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Que tipo de jornalista eu quero ser?


Um jornalista é um comunicador do povo, é aquele que mastiga todas as informações para a compreensão dos mais leigos. É capaz de chegar aos lugares mais distantes e longínquos, para brigar pela tão preciosa informação que será repassada aos outros.

Nestes tempos modernos o jornalista tem muita importância e deve tomar cuidados para repassar a informação. Que este profissional da comunicação possa cuidar da informação como um bem precioso, como o médico cuida da vida humana, porque com o jornalismo podemos destruir povos e acabar com a vida das pessoas.

E infelizmente com a imprudência de alguns, muitos pagam pelos erros destes que afirmam ser profissionais de jornalismo. O mundo está mais ágil, mais rápido, entendo, mas não precisamos enviar uma informação de qualquer jeito como se estivesse repassando um memorando à alguém.

Afinal, temos a obrigação de repassar e ensinar aos outros os motivos dos juros subirem, por que as guerras são violentas ou por que um gosta do verde e o outro gosta do azul.

Um jornalista quando decide seguir esta profissão, primeiramente, crucifixa a sua vida social em favor à verdade em favor de descobrir o impensável. Afinal o mundo é imenso e ninguém vai descobrir tudo. Os humanos por si contam muitas histórias observam muitos fatos e estamos lá para apurar, checar, questionar e enfim escrever e publicar à maioria para que todos fiquem bem informados.

E completo, jornalista que decide seguir está profissão deve ficar preparado para tudo. Pois a cada dia abrimos uma caixinha de surpresa e desvendamos um mundo de alegrias, tristezas, desgraças e vitórias nesse universo que chamamos de vida. Todos que seguem a profissão sabem o que vão sofrer para conseguir enviar a informação para o interceptor.

Decidi me tornar um jornalista desde 1992, quando era um moleque com 8 anos de idade. Eu assistia com o meu pai o programa jornalístico do SBT, o “Aqui Agora” e lia o polêmico “Notícias Populares”.  Isto ditou que a sina da minha vida será o jornalismo. Posso ganhar pouco, mas serei feliz, porque estarei fazendo aquilo que eu escolhi por minha vontade e não por opção da família.

Não é uma profissão fácil como muitos pensam, como eu mesmo pensei, há uma série de compromissos que se quebramos podemos correr o risco de não exercer mais a profissão por cometer enganos irrecuperáveis.

Eu quero ser o jornalista comprometido com a verdade (tenho pavor a mentira), mesmo que eu pague um preço alto por isso. Pois, acredito que para seguir esta profissão é necessário ter uma coisa que nenhuma faculdade vai nos oferecer. Esta coisa é o caráter, que sai dos nossos berços, de nossa família. A partir disso, podemos pensar em se tornar jornalista.
Cido Coelho
Enviado por Cido Coelho em 02/11/2006
Código do texto: T280488

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Sobre o autor
Cido Coelho
São Paulo - São Paulo - Brasil, 32 anos
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Cido Coelho