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Desafetos do passado... Será mesmo?

Nossa imprudência pode causar profundas seqüelas na alma das pessoas.

 

E na ciranda das vidas sucessivas, nos vemos por imperativos da reencarnação unidos àqueles que lesamos de uma ou outra forma.

 

Quando isso ocorre, não raro, sentimo-nos presos ao compromisso de restituir o equilíbrio àqueles que atiramos nos poços do desequilíbrio.

 

Alguns impacientes, cortam os laços e desertam, jogando tudo ao alto, abandonando o barco, todavia, continuarão presos aos compromissos assumidos por livre e espontânea imprudência na maneira de agir.

 

É com freqüência que ouvimos:

 

Meu esposo (a) é meu carma!

Detesto trabalhar neste lugar!

Não agüento mais minha família!

 

Ao pronunciar palavras desse tipo estamos dando a sentença:

 

-          A vida é mesmo difícil e estou aqui apenas para sofrer, pois nada corresponde aos meus anseios!

 

Criamos então dentro do ambiente que estamos inseridos animosidade com aqueles que convivem mais estreitamente conosco.

 

Alguns apressados tratam de proclamar:

 

-          São desafetos do passado!

 

Tentam adivinhar de todas as maneiras o porquê dos problemas nos relacionamentos e atiram a culpa sempre no que lhes convém.

 

Mas quando se diz que são “Desafetos do passado” pode até ser real, porém, não menos real é que “Desafetos do passado” podem ser, os amigos do presente.

 

Sim, porque o passado está lá atrás,  e para que o sepultemos , se faz mister o exercício do amor, primeiro nos esforçando por compreender as dificuldades alheias, para após verdadeiramente amar o próximo com todas suas virtudes e limitações, ou seja, amar as pessoas como elas são.

 

Apenas o exercício do amor pode desatar os “nós” construídos durante nossos períodos de descuido e invigilância.

 

Portanto amigo leitor, ao nos depararmos  com situações que pedem um maior sacrifício em prol do semelhante e de nós mesmos, o melhor a fazer é orar, pedir proteção ao alto e inspiração para continuar o caminho com a responsabilidade característica daqueles que querem conquistar o equilíbrio.

 

Porque enquanto houver alguns derramando lágrimas em virtude de nossas imprudências, jamais seremos felizes de fato.

 

Pensemos nisso!

Wellington Balbo
Enviado por Wellington Balbo em 22/09/2006
Código do texto: T246563
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Sobre o autor
Wellington Balbo
Bauru - São Paulo - Brasil, 41 anos
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Wellington Balbo