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Há um tesouro em seu guarda-roupas

Há um tesouro no seu guarda-roupas.

Sempre me disseram que Deus esta em todo lugar e também em todas as coisas.
Sim! Hoje acredito sinceramente nestas pessoas.
Por muitas vezes nos sentimos cheio de problemas. Muitas vezes achamos que é o fim.
Que o problema é tão grande que não existe solução. Chegamos a querer acabar com a própria existência.
Em meio século de vida passei por tudo isso. E, como sempre, temos a tendência em achar que o que acontece com a gente é o mais grave: por tanto é claro que vou afirmar que passei por tudo isso e muito mais.
Na verdade hoje percebo que vivi uma grande ilusão. A maioria dos problemas que me levaram a sofrer e entrar em uma profunda depressão eram ventos que insisti em definir como tormentas.
Num determinado momento, influenciado por leituras e palavras verdadeiras – colhidas aqui e ali. Sopradas em meus ouvidos por anjos do bem, sem nenhum interesse. Anjos em carne e osso - pessoas com consciência para admitir a necessidade de se praticar  a vida com humildade e altruísmo, neste mundo tão complexo.
Quando olhamos somente para o próprio umbigo não enxergarmos as desigualdades sociais que oprimem e escravizam mentes, ora inocentes por viverem a idade da inocência, ora por serem ignorantes se tornam inocentes.
E na verdade, estamos pensando que estamos pensando na gente. Mas não estamos: apenas obedecendo as regras que na maioria das vezes, não são nossas regras, muito menos nossos verdadeiros valores. Choramingamos um sofrimento que não tem fim: sempre relacionados com a raiva e o medo. Receita que gera essas, e, quase todas as outras emoções destrutivas. E, infelizmente os dominadores conhecem muito bem essa receita – medo gera entre outras doenças a submissão. E assim nascem e se perpetuam os dominados...

Mas felizmente, nós todos podemos acordar. Despertar! Olhar para além do nosso umbigo? Olhar para dentro. Ficar frente a frente com o espelho. Mergulhar no oceano de sombras que compõe nosso interior e perguntar? Quais são nossos valores? Quais os pilares da nossa verdadeira personalidade? O que é bom para levar nessa jornada e o que não é? Somos produto do manual social que se manifesta em todas as fazes de nossas vidas. Modelos de comportamentos seculares, aceitos incondicionalmente pela maioria dos cidadãos do mundo. Mas são regras boas? São todas benéficas ao nosso desenvolvimento?
Há valores que compramos por impulso. Fruto de uma sociedade de rótulos e formulas.
E a pergunta é? O que aconteceria se fizesse uma limpeza interior. Trocar essas idéias do mundo pelas nossas. Pela sua. Única e fundamentada em seu ensaio de vida e principalmente nos seus sentimentos.
Que tipo de pessoa você é? Amoroso, Durão, Carinhoso, Meigo, Agressivo, mentiroso, forte, fraco, cínico, hipócrita. Já se fez essas perguntas. Elas são importantes para você conquistar o mundo. Conquistar seus tesouros.
Porque antes dos tesouros do mundo, precisa conquistar você: o maior tesouro da terra, pelo menos para você.
 E isto é o que importa!.

...Numa tarde de sol e muitas nuvens e o azul predominante do infinito seduziam meus olhos. Encantando por tanta beleza saltei de uma montanha muito alta. Curiosamente comecei a flutuar. Pássaros que viajavam na rota dos aviões me cumprimentavam.
Meio sem saber se estava sonhando ou se estava acordado sentia o coração acelerado de felicidade. Não havia medo. Como num grande tobogâ com ramificações em túneis de vento meu corpo deslizava em direções cada vez mais para o infinito. Minhas roupas iam se desfazendo com aquele vento forte á medida que descia. Florestas, cascatas e o mar se tornavam próximos. Eu com meu eu comemorávamos uma rara sensação de bem estar. Desci ou pousei entre milhões de animais, pássaros e peixes. Era o canto mais bonito de todo o universo. Os animais nem me notaram – continuaram suas rotinas. E também não perceberam que eu estava nu - todo meu vestuário havia ficado nas fortes correntes de vento. Completamente nu. Afinal o que era nu? Acho que no dicionário deles inexistia o conceito, no meu: talvez. Talvez por que se fosse um sonho nada tinha a temer. Se fosse realidade era uma simples questão de conceito. E se aquele paraíso fosse um campo de nudismo? Então eu estaria vestido...

Sonho ou não procurei uma pedra e me sentei como os antigos filósofos gregos.


Meditando.

O primeiro pensamento nasceu das antigas leituras sobre, filosofia ocidental e outras mais distantes e mais antigas. Entre elas encontrei algumas, onde a idéia principal de nascimento vida e morte, parte da premissa que nascemos puros e temos como dever nos conservar assim.
Para isso é preciso, reverenciar os antepassados, praticar exercícios, principalmente os de respiração. Boa alimentação e meditar todos os dias. E nestes momentos, pode ter certeza que ouvimos Deus e ele também nos ouve.

A procura da identidade.

Descobri que eu era eu, mesmo nu. Sem marcação de tempo, sem roupas bonitas e nem mesmo os belos sapatos.
Minhas mascaras se desintegraram: o guarda roupa era grande demais para minhas necessidades.
Pensei – nunca precisei daquelas camisas de sedas, nem dos ternos importados e de marcas. Tão pouco de grandes automóveis que pesaram nos meus curtos orçamentos.
Caramba! Havia lutado a vida toda para coisas que na verdade não tinham lá tanta importância, pelo menos pra mim.
Percebi que a minha ansiedade que era muito alta, cairá a quase zero.
Nunca pensei que ao esvaziar o meu guarda roupas. Estava praticando a arte de esvaziar desejos supérfulos.
Sem carrões. Sem o grande apartamento e bem localizado. Fora do meu antigo papel de patrão.
Era para estar apavorado, uma surpresa: eu não estava. Nem mesmo com medo.
A coragem brotava como uma fonte de água pura.

A procura do verdadeiro.

Entrei no mundo dos ex.: ex-amigos. ex-esposas, ex – amigas. E finalmente o adeus tribo de longa data. Chorei? Claro que sim: chorei muito.
Estava literalmente só e nu amparado pela pedra. Generosa pedra que secava minhas lágrimas.
Eu era eu - minha única certeza.

A magia divina.

Saio da posição de pensador e busco respostas no infinito. A resposta vem singrando nas marolas de vento como uma pena de rara beleza. Junto um papiro enrolado como as mensagens enviadas a milhões de anos atrás –
“Somente o necessário o extraordinário queimará suas reservas de energia.”

Subi em cima da caridosa pedra e gritei bem alto: decididamente não vou mais questionar se é um sonho, um pesadelo ou um aviso dos deuses – vou á luta.


Ninguém precisa ser tão radical.

Somos fruto de uma cultura que valoriza o externo, as aparências e ninguém precisa ser tão radical. Na verdade é impossível mudar cem por cento. Mas se nos esforçarmos um pouco podemos enxergar caminhos mais suaves para se viver. O sucesso nessa civilização tende a ser rotulado. E esta fundamentada em tesouros visíveis. Normalmente ligado a expressões – os maiores, os melhores, a maior, milhões, bilhões.. A sociedade de consumo é imperadora da vontade de muitos, mas podemos nos esforçar para ter apenas o necessário. Podemos ter aquilo que não nos dá problemas, aquilo que nos facilita o dia a dia. Temos o direito de viver bem nossa estada nesta grande hospedaria chamada terra.

A faxina!

... Mas, a obsessão por relacionamentos autênticos, criou força.
O engraçado é que ao ficar quase com a roupa do corpo. Ganhando o dinheiro de manhã, apenas o suficiente para comer a tarde me trouxe uma outra luz: morrer não é fácil. É preciso muita coisa para matar um ser humano por vias naturais.
A primeira descoberta era que eu tinha personalidade forte e, portanto poderia estar machucando pessoas que ainda não tinham se descoberto a nudez da alma.
Pessoas que precisam acordar para si mesmo, olhar para dentro. Enxergar o que presta e o que não presta dos seus valores. Fazer uma faxina interna assim com se faz num guarda roupa. Jogar fora velhos pensamentos.
Descobrir-se e parar de pedir!
Ninguém aqui na terra pode substituir os ouvidos de Deus. Ele sim, o criador é o único que na sua magnitude tem planos para sua criação. E nós, ainda não temos a capacidade de entender, sequer a primeira letra do seu alfabeto.
Portanto precisamos parar de pedir privilégio.
Segundo alguns cientistas, somos produto da interação de átomos perfeitos, assim como os animais, vegetais e os próprios inorgânicos. Todos vivos, única e exclusivamente pela existência do átomo primordial, o átomo divino. Portanto, temos o bastante para tocar nossas vidas. Por que culpar o criador de nossa incompetência em administrar os recursos da terra. Recursos materiais e humanos.
 Precisamos sim: agradecer a todo instante a maravilha de estar vivo.
Preciso... Não! Descobri que não precisamos de quase nada para ser.
Nós já somos! Esta é a verdade...
E ai veio a grande revelação. Depois do choro. Depois da raiva. Depois de implodir a ansiedade, encontrei a paz.
Foi o momento mais sublime da minha vida. Falei com ele. Sim, a grandiosidade e a genialidade do ser, que chamamos de DEUS me ouviu.

Conversando com Deus.

Coisas fantásticas começaram a acontecer. Meu ser, agora tranqüilo e sereno estava integrado com o universo.
Meu cérebro parece que recebeu uma dose extra de neurônios rejuvenescedores: voltei a estudar as matérias que havia deixado de lado em prol da sobrevivência.
As leis da matéria segundo a física e a química ficaram mais claras. Toda a relação entre a dança dos átomos e tabela periódica encontrada nos orgânicos e inorgânicos agora, faziam sentido. E eu, havia ficado cego para essas maravilhas por meio século.
Viajei no tempo. No tempo em que o arco e flecha tinham o mesmo papel que a escopeta dos dias de hoje.
Descobri que as principais características encontradas nas células familiares no tempo “Hamurabi”, ainda sobrevivem e servem de base em nossa comunidade social contemporânea.
Pra ser sincero vivi o renascimento da minha identidade. Tudo melhorou: sumiu os problemas gástricos e a necessidade de tomar uma gelada para se sentir aceito.
Um pássaro. Um lago. A chuva. Um sorriso. Tudo voltará a fazer parte de mim. Claro que a raiva e a magoa também. Mas agora, estes dois últimos sentimentos não me derrubavam. Vinham e eu meditava e os dissolvia. Eles passavam tão rápido como a brisa.
Finalmente Deus mostrava a sua onipresença.

As descobertas.

O velho executivo de terno combinando com o carrão e o  relógio de grife cedera lugar para o homem de meia idade.
Como num passe de mágica nas suas mão os pincéis de grandes talentos da pintura começaram a fazer coisas. Coisas que outras pessoas gostavam. Quadros sobre marinas.e barquinhos de sonhos. Montanhas da serenidade. Geometria de quem nunca fez as ciências exatas. Coisas simples e nada acadêmicas, mas vinham da alma e tudo que vem da alma, no mínimo é bonito.
Exposta nas ruas de um dos maiores centros financeiros do mundo, a pintura convencia um ou outro. Elas eram compradas. Não importava os preços. Pagava algumas despesas básicas. O maior lucro era a magia de saber que havia algo nascendo do núcleo, do meu núcleo. Era algo meu e me fortalecia mais ainda.
Os mesmos dedos que engatinhavam nas telas brancas da imaginação, transportavam sonhos para os livros através do computador.
O primeiro livro surgiu das lembranças. Setecentos exemplares vendidos pessoalmente.
Quer dizer, vendido invadindo a tranqüilidade de um casal na mesa de um bar. Um viajante do aeroporto. Os jovens na porta de um museu procurando cultura.
Vieram outros livros. Vieram muitos. Em nenhuma destas descobertas havia a idéia pré-concebida do lucro, mas sim de sobreviver.

As criticas.
Antigos familiares e antigos amigos antes de afastar-me oficialmente de suas tribos, deram seus últimos conselhos.
Você ficou louco. Pintura e livros não dão dinheiro. Cultura não dá dinheiro. Morrerá de fome como mendigo de rua.
Tinham razão! O dinheiro acabou. Mesmo assim visitei os amigos mendigos. Levei a eles sopa quente. Dei dinheiro quando tinha e quando não tinha. Conversei com eles. Conversei muito. E fiz uma outra e grandiosa descoberta: não peguei nenhuma doença contagiosa e não fiquei abalado emocionalmente. Pelo contrario me fortaleci mais ainda.
Aprendi o que já sabia. Como muitos vivem com tão pouco. Muitos deles vivem com quase nada. Nem por isso desconhecem princípios de Ética e Moral. Essa aula foi fantástica.
 Voltei a acreditar no ser humano. Na verdade depois de vivenciar alguns exemplos de virtudes, vindos de lugares que a gente pensa ser impossível. Nossa fé em nossa espécie e na infinidade de coisas boas que ela pode fazer é redobrada.

O aprendizado.

Perdi o lar. Perdi o trabalho. Perdi as grifes. Fiquei sem dinheiro e virei um leão: como pode ser isso?
Acredito que quando estava protegido por todos esses escudos, adquiri uma mascara tão forte como uma grande e saudável cebola.
Ela é enorme e amarela por fora. Mas diminui de tamanho e tem uma cor transparente, depois de desnudada: descascada para tirar suas proteções já ressecadas, mas ainda úteis, pois servem de proteção ao núcleo. Sim: ela se torna poderosa e saborosa depois deste processo
Assim, antes de perder tinha muito medo. Minhas defesas, duras e ressecadas com o tempo fomentam esse medo da transformação. Por isso vivia segundo as vontades dos outros.
Roupas da moda. Alguém dizia que isso não combinava com aquilo. Outro que fulano disse que não gostava de mim. No trabalho a inveja me rondava dia após dia. E, então eu passava noites e dias quebrando a cabeça, queimando energia para resolver esses problemas, que na época pareciam insolúveis.
Para isso: vivia como um camaleão. Que a meu ver deveria ser o símbolo da hipocrisia e do cinismo.
Quando perdi tudo. Apenas chorei. Chorei muito para ser sincero! Mas não passou disso.
Fisicamente estou bem: faço muitos exercícios. Faço minhas preces sempre.
Meu corpo é coberto com roupas simples, com moderação, mas não sinto nenhuma diferença.
Não moro mais em um bairro nobre. O que também não me faz nenhuma diferença.
Enfim, aprendi que sou o que sou sem o meu guarda - roupas de imagens importadas do exterior.
Os publicitários que me perdoem: mas imagem, para mim não é tudo.
Tudo é a gente ser. E ser já é. Ponto.

A lenda de Fênix.

Acho que muitas pessoas conhecem essa lenda. Dizem: que o pássaro morto ressurgiu das cinzas após cair sobre ele uma gota de lágrima. Lágrima de amor autentica.
Portanto acredito que o sujeito, homem ou mulher, cidadão da sociedade atual precisa descascar sua própria cebola para depois ir á luta por seus objetivos.
Ora, enquanto ele se decidir por alguma coisa: com base nas opiniões alheias, ele nunca terá o sabor do ensaio. E o ensaio leva ao contato, mesmo que pequeno, num universo maior. Quantos jovens escolhem faculdades por acharem que ao receberem o canudo ficaram ricos. Aliás, o slogan de quase todas elas, e são muitas: é único: nesta faculdade os mestres são melhores que os mestres das outras. Aqui seu sucesso é garantido.
E milhares caem como patos, uma vez que o simples exercício da lógica demonstrará que em nosso país há pouquíssimas vagas de empregos em relação a sua enorme população e situação econômica, para algumas profissões é ainda pior, há muito: praticamente as vagas foram extintas.
Penso que o melhor é ser otimista. E para ser otimista e não ilusionista a pessoa tem que primeiro virar ela mesma. Coisa rara nos dias de hoje. Saber quem é. O que gosta. O que não gosta. Estagiar para vivenciar profissões que envolvam todo um plano de vida.
É preciso matar os falsos sonhos para se criarem novos. Aliás, não existem idéias originais, existem idéias que se originam. O que torna mais fácil o caminho da maturidade. Esta tudo ai. É só observar. Olhar com os próprios olhos e não com os olhos dos outros...
E é ai que entra a lenda. É preciso fazer uma limpa nas mascaras impostas e adquiridas desde os primeiros passos. Deixar tudo que não presta queimar em seu interior e depois se abrir para uma lágrima de amor próprio cair sobre as cinzas, porque para isso é preciso eliminar falsos sonhos. E fazer uma fogueira destes falsos sonhos também gera cinzas. E vai doer. Mas se quiser alcançar seu tesouro terá que suportar essa dor. E só depois alçar um voou otimista em cima de um objetivo saudável. Um objetivo que tenha a ver com o potencial individual de cada um. Afinal Deus não iria criar seres mecanicamente iguais e tão desiguais no núcleo. Somos idiossincráticos e isto é uma dádiva. Vamos fazer uso dela.

Planejando o futuro.

Depois que vencemos uma batalha. Principalmente a batalha interior. Aquela entre nós e nós mesmos vem uma imensa solidão. É um sentimento ruim. Isto porque ele tem um papel fantástico neste aprendizado, chamado vida.
A solidão nada mais é que um espelho enorme. Nosso momento de nudez.
Qualquer que seja a direção que você olhe ele reflete quem? Reflete você.
Então você fica num beco sem saída. Não tem para onde fugir. Você obrigatoriamente vai refletir sobre sua vida. Seus objetivos profissionais e pessoais. Família, antigos amores. Relacionamentos. Virá tudo a tona. E não dá para simplesmente criar nova mascara.
Depois de tudo que enfrentou é melhor fazer a coisa certa. E qual é a coisa certa ?
A principal delas é não ter pressa. Você é uma nova pessoa e precisa se conhecer. E quando o assunto é gente, não se pode ter pressa.
Olhe para sua alimentação. Estabeleça algumas regras. Preste atenção na sua respiração e descubra seu ritmo.
Preste atenção nas pessoas que o rodeiam. Elas possuem ou não, características com a sua nova visão de comunidade.
Tem alguém especial para ser lembrado. Como era o positivo e o negativo do relacionamento?
Internamente como você esta?. Triste?. Rancoroso?. Ou esta em paz com você mesmo.
Como anda sua leitura. Jornais, revistas e periódicos. Que parte da sociedade te atrai mais. Que parte você quer evitar?
Teatro, cinema e “vernissagem” é sempre um bom roteiro neste período.
Na solidão a música pode ser uma boa companheira. Um animal de estimação também.
Parece que não: mas esse é o verdadeiro planejamento. As diretrizes que surgem espontaneamente. Esqueça as velhas definições...

A Caça ao Tesouro.

Finalmente você triunfou. Um triunfo para ser comemorado num pódio pessoal e particular. Sem torcida. Essa só descobrirá com o tempo que você é um vencedor mais tarde. Agora que sabe o que quer, precisará dar um tempo para os outros.
Provavelmente menos ansioso, hoje você não fala tanto quanto antes. Também não tomará mais decisões compulsivas. Sem pensar. Sem meditar um pouco.
A pergunta é: que tesouro te deixará feliz neste planeta?
Casar pela primeira vez? Casar outra vez?
Ficar rico em moeda? Comprar casas e carros?
Ser jogador de futebol? Ser um cientista.? Pesquisador ou médico?. Não importa qual será a sua decisão. Porque agora ela será só sua. Ninguém vai induzir ou influenciá-lo.
Chegou á sua hora. Escolha o caminho. Assim como escolheu ser.
Ser o que você é.

Assim você poderá estabelecer o preço do seu Tesouro.


 Boa sorte.


 Jaeder Wiler


 
 





jaeder wiler
Enviado por jaeder wiler em 09/09/2006
Código do texto: T236236
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Sobre o autor
jaeder wiler
Mantena - Minas Gerais - Brasil
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