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EDUCAÇÃO INFANTIL

EDUCAÇÃO INFANTIL

      Educando as crianças no presente não será preciso punir os adultos no futuro. A educação é direito inalienável de todos, pois é o progresso do espírito humano. A educação é uma Lei Universal. O governo brasileiro tem o dever supremo de investir pesadamente na educação, não excluindo a responsabilidade dos Estados, e Municípios, nessa responsabilidade feérica e de denodo, para os setores que lidam com  crianças. O governo que se preza em diminuir a violência reinante em todos os Estados da Federação, obteria mais proveito investindo em escolas, hospitais, bibliotecas e universidades, do que ter que construir presídios, e outras casas de detenção para abrigar irmãos infratores. Não que as cadeias públicas e os presídios sejam descartados, mas instruindo as crianças e comandando adultos livres e instruídos seria de bom alvitre e necessário.
A criança necessita de divertimento. Brincar seria a maneira mais correta e precisa. Começar a fazer amigos, passar horas felizes convivendo com os coleginhas que não seus familiares, com responsabilidade e respeito. Não é apenas isso o que acontece. Afirmam os estudiosos que até os 6 anos, as crianças viverão uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano, nos aspectos intelectual, emocional, social e motor, que será tanto mais rica quanto mais qualificadas forem as condições oferecidas pelo ambiente e pelos adultos que as cercam. Uma escola precisa irremediavelmente ser mais do que um lugar agradável, onde se brinca. Deve ser um espaço estimulante, educativo, seguro, afetivo, com professores realmente preparados para acompanhá-las nesse processo intensivo e cotidiano de descobertas e de crescimento. Precisa propiciar a possibilidade de uma base sólida que influenciará todo o desenvolvimento futuro da criançada.
Salvem nossas crianças. Lógico que não existem milagres. Devemos  semear para colhermos, temos que investir para que haja progresso. Somente a educação de boa qualidade, que ensina a ordenar corretamente o pensamento no respeito à liberdade de cada um, mostrará o caminho correto a seguir. Acabando as guerras e os investimentos em armas pesadas e atômicas, e aplicando verbas na educação, canalizando os recursos financeiros e proporcionando uma reciclagem permanente e constante, tem uma finalidade, ninguém ficar parado no tempo e espaço.
O governo estadual deveria estruturar um projeto diferenciado para a Educação Infantil. Sem abrir mão de ser um espaço para o livre brincar, de ser um ambiente extremamente afetivo, as escolas estaduais e municipais deveriam oferecer um cotidiano rico e diversificado de situações de aprendizagem planejadas para desenvolver as linguagens e as emoções e estabelecer os pilares para o pensamento autônomo.Toda escola de Educação Infantil precisa ter certeza do que quer desenvolver na criança, e não estimular a criança a freqüentar a escola somente pelo oferecimento da merenda escolar. Se possível tempo integral para todas, isto evitaria que a criança ao sair do ambiente de ensino voltasse às ruas para aprender o que não deve, com o tempo preenchido ela seguiria para casa, e pelo cansaço natural do dia, iria dormir, descansar.
Assim, para formar uma criança saudável e desenvolver sua capacidade de aprender, sua capacidade de pensar e estabelecer as bases para a formação de uma pessoa ética capaz de conviver num ambiente democrático, o Estado e Municípios deveria  propor atividades que desenvolvam um conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores adequados a cada faixa etária.
Incluindo-se, leitura e escrita, inglês, artes plásticas, música, filosofia, conhecimento da natureza e da sociedade, educação do movimento – em todas as atividades o aluno não é absolutamente aquele estudante passivo da educação tradicional, mas, um aluno participante ativo no processo de construção do conhecimento. Em todas as áreas, os alunos têm a possibilidade de utilizar recursos como a Informática, e vivenciar experiências ricas, como aulas de culinária. Conhecer um pouco do  cotidiano de nossas crianças é obrigação, devemos acompanhar as atividades delas, não esquecendo que os pais ou responsáveis estão inseridos nesse rol de atividades, visto que também são responsáveis, afinal não se coloca uma criança no mundo sem o planejamento devido, e se os pais são neófitos nesse écran, que se eduquem os pais também. Com este procedimento que não custa caro, amenizaremos a violência, que hora graça na sociedade cearense e brasileira.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ESTUDANTE DE JORNALISMO DA FGF (FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA)-MEMBRO DA ACI (ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA).
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Enviado por Paivinhajornalista em 11/08/2006
Código do texto: T214429
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Sobre o autor
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Fortaleza - Ceará - Brasil
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