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A ANIVERSARIANTE

 A ANIVERSARIANTE

O Brasil, em toda sua história, em algum momento, teve como cenário, momentos de muito terror com a violência oficializada, mas o primeiro pensamento que o homem tem de resguardar e semear dentro do seu eu é o sentimento de fé. Ele induz ao ser humano tudo que leva a atingir um objetivo. Vencer a violência, proteger o cidadão, que não pode exercer as pervagações da vida e se entregar ao ócio coletivo. Nestes 170 anos de existência a querida Polícia Militar nada tem a comemorar. Esquecida, desprezada pelas autoridades vive momentos angustiantes sobre os olhares geênicos das autoridades, de nosso Estado. Compreendida por uns e desacreditada por outros, nossa briosa vai vencendo os percalços, as pedras de tropeço que encontra pelo caminho.
 A dedicação dos bons policiais que querem vê-la profligando os inimigos da sociedade e trazendo a paz para os lares, e a população. São sentimentos de solidariedade que correm nas veias dos policiais que juraram defender a população com o sacrifício da própria vida. Nunca uma frase foi tão bem explícita como esta que faz parte do hino da Polícia Militar. “Raça de fortes, povo de bravos, radiosa terra do nosso amor, jamais fizestes filhos escravos nós mostraremos o teu valor”. Manietada por política cruel, desumana e ególatra, consegue suplantar várias barreiras, que às vezes tornam-se intransponíveis, mas suplantada pela força dos heróis, da destinação, da dedicação dos que lá estão, conseguem vencer com suor, sangue e lágrimas a execração de uma parte da sociedade egoísta, vil e desumana. São 170 anos de lutas, de glórias, de críticas, de elogios, esses atributos fazem parte da vida, já que o homem na condição de imperfeito, só consegue viver em sociedade e a ética seria uma constituição para o bem da humanidade.
Os vários seguimentos sempre burlam esta ética e quem sofre as conseqüências são os mais fracos e oprimidos. Querida Polícia Militar que me acolheste em 1972. Já se passaram mais de 32 anos e ainda moras em meu coração, e apesar dos pesares te defenderei das críticas injustas, e deletérias, pois aqueles que destoam e te jogam as enxovias para obscurecer teu nome, são eliminados do teu seio e considerados mortos para ti. Nós que te amamos procuramos zelar pelo teu nome, elevar-te ao patamar que merece e que te engrandece. Sempre estarei, hoje na reserva briosa e ativa cumprindo o que jurei; defendendo-te com o sacrifício da própria vida. Parabéns a todos os milicianos, heróis anônimos se uma parte dos ingratos te ofendem, Deus que está no patamar inatingível vela por ti.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ESTUDANTE DE JORNALISMO
ACADÊMICO DA ALOMERCE-MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA (ACI).

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Enviado por Paivinhajornalista em 04/07/2006
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Sobre o autor
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