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Orçamento familiar.

De grande utilidade o programa Globo Repórter -  veiculado pela Rede Globo de Televisão,   que tratou na última sexta feira  01/12/2006 - ,  de importante assunto: Orçamento familiar.

Muitas pessoas se perdem na hora de administrar suas finanças por causa de uma questão básica: Gastam mais do que ganham.
O segredo não está em ganhar muito ou pouco, mas sim, na forma como se administra suas finanças.
Se você, caro leitor, é daqueles que sai para comprar um sapato e volta com um sapato, uma calça, duas camisas, dois cintos e de quebra aparece com um novo aparelho de celular, porque o outro que você tinha não bate foto,  saiba que seu orçamento corre sério risco de estourar. É que você, meu caro, está incluso na lista daqueles que perdem facilmente o foco dos objetivos,  e deixam se deslumbrar com a aparente facilidade de consumo que o mercado oferece.

E para colaborar,  nossa sociedade ocidental, movida pelo capitalismo,  propaga esse intenso consumismo, que a níveis exagerados,  causam rombos difíceis de serem reparados nas finanças domésticas.
Venha para cá, dinheiro fácil e rápido! Diz sedutora mensagem de algumas financeiras.
Ei, você quer cartão de crédito? Que tal aumentarmos seu limite no banco, as taxas são baixas?
Tanta facilidade conquista quem não tem objetivos bem definidos, deslumbrado que se está com as “maravilhas” que lhes oferecem, não raro, caem em complicações financeiras.

Há que se atentar para o conselho da economista Miriam Leitão: Dinheiro é mercadoria, e como tal, deve ser pesquisado, as taxas de juros são atraentes? O investimento vale a pena? Não seria melhor poupar e esperar um pouco mais? Será que isso é realmente necessário?
Para que não se caia nas malhas da ditadura do Consumismo,  é preciso que identifiquemos nossos objetivos, a fim de que não percamos o foco: O que nos é importante para esse momento? Investir em nossa educação? Ou trocar de aparelho celular? Comprar um carro novo? Ou poupar para a casa própria?

E definidos os objetivos, vamos ao planejamento de nosso orçamento, eles estão divididos em três partes e devem ser criteriosamente anotados:
Despesas – Receitas – Reservas.

Despesas – Contas de água, luz, aluguel, higiene, educação,saúde, lazer...
Receitas – O que entra de finanças – Salários, comissões, gratificações...
Reservas – O que conseguimos poupar para realização de objetivos: Trocar de carro, viajar, comprar um micro novo...

Freqüentemente ocorre de Despesas serem maiores que Receitas, então, além de não sobrar nada para reserva, estamos literalmente no Vermelho.
Só há uma maneira de sanar esse problema: Cortar gastos extras. Menos tempo no banho, economia na luz, diminuir o número de carnes com prestações...

Outro ponto importante: Se no final do mês sobrar dinheiro, o melhor a fazer é investir com inteligência, as formas são inúmeras: Poupança, aplicações em renda fixa ou renda variável, planos de previdência privada...

Bem, caro leitor, simples não? A teoria é sempre bem mais simples que a prática, todavia, é imperioso para uma boa saúde financeira, que procuremos, queimar as pestanas, para fazer andar junto Teoria e Prática.

Pensemos nisso!

Fonte de pesquisa - http://www.jauinfo.com.br/ - com base em artigo de PATRICIA Botari.
Wellington Balbo
Enviado por Wellington Balbo em 02/12/2006
Código do texto: T307441
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Sobre o autor
Wellington Balbo
Bauru - São Paulo - Brasil, 42 anos
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