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A OBSERVADORA!


A OBSERVADORA!
(O DOMÍNIO DAS EMOÇÕES TEM POR BASE A JUVENTUDE CONSCIENTE E... OBSERVADORA!).

Uma criança é foco das atenções dos familiares mais próximos dela, está sempre numa “muralha” de pernas em esquivas “cambaleantes” indo, quase sempre, parar no rés-do-chão com um berreiro entrecortado de soluços para receber atenções, aprendendo logo que, chorando... Receberá às carícias dos adultos!
Quando, no quintal, sente-se numa “selva” de objetos onde procura subir para ver mais longe... Novas quedas, choros e, mais... Carinhos! Com a repetição apelativa, acaba por minar a paciência do seu protetor ocasional, de afagos, passa a receber pequenos safanões, ainda suaves sem intenção de magoar, mas... Magoando! “Quem espera farinha não gosta de receber farelo!”.
Tão logo ganha mais alguns anos em sua “vidinha”, ainda inocente, começa a ser corrigida com mais rigor e não receber, a todo o momento, o apoio depois das travessuras do cotidiano, às quedas terminam e os braços que a protegiam já não a envolvem com a freqüência aparadora e constante de antes, as corrigendas substituem os sorrisos, justificado pelas dificuldades e  problemas pelos quais passam os mais velhos, a criança não entende, todavia, continua fiel ao seu princípio básico que é viver, tão e simplesmente, como a vida se lhe apresente.
Pouco tempo depois, ela se vê numa escola infantil com outros pequerruchos, os seus olhos brilham felizes na expectativa do desalinho, brincar no chão, correrias e folguedos diversos, porém, é contida pelos mestres que, com novas “muralhas de pernas”, a colocam em um “corredor polonês” na direção da diretoria, onde fica sabendo que está apenas num primeiro degrau e que terá que ir subindo aos poucos, para, só então, fazer parte das “muralhas” dos adultos que, com as suas longas pernas, dão passadas na direção de alguma fortuna no fim do “arco-íris”.
Nos seus poucos anos, não consegue compreender por qual razão os adultos acham um monte de ouro melhor do que um de areia, roupas impecáveis do que amarrotadas, e terem o tempo cronometrado e controlado ao máximo. Para ela, viver! É estar brincando e deixando o conta-gotas do tempo escoar e só parando nos momentos de dormir, não consegue entender por qual razão os pássaros e animais não estudam e, mesmo assim, são felizes nos seus gorjeios e volteios pelos céus e pradarias, só parando ante um imprevisto alheio à vontade deles.
Certo dia, ao passear com os seus pais, viu uma flor que eles disseram ser lírio, era de uma “roupagem” linda e se alimentava em um lamaçal ao redor das suas raízes; não teve inveja por perceber que a flor não poderia locomover-se por si só e que a sua mãe não deixaria que ela fosse arrancada do lamaçal, ficou pensativa e prometeu a si mesma não mais ter nojo de lama, pelo menos perto de uma flor tão bela. Na noite seguinte, após o primeiro dia de aula, de onde saíra contente, muito embora reclamando do horário de brinquedo tiver sido apelidado de “recreio” com momentos controlados, marcados, e com área delimitada pelas donas das “muralhas de pernas”, acabou indo dormir mais cedo sem bagunçar a sala onde a sua mãe, distraída, sempre via novelas na televisão; no seu quarto, após brincar com os travesseiros e com o cortinado, acabou por pegar no sono.
Assustada! Viu-se sentada num canto de um barraco tendo um saco de roupas sujas por travesseiro e cama, o local era fétido e os seus pais estavam embriagados, com o ar circunvizinho estando quase irrespirável; panelas velhas estavam desarrumadas sobre um fogão, um pano cheio de remendos vedava a porta de um quartinho de onde exalava um cheiro ruim... De bosta mesmo! Tentou acordar os seus pais e, apavorada! Viu que eles estavam mais morenos e com as suas roupas totalmente puídas e encardidas, sentiu um pavor imenso e uma fome lancinante sem entendê-la, por ter tomado um suculento lanche antes de ir dormir, levantou-se e foi ver o quartinho, lá, encontrando uma privada lotada de fezes, nome que aprendera na escola, muito embora achasse bosta mais bonito. Aos poucos, foi reparando o local e pressentiu que tudo não passava de um sonho ruim do qual não conseguia se desfazer. Com o passar dos minutos na cadência inconstante do evento, notou que se encontrava no quintal do barraco cercada de latas de lixo, para ali levadas para serem restolhadas pelos seus “pais”; a fome continuava a “morder-lhe as entranhas”, gritou pedindo café e ouviu uma voz feminina vinda da casa-quarto: “Ocê sabe qui num teim! Vá pidir na rua de baixo e tráis prá nóis!”, ao que informou: pode deixar que eu tomo na escola!, Tendo por resposta um berro tonitruante masculino:
“Cadelinha! Fia de favelado desempregado só tem por escola as esquinas onde vende balas roubadas de caminhões estacionados! Vá buscar o café que a tua mãe mandou!”.
Completamente desorientada, a menina rompeu uma cerca de bambu e caiu no vazio de uma ribanceira adjacente... Acordou no tapete ao lado da sua cama e em sua casa. Foi ao quarto dos pais, aliviada, notou que eles dormiam pacificamente na penumbra do quarto deles. Retornou ao seu quarto após utilizar o seu toalete perfumado, resolveu que não contaria a ninguém a respeito do sonho, queria, por si só, assimilar àquela experiência nova mesclando-a com os ensinamentos, ainda parcos, recebidos dos pais, da escolinha e da televisão, quando lhe deixavam assistir noticiários de adultos.
Em algum lugar escutara que a “imprudência era uma mestra implacável que dava a missão primeiro e a lição depois”, a lição recebida no sonho não lhe interessava trilhar, para tal não ocorrer, teria que se aprimorar na missão que, doravante, pudesse vir a acontecer-lhe e, dela, tirar ensinamentos no percurso para evitar que fosse acabar, pela prática da imprudência, no tal casebre de embriagados no alto da favela.
No domingo seguinte, pediu ao seu pai que desse com ela uma volta pela favela em local onde não houvesse perigo, foi atendida de imediato, voltou da favela mais encabulada por ter visto sinais evidentes de que outras crianças estavam ali vivendo tal e qual ela estivera em seu sonho, todavia, Àquelas, não tinham como “acordar” ou “cair num tapete persa em casa rica”. Não tendo experiência, nem a dos anos vivido e, também, não querendo confidenciar à respeito do seu sonho, entendeu que o melhor a fazer seria passar a observar os detalhes ao redor, principalmente, fora do seio familiar para não sofrer nenhuma influência. Estava, assim, começando um trabalho autodidata sem nem ao menos saber o significado de tal vocábulo. No primeiro dia seqüente de aula, observou, de um canto mais isolado, que cada criança levava uma merenda diferente no preço, perguntando, ficou sabendo dos colegas que isso ocorria em razão dos pais terem, ou não, mais, ou menos, dinheiro disponível para eles. Viu, também, no trajeto escola/residência, moradias ricas e pobres, escolas altaneiras e corriqueiras, vira homens bem trajados e mal vestidos, carros “do ano” ao lado de calhambeques, e... Uma série de “coisas”, inclusive restaurantes ao lado de baiúcas. Gravou tudo na memória para ser analisado em casa e no seu quarto, previu que não poderia deixar de brincar sob pena de ter um “estresse”.
Deitada em sua cama, deixou passar na mente um “quadro” de tudo o que vira naquele dia, chegando a uma conclusão:
Às desigualdades não giravam só no setor financeiro dos responsáveis pelas crianças, isso, em razão de algumas meninas ricas levarem para a escola merendas de preço módico, talvez, até por mesquinhez ou desamor dos pais, também na rua vira pessoas conhecidas e ricas em trajes pobres, até o “seu Zito”, um ricaço seu vizinho, era dono de um “fusquinha”. Se o problema não era apenas de dinheiro, ele só poderia ser em sua maior parte... SOCIAL!
No dia seguinte, procuraria saber o que entendera por “social”, palavra essa que ouvira na “TV” dita por políticos em seus pronunciamentos de “falação”.
Um novo sonho aconteceu, contudo, com outras conotações, embora parecesse ser um prolongamento do anterior, viu-se na favela, dentro de um automóvel, estava observando duas crianças de idade aparente com a sua, uma subindo uma escada de mármore com luxo visível, a outra, subia numa escada de bambu com brotos ressecados e tendo os degraus amarrados com cordéis.
A criança na escada de mármore, estava bem vestida e subia a passos largos, enquanto a outra, na escada de bambu, se encontrava vestida de trapos e subindo com dificuldade, todavia, agarrando-se célere nos bambus, estava par e passo com a outra, por aproveitar os longos momentos de “recreio” da menina rica. No alto das escadas, estavam duas palavras, na de mármore: Faculdade! Na de bambu: Penitenciária! Quase ao final delas estavam dois patamares, na de mármore estava à palavra Vestibular, na de bambu: Febem!
Acordou assustada e decidiu que, após tomar o café, faria uma análise do que sonhara por último. No dia seguinte, foi para a lavanderia da sua casa mentindo para a sua mãe que teria que fazer um trabalho escolar, tão logo se viu sozinha, passou a imaginar-se na favela revivendo os dois sonhos e procurando encaixar um no outro, ao mesmo tempo em que procurava afastar-se dos “atores” dos sonhos. No principio, houve dificuldade, ora subindo na escada de bambu, ora na de mármore, sofrendo, dessa forma, às duas influências, que considerou negativa. Aos poucos, conseguiu imaginar-se em plano superior ao da “Faculdade” e da “Penitenciária”, notando que, em cima, no ponto imaginário, via a escada de bambu como dois pontos lado a lado com a de mármore, esta, vista como um hífen, palavra essa que aprendera na escolinha. Por uns momentos imaginou que a diferença poderia ser resolvida trocando as crianças e deixando que a mais pobre usufrui-se da “escada de mármore” enquanto a menina rica passasse ás agruras na “escada de bambu”, idéia essa que, imediatamente, desprezou! Por entender que estaria apenas trocando a matéria humana e a somatória seria a mesma, resultando uma na penitenciária e a outra na faculdade.
Depois de certo tempo, observou que os dois pontos (tais como eram vistos os dois bambus do seu ponto de paralaxe) eram a resultante de trabalho árduo, mas, com esforço dividido e, o hífen, era também um trabalho difícil, porém, com união ombro a ombro, tal e quais pessoas lado a lado, em série, com direção definida.
Só achou uma solução: vir de fora um traço de união que poderia juntar os dois pontos fazendo deles um hífen maior, traço esse que poderia vir da retirada das arestas do hífen que percorria a escada de mármore com falência de energia, já que a menina que subia na escada de bambu estava no mesmo nível da menina da escada de mármore, isso, porque, a pobre aprendera com a experiência, labuta e sofrimento diário uma forma de projetar-se do marasmo da sua vida, se não for ajudada a transpor o último degrau de bambu, acabará, injustamente, chegando ao topo a caminho da... Penitenciária!
Apesar dos seus tenros anos, contudo, com a inteligência vários níveis acima da média normal dos seres humanos, a “menina observadora” não ficou totalmente satisfeita com a solução ligeira e fugaz encontrada por ela, alguma coisa importante estava fora do lugar ou lhe fugindo ao entendimento. Num rasgo de raciocínio límpido, lembrou-se de que a única justificativa para ter-se isolado naquela lavanderia, era o de escamotear-se fugindo dos meandros palpiteiros dos adultos, que em nada poderiam ajudar-lhe, não fora assim, eles mesmos teriam, há anos, sanado e saneado o problema, o que lhe dera a convicção de que a solução não seria tão fácil como lhe parecia. Novamente, passaram na tela da sua visão mental todos os dados que tinha coletado, num relance, teve a convicção de que unir os dois pontos ao hífen com parcelas desprendidas de um deles não resolveria o impasse, porque, na frente da menina pobre haveria sempre um patamar denominado “Febem!” que logo notou ser inferior ao outro patamar, pomposamente chamado de “Vestibular”.
Reforçar o lado mais carente com uma ajuda sem planejamento no itinerário para o “vestibular”, não resolveria nada, era como dar sementes terrestres para serem plantadas em alto mar, ou vassouras para varrerem ás nuvens. O ideal para ambas às partes seria fazer um traço de união interligando, no percurso, às duas escadas, com a de mármore tendo um lance de degrau maior e o patamar final ser comum para ambas às meninas, ficando o da “Febem” apenas como recurso irrestrito de controle de crianças ou jovem infinitamente irrecuperável, que só lá chegariam após terem sido desgastados todos os meios viáveis e imagináveis de mutação em direção do patamar denominado “vestibular”.
Satisfeita com o seu raciocínio, abandonou a lavanderia onde se escondera, e foi brincar como se nada tivesse acontecido, acreditando que deveria continuar como uma “observadora silente” do mundo que a rodeava, com os olhos mirando vários outros "mundos" diferentes do seu, e igual um navegador extraterrestre em viagem de pesquisa. Sabia da sua impotência em resolver os problemas, mas, acreditava que o poder do pensamento era incalculável e imensurável a critério da mente que o agasalhasse.
Não mais se preocupou com a restrição dos seus folguedos nos recreios, imaginando que, naquele momento, outras crianças estariam vendendo balas nas esquinas de uma avenida qualquer com o estômago sendo comprimido pela fome, via, com a mente, que em algum gabinete, uma autoridade dava entrevistas de como mudar a situação de penúria da população e como controlar os menores delinqüentes, jogando tudo para o futuro e massacrando o presente com á sua incapacidade funcional. Para a menina “observadora pensante”, àquela autoridade parecia-lhe uma indumentária ambulante/falante, ornada de bela gravata e anéis de ouro, mascarando às suas mazelas chagásicas, resultantes do marasmo de soluções pelas quais sempre trafegara em cabotagem longe do cerne do assunto em tese.
O equilíbrio da população para passar pelos degraus das “escadas” em direção do vestibular do saber e da sabedoria, não está em apontar o “fundo do poço” sem dar às diretrizes de como escapar ou sair dele para a escalada dos “degraus’ da escolha meritória e da vitória garantida, é necessário a aglutinação do saber e do tirocínio mesclado de auxílios diuturnos de todos os dirigentes e líderes, contudo,  também tem que haver a vontade de cada um em mudar de “escada”, nessa conjuntura, uma simples criança pode ser a peça chave para a modificação :
O diamante sempre se destaca da sua formação de gorgulhos, pedregulhos e areias, sem se envergonhar do seu passado de... Carvão!. Uma criança jamais será seqüentemente mesquinha, se o for, é resultante da influência dos adultos, Ela não divide os seus pertences com as demais, no entanto, ao se empanturrar, seja de guloseimas ou quaisquer outras coisas, jamais os guardam, simplesmente, distribui a sobra com os demais necessitados, sem espalhafatos ou exageros na doação voluntária. Um adulto mesquinho, guarda a sobra, inclusive do seu patrimônio, cultura e sapiência, com jactância e orgulho do feito, deixando à deriva os necessitados, está, com isso, dando um coice na escada de bambu para mais longe da sua. Quando o adulto é dadivoso e de sabedoria plena, distribui a sua sobra guardando apenas um pouco para as “intempéries” da vida futura, dessa forma, torna a puxar a escada de bambu para mais perto de si, trazendo com ela os infelizes das “margens”, no entanto, esse vai e vem da escada fraca vai esfacelando às suas maristemas e arestas fibrosas, tornando, dessa forma, ainda mais difícil o percurso do pobre que, para não ser dela projetado, em cada aproximação, invade a escada de mármore sem o devido merecimento, essa invasão é feita pelos “marginais” da pior espécie e que passam a ser sugadores dos bens materiais dos mais abastados, sem assimilarem deles os bens intelectuais e culturais, por não terem o merecimento antecipado à invasão ocorrida.
A menina retornou da aula e foi homiziar-se em seu quarto alegando que iria dormir um pouco, os seus pais nem perceberam que ela estava agitada. No quarto, fez uma análise juvenil e chegou a mais algumas conclusões:
Igualar os ocupantes das escadas sem a formação moral dos mais carentes, de nada serviria. Distribuir às rendas com os mais necessitados sem ministrar-lhes o conhecimento de como usufruírem delas, era dar ventos à tempestade! Empurrar a escada de bambu para mais longe, era o mesmo que envergar um arco com a ponta da seta na direção do arqueiro, em razão da base da escada de bambu estar, lado a lado, com a de mármore. Puxar as escadas, unindo-as! Sem um preparo de igualdade de ação, pensamento, fé e cultura, era o mesmo que misturar,  feijão” bichado” com o bom, em uma vasilha com água, onde, o defeituoso na certa boiaria por ser o pior e ter sido ali colocado sem a devida escolha, vestir-se de autoridade constituída, dar entrevistas pomposas, prometer “mundos e fundos”, efetuar visitas esporádicas, doar bens materiais sem ensinar como utilizá-los, aumentar impostos, policiamento, viaturas e outras “coisas”, pouco ajudará para a união ao hífen para o travessão da unificação, o que é preciso ser feito é parar, sentar, conversar e receber a luz da razão pura da sabedoria a ser aplicada, se isso não for o certo, então, para que fim existe as Faculdades e os estudos superiores?  Ou, seriam meros distribuidores de diplomas específicos?
Na mesa dos estudos em uma repartição adequada, deveriam estar: uma criança, um pedinte esmoler, um religioso, um policial, um jurista, um jornalista, um político, um empresário, um bandido, um cômico, um ator ou autor dramático, um educador, um médico, um cientista e, outros!, A missão principal seria a rapidez de uma chegada ao comum acordo, após cada um (a exemplo do que a observadora fez neste relato) apresentar a sua versão da união de todos, eliminando, de vez, os dois pontos da escada de bambu. Naquele instante, a garota decidiu que, quando fosse adulta, não desdenharia a escada de bambu e, lá iria sempre que pudesse, levando aos seus ocupantes o “saber” que adquirira e a ajuda de que eles precisassem, com parcimônia e adequação a não os humilhar; seria sempre um baluarte ou um estandarte á espera que a reunião, por ela imaginada, um dia pudesse transcorrer em prol da junção completa dos seres neste planeta de sofrimento:
Vale de lágrimas do universo!
Seria, doravante, uma seguidora de “Ghandi” e imitadora de “Madre Teresa de Calcutá”, por ter entendido que A FORÇA ESTÁ MAIS PRÓXIMA DA INJUSTIÇA, E QUE A CARIDADE E A MISERICÓRDIA É O PORTAL PRINCIPAL DA FELICIDADE.

S.A.BARACHO
conanbaracho@uol.com.br

Sebastião Antônio Baracho Baracho
Enviado por Sebastião Antônio Baracho Baracho em 03/11/2006
Código do texto: T281178
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Sobre o autor
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Coronel Fabriciano - Minas Gerais - Brasil, 79 anos
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Sebastião Antônio Baracho Baracho