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A Insanidade de um Presidenciável

Em 01 de Outubro de 2006, o povo brasileiro terá que optar entre eleger um Presidente da República, ou "canonizar" um candidato ao cargo.

"A gente poderia pegar a história e iríamos perceber que, numa mesa de 12, um traiu Jesus Cristo" !

Da mesma forma, eu posso afirmar que "a gente poderíamos", encontrar na história recente do país, a clara percepção de que numa mesa vazia, no Palácio do Planalto, "um", traiu milhões de brasileiros, com a "cara limpa",
esterilizada à base de álcool a 40%, preparada portanto, para receber a hidratação de óleo de peroba, necessária para filtrar os raios solares que porventura penetrem no Airbus, em vôo a alguma parte do planeta, na certeza da incerteza de algum benefício para a Pátria !

Uma vez feita a comparação com Jesus Cristo, a analogia demonstra que a verdade está distante da realidade, assim como Plutão em relação ao Sol, e que recentemente deixou de ser reconhecido como um planeta, e reduzido a mera condição de um corpo celeste de pouco ou nenhum significado para a humanidade, com o risco de tender ao esquecimento ...

O pretenso candidato à Divindade, não multiplicou peixes, mas sim, alimentou e ainda alimenta os seus
próprios "peixinhos". Paradoxalmente à cura de enfermos, adoeceu não somente o povo, mas a própria saúde do país. Os únicos mortos que conseguiu ressuscitar, foram os fantasmas da dúvida de um futuro digno para as novas gerações, a descrença nas Instituições Democráticas e a absoluta desesperança de uma sociedade mais justa, merecedora de cuidados básicos que todo ser humano requer e merece.

Uma vez desprovido do menor grau de moralidade, ainda denigre a História do Brasil, ao mencionar Cabral,
o Pedro Álvares, como também tentar em vão, revestir-se da
importância de Tiradentes, tão mártir quanto as crianças indígenas que morrem por desnutrição, ou os doentes tratados no chão infecto dos hospitais, por descaso de "um" ausente daquela mesa vazia, tão conhecedor dos problemas nacionais, que metodicamente insiste em nada saber ...

Finalmente, paira uma dúvida intrigante: caso eleito for, o que será mais adequado no momento da posse, o mérito da faixa presidencial, a CRUZ ou a FORCA ?!


Por Alexandre Boechat
Em 25 de Setembro de 2006.
Alexandre Boechat
Enviado por Alexandre Boechat em 25/09/2006
Reeditado em 25/09/2006
Código do texto: T248641
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Boechat
Petrópolis - Rio de Janeiro - Brasil, 58 anos
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Alexandre Boechat