefícios duradouros, ou seja, o conjunto abraça o ideal e este encorpa-se, aprimorando dia a dia e se expandindo a todos.

2º Faltou organização ao escrete brasileiro.

È necessário organização se quisermos lograr êxito nas empreitadas que nos dispusermos a realizar.
Por mais talentosos que sejamos, por mais capacidade técnica e conhecimentos que tenhamos, se não nos organizarmos será  praticamente impossível a concretização de nossos intentos. Muitas idéias boas ficam entravadas porque faltou planejamento e organização.
Aliás, você costuma se organizar, ou vai levando tudo do jeito que dá?
Costuma fazer um planejamento, ou fica a mercê das situações?

3º Faltou ousadia ao time brasileiro.

Vitórias se fazem necessariamente com ousadia, com a quebra do protocolo. Todos progressos efetuados pela humanidade foram graças a ousadia das pessoas.
O time brasileiro, não obstante a seu talento,  ficou preso ao solo da mesmice, ninguém ousou a quebrar a monotonia que estava a partida, e  talento sem ousadia é o mesmo que talento enterrado.
Imagine o mundo sem a ousadia?

4º Faltou alegria ao time brasileiro.

Quando fazemos as coisas com alegria nossas chances de sucesso aumentam muito.Pessoas bem sucedidas invariavelmente estão satisfeitas com o que fazem (quando usamos o termo bem sucedida queremos atingir muito mais do que apenas o lado material da questão), e assim realizam  suas atividades com leveza e naturalidade singular.
Nada mais prazeroso do que conviver com pessoas que trabalham, produzem e criam com alegria.
A propósito, o amigo leitor reparou na alegria que tinha o francês Zidane em conduzir sua seleção?

5º O treinador demorou à mexer no time.

Mesmo com a apatia da seleção brasileira, o  seu comandante demorou em demasia para tentar mudar o panorama da partida. Por vezes isso acontece conosco, a vida nos pede mudanças,  e nós, apáticos,  demoramos a mudar nossa postura diante dela, e quando o fazemos, as oportunidades já foram embora. Peço licença ao leitor para narrar uma experiência pessoal, certa vez, fui preterido em uma promoção na empresa porque demorei a enxergar o óbvio, teria que me adequar as novas necessidades tecnológicas que estavam chegando a  largos passos, e apático e desatento, deixei escapar a chance da promoção, que demorou muito para chegar novamente.

Caro leitor, tanto nas vitórias como nas derrotas o importante é  aprendermos, pois é assim que de degrau em degrau vamos amadurecendo como seres humanos.

Pensemos nisso!






Wellington Balbo
Enviado por Wellington Balbo em 03/07/2006
Código do texto: T186684
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Sobre o autor
Wellington Balbo
Bauru - São Paulo - Brasil, 41 anos
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