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A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA A APRENDIZAGEM DA CRIANÇA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do título de licenciado em Pedagogia.

          Dedico este trabalho... Ao grandioso e maravilhoso Deus pois sem Ele nada seria possível.
                                                                                                                                                       
A toda a minha família, em especial a minha  esposa Leila e meus filhos Guilherme e Jaime júnior


AGRADECIMENTOS

Ao grandioso Deus por mais esta vitória alcançada, pois me deu força e me concedeu sabedoria e paciência nas horas difíceis para que pudesse alcançar meus objetivos.

A minha família, esposa e filhos pelo tempo dispensado, a compreensão e o apoio nos momentos que precisei, porque de algum modo sempre estiveram presentes neste caminhar de lutas.

A todos os professores e orientadores que tiveram paciência em ensinar e me fazer refletir sobre os caminhos a seguir.

Aos colegas e amigos, e ainda a todas as pessoas que de alguma forma contribuíram para que aqui eu chegasse, e eis que hoje chega ao fim. Deixo aqui a todos os meus sinceros agradecimentos.


“Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada um.”
                                                          Platão

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MACIEJEWSKI, Jaime Vital. A Importância do Lúdico Para a Aprendizagem da Criança da Educação Infantil. 2009. 25 folhas. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação – PEDAGOGIA) – Sistema de Ensino Presencial Conectado, Universidade Norte do Paraná, Vitória-ES, 2009.


RESUMO

A presente pesquisa teve como objetivo principal a reflexão sobre a importância do lúdico e a relação que este tem como principal facilitador para o ensino da criança, e no sentido de mostrar o seu significado e da sua importância e o quanto ele é indispensável durante o aprender no desenvolvimento infantil, utilizou-se de pesquisa bibliográfica tendo como definição de termos como o jogo e a brincadeira. A partir disso e com a ajuda de alguns estudiosos foi possível caracterizar que as atividades lúdicas devem e precisam ser aplicadas nas crianças em fase escolar porque trazem benefícios e se não proporcionada até prejuízos, em relação às variedades de brinquedos ou brincadeiras mostraremos que estas são importantes para estimular o desenvolvimento e a aprendizagem da criança, levando-a superar as barreiras e possibilitando um relacionamento com o ambiente a partir de diferentes enfoques, fazendo com que esta possa usufruir nas diversas fases de sua vida como estimulo a ação do brincar e o educar re-significando para ela o compromisso com uma educação transformadora.


Palavras-chave: Aprendizagem. Lúdico. Educação infantil.

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO---------------------------------------------------- 07

1- A DESCOBERTA DO LÚDICO COMO FORMA DE EDUCAR----------- 09

1.1. HISTÓRICO DO BRINCAR-------------------------------------- 09
1.2. DESENVOLVIMENTO COGNITIVO-------------------------------10

2- O LÚDICO E O DESENVOLVIMENTO INFANTIL ------------------- 13

2.1. AS FASES DO BRINCAR ---------------------------------------13
2.2. BRINCANDO E APRENDENDO ----------------------------------15

3- A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA A APRENDIZAGEM ------------ 17
3.1. ATIVIDADES LÚDICAS ----------------------------------------17
3.2. OS JOGOS E AS BRINCADEIRAS ------------------------------ 19

CONSIDERAÇÕES FINAIS------------------------------------------ 23

REFERÊNCIAS---------------------------------------------------- 24


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INTRODUÇÃO


O presente projeto de Término de Conclusão de Curso traz como linha de Pesquisa a área de METODOLOGIAS DE ENSINO tendo como escolha o tema, A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA A APRENDIZAGEM DA CRIANÇA DA EDUCAÇÃO INFANTIL, pois quando partimos do princípio de que é de competência da escola em transmitir o conhecimento acrescentado ao longo da historia, e sendo que a criança é possuidora da própria vida, tendo o direito de vivê-la. É de necessidade que possamos compreender que a instituição escolar durante seu trabalho no ensinar deve manter um equilíbrio entre o esforço e o prazer, e um espaço para debates, reflexões e análises a respeito do brincar como meio significativo nesta intuição de educação.
 Os principais objetivos no desenvolvimento de pesquisa deste Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), são de Conceituar o lúdico na Educação Infantil e seus modelos; Compreender o processo da aplicação do lúdico na educação infantil durante o desenvolvimento de atividades educativas; Identificar e compreender o universo lúdico, a importância do brincar; e os seus diferentes significados; e Refletir sobre a contribuição do lúdico para aprendizagem dos alunos. Para a realização dos objetivos propostos o desenvolvimento desta pesquisa foi realizado estando baseada em pesquisa bibliográfica (estudo teórico).
Ao justificar a necessidade do BRINCAR no APRENDER a presente pesquisa referencia-se no que vários teóricos vêm se direcionando nos últimos tempos, é onde estão fundamentadas as necessidades dessas atividades como brincar, desenhar, cantar, dançar entre muitas outras, que é de fundamental importância para o desenvolvimento da autonomia e da própria identidade, e inclusive estas atividades podem refletir o que se pensa ou esta sentindo.
 E por acreditar no lúdico como uma forma de trazer a criança para perto é que sentimos a necessidade em escolher este tema como forma de tentar compreender e refletir de forma clara e responsável que a criança não é um adulto em miniatura e sim criança pequena como é, e poderemos assim ver a importância de se incentivar o brincar durantes as varias atividades e aprimorá-las de forma a estarem mais presentes no contexto escolar.
A metodologia utilizada para este estudo foi primordialmente através de leitura critica de diversas obras relacionadas, após a realização de levantamento de informações teóricas de pesquisa bibliográfica básica já pesquisada, utilizando-se ainda de obras literárias, pesquisas em bibliotecas (local e digital), textos, pesquisas na internet e ainda seus respectivos fichamentos. Reiterando sempre o destaque da importaria do brincar na sala de aula e na Educação de crianças e do papel do lúdico para a formação e no processo ensino aprendizagem.
Depois de perceber as tantas dificuldade tanto dos profissionais da educação em ensinar na forma tradicional quanto os alunos em aprender desta forma seguimos por uma linha de pesquisa e um projeto que pudesse contemplar a todos.
Este trabalho bibliográfico foi estruturado trazendo como proposta o resgate ao lúdico, valorizando-o como recurso importante e necessário durante a aprendizagem infantil de forma que possa ser entendido além das expectativas pelos educadores, contribuindo para que estes se apaixonem e aproveitem dos recursos disponíveis ao utilizar do brinquedo e das brincadeiras durante suas aulas.

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1. A DESCOBERTA DO LÚDICO COMO FORMA DE EDUCAR

1.1 Histórico do brincar

Desde os tempos mais remotos da humanidade, ainda na era medieval o lúdico era conhecido com uma maneira de aprender e já era explícita a importância do brincar no desenvolvimento integral do ser humano. Aristóteles quando classificou os vários aspectos do homem, dividiu-os em homo sapiens (o que conhece e aprende), homo faber (o que faz, produz) e o homo ludens (o que brinca, cria) e em nenhum momento, um dos aspectos sobrepôs o outro como mais importante ou significativo. Na sua imensa sabedoria, os povos antigos sabiam que a mente o corpo e alma são indissolúveis, embora tenham suas características próprias .
Portanto mesmo nas sociedades mais antigas já se compreendia da necessidade da criança ser criança e ter o direito a brincar, entretanto nos dias atuais Levar o lúdico para sala de aula é estar na busca por uma melhor qualidade na educação e inclusão social, e vai sendo utilizada cada vez mais em proveito para uma melhor aprendizagem, a diversão independe da classe social, cultural e nível educacional, ou por serem jovens, adultos e idosos ou crianças.
Em 1837 as crianças já eram consideradas como plantinhas de um jardim, e o professor o jardineiro. O primeiro jardim de infância foi fundado por Friedrich Wilhelm August Fröbel (pedagogo alemão-21/04/1782 a 21/06/1852) onde que estas  crianças se expressavam pelas atividades de percepção sensorial, da linguagem e do brinquedo, sendo que a a linguagem oral era associada à natureza e à vida. FRÖBEL foi o primeiro educador a destacar a necessidade do brincar enfatizando o brinquedo, e a atividade lúdica ao apreender, e o significado da família nas relações humanas.
A escola diante de muitas mudanças que acirraram contradições internas e externas de várias nações ou povos, vai sendo  incluida e inserida num cenário de modernidade, tendo que lutar para vencer seus próprios e novos desafios. Alguns estudiosos dizem ter constatado que hoje a escola objetivamente, não tem conseguido garantir uma apropriação significativa de conteúdos, e neste caso não vem sendo capaz de preparar o sujeito  para o mercado de trabalho e nem mesmo para a sociedade ou para mundo que o cerca.
No artigo 31 da Convenção dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que diz: "Toda criança tem direito ao descanso e ao lazer, a participar de atividades de jogos e recreação apropriadas à sua faixa etária, usufruindo livremente da vida e das artes". (ONU, 1995). Sendo dever direcionado exclusivamente aos adultos, que respondem pela qualidade de vida das crianças, em proporcionar este instrumento do brincar, para que se possa contemplar a diversidade do lúdico.
No Brasil  os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) ditam que:


À medida que vamos, nos integrando ao que se denomina uma sociedade da informação crescente e globalizada, é importante que a Educação se volte para o desenvolvimento das capacidades de comunicação, de resolver problemas, de tomar decisões, de fazer inferências, de criar, de aperfeiçoar conhecimentos e valores, de trabalhar cooperativamente. (1999, p.251)

Mesmo assim no Brasil as políticas educacionais por muito tempo estiveram ligadas a uma estrutura burocrática, ocasionando com isso um sistema educacional ineficiente, com índices que colocam o país em último lugar com números baixos de conclusão do Ensino Fundamental, se comparado com os países da América Latina.


1.2 Desenvolvimento cognitivo

Vygotsky (1989), em relação às crianças considera que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo da vida juntamente com o seu desenvolvimento. Em sua visão sócio-histórica considera que a brincadeira e o jogo são atividades específicas somente da infância, afirmando que as crianças simplesmente recriam a realidade existente ao usar os símbolos.  Sendo desta forma que a criança que brinca cria uma zona de desenvolvimento próxima considerado como a distância entre o nível de desenvolvimento atual, que tem capacidade de resolver de forma independentemente um problema, e o  nível de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema, sob a orientação do educador ou um adulto.
A noção de “zona proximal de desenvolvimento” interliga-se, portanto de maneira muito forte à sensibilidade do professor em  relação às necessidades e capacidades da criança e à sua aptidão para utilizar as contingências do meio,  a fim de dar-lhe a possibilidade de passar do que sabe fazer para o que não sabe. (Pourtois, 1999: 109).
Em todas as fases da vida do ser humano o brincar pode oferecer alguns valores, Assim o Lúdico apresenta valores e em particular na idade infantil e na adolescência e estando em especial ligado ao pedagógico.
Acredita-se que só através de buscas constantes poderemos entender conhecer e resolver os problemas que interferem diretamente na aprendizagem da criança. Cabendo ao educador um repensar, fazendo uma reflexão sobre a sua  prática pedagógica em sala de aula. Este aprender a repensar e a refletir, está ligado e relacionado diretamente com a sua formação, e com a sua preocupação em estar atualizado, disposto a  fazer diferente, inovando seu ensino procurando por novas metodologias.
Diante dessa concepção de verdade é defendida uma proposta com a intenção  em se adotar metodologias que valorizem o ensinar de fato, pois o que a criança tem de mais comum é a espontaneidade, a criatividade e a sua imaginação, só assim, ela estará aberta para desenvolver suas habilidades e assimilar os conteúdos curriculares. Neste momento é ressaltada a importância do resgate ao prazer durante o aprendizado, e também no trabalho e no meio social em que vivemos. Diante das  muitas mudanças que acirram no campo do conhecimento, estamos construindo um caminho de uma sociedade em que será imprescindível a busca por outras metodologias que possam valorizar a livre-expressão, o auto-conhecimento, a afetividade, a cooperação, a autonomia, a criatividade, enfim a busca do equilíbrio entre razão e emoção.
Negrine (1994:20), em estudos realizados sobre aprendizagem e desenvolvimento infantil, afirma que "quando a criança chega à escola, traz consigo toda uma pré-história, construída a partir de suas vivências, grande parte delas através da atividade lúdica". Segundo NEGRINE é necessário ainda que os atuais educadores tragam consigo alguma contribuição e tenham acima de tudo o conhecimento do saber que a criança já construiu na sua vivência com o ambiente familiar e sociocultural, para poder depois disso partir para formular sua proposta pedagógica, compreendendo a partir desta filosofia que deverá dar prioridade ao lúdico, possibilitando então às manifestações corporais durante as atividades didático-pedagógicas, ajudando assim a criança a se encontrar dando verdadeiro significado ao  lúdico que está incluso na relação que as crianças mantêm com o mundo.
As situações imaginárias estimulam a inteligência e desenvolvem a criatividade assim brincando e jogando a criança desenvolverá algumas capacidades como: atenção, afetividade, concentração, habilidades perceptivas e psicomotoras, tornando-se mais ativas:


Portanto, as atividades lúdicas são excitantes, mas também requerem um esforço voluntário. (...) As situações lúdicas mobilizam esquemas mentais. Sendo uma atividade física e mental, a ludicidade aciona e ativa as funções psico-neurológicas e as operações mentais, estimulando o pensamento. (...) As atividades lúdicas integram as várias dimensões da personalidade: afetiva, motora e cognitiva. Como atividade física e mental que mobiliza as funções e operações, a ludicidade aciona as esferas motora e cognitiva, e à medida que gera envolvimento emocional, apela para a esfera afetiva. Assim sendo, vê-se que a atividade lúdica se assemelha à atividade artística, como um elemento integrador dos vários aspectos da personalidade. O ser que brinca e joga é, também, o ser que age, sente, pensa, aprende e se desenvolve. (Teixeira, 1995, p. 23).

A criança e mesmo os jovens às vezes resistem ao ensino tradicional da escola por não ser prazeroso aprender sem o lúdico por desde muito cedo ja possuirem uma anseio natural para brincar, colocando em prática as suas habilidades que desabrocham em crescentes variedades de forma que para explorar a si própria e o ambiente que a cerca, podendo se falar ainda das muitas habilidades motoras que a criança adquire ao longo de seu desenvolvimento, ajudando-a a desenvolver competências nas diversas atividades do seu cotidiano. O possível caminho diz respeito ao pensar em uma permanente formaçao para os professores, e na prática adotada não é tão fácil ter em mente esta perspectiva. O professor deve ser dinâmico e saber utilizar os diversos meios disponíveis em suas aulas e disponibilizar ao aluno um processo que o mobilize e o prepare, incitando-o a:


“Aprender a aprender”; Ter autonomia para selecionar as informações pertinentes à sua ação; Refletir sobre uma situação-problema e escolher a alternativa adequada de atuação para resolvê-la; Refletir sobre os resultados obtidos e depurar seus procedimentos, reformulando suas ações; Buscar compreender os conceitos envolvidos ou levantar e testar outras hipóteses. (Almeida, 2000, p. 110)

É possível tornar o espaço escolar um lugar onde as formas de aprender sejam estimuladas, e os alunos possam se desenvolver de forma integrada aos diversos avanços culturais e sociais e na certeza de se tornarem cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres na busca de uma sociedade mais justa, igualitária e unida.
Caberá ao educador possibilitar que o educando tenha acesso às informações e as transforme em conhecimento, conhecimento para a vida pessoal, social e profissional. Na verdade, a concepção que iremos defender é uma proposta intencional à adoção de metodologias que valorizem de fato, o que a criança tem de mais comum a sua espontaneidade, a sua criatividade e a sua imaginação, pois só assim, ela estará aberta para desenvolver suas habilidades e assimilar os conteúdos curriculares.


2. O LÚDICO E O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

2.1 As fases do brincar

Diante da distribuição das fases do brincar: a primeira fase inicia quando começa a se afastar da mãe, quando começa a falar, andar e movimentar-se em volta das coisas e quando sendo alcançada em seu ambiente pelo adulto estendendo-se até em torno dos sete anos. A segunda fase é quando a criança começa a imitação, repete os adultos no que fazem. A terceira fase é quando apontam para as convenções que surgem de regras e convenções a elas associadas. O sujeito não é nem ativo nem passivo: ele é interativo, assim as crianças durante brincadeiras devem brincar de acordo com seu desenvolvimento da fase que pertence e ser estimulada a prosseguir,
  Quando a criança é transferida para diferentes tipos de jogos ou brincadeiras fica evidente o seu desenvolvimento durante a transição de uma fase para outra, que é a imaginação em ação, daí da necessidade do professor durante o processo da educação infantil como sendo papel de suma importância, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, e faz a mediação da edificação do conhecimento, devendo então estar ciente da teoria de Vygotsky.
De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Mas o jogo, entendido como sendo um brinquedo, e nesta visão mostraremos que a criatividade poderá encontrar maior espaço para ser entendido como educação, na medida em que os professores irão compreender melhor toda sua capacidade potencial de contribuir para com o desenvolvimento da criança, sendo que ele é essencial na vida da criança.


É preciso que os profissionais de educação infantil tenham acesso ao conhecimento produzido na área da educação infantil e da cultura em geral, para repensarem sua prática, de reconstruírem enquanto cidadãos e atuarem enquanto sujeitos da produção de conhecimento. E para que possam mais do que "implantar" currículos ou "aplicar" propostas à realidade da creche/pré-escola em que atuam efetivamente participar da sua concepção, construção e consolidação. (Kramer apud MEC/SEF/COEDI, 1994 p.19).

Ainda de acordo com Piaget a inteligência, a aprendizagem e a construção do conhecimento estão relacionadas. Assim, durante o emprego da aplicação iremos direcionar o desenvolvimento das inteligências através de atividades lúdicas, onde a criança possa aprender brincando e se socializando, e a constituição do jogo em expressão e como condição para o desenvolvimento da criança, já que quando elas jogam assimilam melhor e podem transformar a realidade. Por volta dos dois ou três anos, e cinco ou seis anos se pode notar o fato dos jogos simbólicos, que satisfazem à necessidade da criança de não somente relembrar mentalmente o acontecido, mas de executar a representação. E após este período aparecem os jogos com regras, que são passados socialmente de criança para criança e por decorrência vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social.
Através de jogos e brincadeiras a criança desenvolve a capacidade de perceber suas atitudes de cooperação e adquire oportunidades de descobrir seus próprios recursos e testar suas próprias habilidades, além do que, também, aprende a conviver com os colegas numa interação. A palavra jogo possui um campo muito amplo de interpretações, inclusive, limitando-se ao simples ato de brincadeira infantil, todavia, é notório que muitos pesquisadores professam a tese de que o jogo ganha espaço como ferramenta facilitadora da aprendizagem.
Partindo do pressuposto de que a educação se dá pela interação dos indivíduos com o mundo e com outros indivíduos, devido o lúdico estar inserido no contexto escolar como sendo propício para um melhor rendimento escolar. Assim buscaremos aprofundar os estudos e conhecimentos da aplicação do lúdico nas escolas, para poder contribuir para uma educação com maior qualidade, e mais moderna.
A participação do adulto na brincadeira da criança eleva o nível de interesse, enriquece e contribui para o esclarecimento de dúvidas durante o jogo. Ao mesmo tempo, a criança sente-se prestigiada e desafiada, descobrindo e vivendo experiências que tornam o brinquedo o recurso mais estimulante e mais rico em seu aprendizado.


Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. “Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela.” (Jean Piaget).

Vygotsky (1989: 109), afirma, é grande a influência que o brinquedo tem sobre o desenvolvimento de uma criança, através dele ela tem capacidade em aprender e agir na área do cognitivo, dependendo de suas motivações, e não na área externa do seu campo visual, incentivados por objetos a sua volta.


2.2 Brincando e aprendendo

As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu  nível básico de ação real  e moralidade (Vygotsky, 1987). Vygotsky fala do faz-de-conta enquanto Piaget vai mais profundo e entra na questão dos símbolos onde diz que podemos interagir o lúdico com o aprendizado e mais, ampliando a capacidade da criança em aprender. Mas afinal estão falando algo correspondente, isto é completando-se as teorias entre si, é neste contexto que a pesquisa traz relatos de forma mais precisa sobre as experiências de atuar de forma lúdica usando as teorias tanto de Piaget, quanto de Vygotsky, também a embasamentos em estudos e estratégias desenvolvidas por outros estudiosos, e profissionais que atuam na sala de aula.
A partir dos grandes problemas enfrentados pelo ensino e ainda das diversidades de alunos e das dificuldades que estes têm em aprender, faz-se necessário que a escola e seus profissionais busquem e analisem o desempenho do educando revertendo seus procedimentos educacionais de mediadores do ensino nas escolas utilizando-se mais e mais do lúdico como forma de ensinar e aprender.
Vygotsky (1987), diz da importância em citar a língua escrita como obtenção do sistema simbólico que reproduz a realidade, e traz contribuição no desenvolvimento gestual, dos desenhos e do brinquedo simbólico, pois utilizam os signos para representar os significados.

O desenhar e brincar deveriam ser estágios preparatórios ao desenvolvimento da linguagem escrita das crianças. Os educadores devem organizar todas essas ações e todo o complexo processo de transição de um tipo de linguagem escrita para outro. Devem acompanhar esse processo através de seus momentos críticos até o ponto da descoberta de que se pode desenhar não somente objetos, mas também a fala. Se quiséssemos resumir todas essas demandas práticas e expressá-las de uma forma unificada, poderíamos dizer o que se deve fazer é, ensinar às crianças a linguagem escrita e não apenas a escrita de letras (Vygotsky, 1987, p.134).

Piaget confirma ainda que à medida que as crianças se desenvolvem ao manipular materiais diversos são capazes de reconstituir, reinventar coisas, existindo adaptação mais acabada neste momento ela cresce e evolui no seu interior transformando o concreto em abstrato, ou seja, o lúdico em linguagem escrita.
Segundo Almeida (1997), os jogos e as brincadeiras enriquecem os esquemas perceptivos visuais, auditivos e também os esquemas operativos (memória; imaginação, representação; síntese; lateralidade; causa e efeito).  O ato de pensar esta unido, a fala que é estruturada onde os esquemas verbais são ampliados. As crianças menores gostam e falar de suas experiências, ouvir e recontar histórias, brincar com as letras do alfabeto, ler, escrever, olhar e recortar figuras, montar e desmontar brinquedos, empilhar objetos e outros jogos sem regras, pois quando pequenas o egocentrismo ainda não permite que possa observar as regras do jogo.
Almeida (1997) explica; através do esporte a criança desenvolve movimentos amplos e finos, e assimila as noções de cálculo, de velocidade e equilíbrio alem de regras de jogos e as normas sociais, passando para a fase do pensamento lógico, vendo o mundo de forma que é capaz de saber diferenciar o certo do errado.
O lúdico não deve ser visto somente como diversão, porque ele é necessário à vida do ser humano em qualquer idade, o seu desenvolvimento ajuda desde a construção do conhecimento, o desenvolvimento pessoal, social, cultural, saúde, comunicação, expressão, sendo essencial na formação do indivíduo.
Na sala de aula a leitura, a escrita e o cálculo são meios na atividade-jogo onde o lúdico transformado passa por construções adaptadas, sendo exigido um trabalho efetivo e participativo no processo de aprendizagem, o jogo é um meio importante no aprender e se usados nas atividades de leitura, escrita e cálculos facilitam o aprendizado sem cansar o aluno.
Em fim, A essência do lúdico possibilita a criança o aumento da auto-estima dando a oportunidade de vivenciar de forma inocente durante o ato de divertir-se estimula ainda a se conhecer internamente quanto as suas responsabilidades, valores, trocam informações e adquirem experiências corporais e culturais, por meio das atividades de socialização.


3. A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA A APRENDIZAGEM

3.1 Atividades lúdicas

Através das atividades lúdicas na educação infantil faz com que as crianças tenham capacidade desenvolvem o ato de explorar e refletir sobre a cultura e a realidade em que vive podendo incorporar e questionar sobre as regras e sobre seu lugar na sociedade, pois durante tais atividades elas podem superar a realidade, e muda-la por meio da imaginação.

A  função da pedagogia “dos conteúdos” é dar um passo à frente no papel transformador da escola, mas á partir de condições existentes. Assim, a condição para que a escola sirva aos interesses populares é garantir a todos um bom ensino, isto é, a apropriação dos conteúdos escolares que tenham ressonância na vida dos alunos. (Libâneo, 1996, p. 39)

As atividades lúdicas não conseguem abranger toda a maquina do processo da educação, mas contribuem trazendo uma grande melhoria para que o educando aprenda de forma interativa e em conjunto. De acordo com os grandes conhecedores da educação lúdica dizem que toda educação de crianças deveria ser mediada em local alegre e propicio para que os avanços possam ser alcançados pelos alunos de modo pleno e sem restrições. Devendo estar presentes em todos os momentos de forma pensada e planejada integradas a todas as disciplinas contando com a participação de todos e realizando uma aprendizagem onde o prazer esteja presente no ensinar e no aprender
Alguns estudiosos relatam sobre o lúdico em forma de alegria defendendo-a como necessária e ainda possível que aconteça durante a aprendizagem na escola, trazendo estimulo e prazer devido que muitas crianças já tenham desistido ou pensem em abandonar a escola por não terem prazer de estar neste ambiente, por serem crianças que passam por dificuldades de natureza econômica ou social.  Estudos têm demonstrado que o lúdico não deve desviar a criança quanto a aos seus problemas, mas deve mostrar o caminho para enfrenta-los e resolve-los com criatividade depois do aumento de sua auto-estima e melhora de conduta no ensino-aprendizagem.

A esperança de uma criança, ao caminhar para a escola é encontrar um amigo, um guia, um animador, um líder - alguém muito consciente e que se preocupe com ela e que a faça pensar, tomar consciência de si de do mundo e que seja capaz de dar-lhe as mãos para construir com ela uma nova história e uma sociedade melhor. (ALMEIDA, 1987, p.195)

No entanto, o educador deve ter conhecimento e formação a respeito do lúdico para que este seja aplicado de forma fundamentada, pois percebemos que ele esta dividido entre a teoria e a pratica podendo ser atuante e concreto, dependendo do espaço em que as suas atividades estão inseridas no contexto escolar. As informações adquiridas pelos alunos devem fazer sentido, os alunos se desenvolvem não pela quantidade de conteúdo, mas pela qualidade, pois e lê quem faz as descobertas, inventando e promovendo as mudanças necessárias, como sujeito crítico que deve ser, e sendo efetivo no meio da sociedade.
Segundo Freinet (1998) descreve que as práticas lúdicas fundamentais, não deve ser simplesmente a aplicação de uma atividade, pois esta pode corromper a essência do verdadeiro significado do brincar. Freinet acredita que durante a atividade lúdica o que mais importa não e o meio, mas o fim que ela proporciona como resultado benéfico da ação do momento.
Oliveira (1992) confirma que as atividades lúdicas são: a essência da infância. Assim da necessidade da mudança da imagem infantil pela sociedade associando uma visão positiva nas atividades lúdicas praticadas de forma natural e espontânea pelas crianças valorizando a ação destas com os jogos, brinquedos, brincadeiras e outras atividades lúdicas.
Para Piaget o aluno freqüentador da educação infantil fica entre o que separa a criança do adulto chamada de fase de transição fundamental que esta entre a ação e a operação. Este teórico afirma ainda que o lúdico pode e deve ser usado como ferramenta na pedagogia sendo de fundamental importância fazendo que as crianças possam explorar e desenvolver suas capacidades. Assim compreende-se que a atividade lúdica pode desenvolver tanto a criatividade a iniciativa e a autonomia e ainda fazendo-a refletir sobre a realidade e a cultura onde esta inserida, Pode-se dizer que nas atividades lúdicas as crianças ultrapassam a realidade, transformando-a através da imaginação apropriando-se de diversos conhecimentos adquiridos ao longo da historia pela humanidade.


3.2 Os jogos e as brincadeiras

O jogo e a brincadeira fazem parte do cotidiano e da infância de todas as crianças, e em qualquer tempo sem depender de classe social, sendo ainda uma atividade que contem em si mesma uma razão especial para a aprendizagem, por isto torna-se importante analisar as diferentes formas de jogos e atividades lúdicas durante as diversas fases da criança, pois quanto menor o ato de brincar aonde melhor a necessidade durante a exploração dos objetos, confirmado por Vigotsky (1988, p. 96) quando diz que são os objetos que dizem para a criança qual ação deve ser executada, e que esta ao enxergar uma cadeira logo se assenta ou quando vê a escada sabe que é para subir os degraus e a vassoura serve para varrer e ao longo do seu crescimento, as imagens gravadas em sua mente se sustentam e se formam de modo que tudo esteja relacionado nada menos que a um jogo de imagem e objetos de forma simbólica, sendo ainda que estes objetos e o espaço tenham significados atribuídos a certas funções em que a cadeira pode se tornar um trono e ele um príncipe, a vassoura vira seu cavalo e a escada pode ser atribuída ao seu tesouro.

É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos. (Vygotsky, 1989: 109)

A criança que brinca se esforça e é capaz de conhecer e dominar o mundo a sua volta quando se utiliza de objetos para substituir espaços e outros objetos sendo capaz ainda de conferir novos significados a eles.
Para Oliveira (1990) o brinquedo é o objeto usado como sustentáculo para a brincadeira, tendo relação pessoal com quem o manuseia, no caso a criança, de acordo com o nível de desenvolvimento permite ainda a insuficiência de regras quanto à manipulação durante as brincadeiras como “mamãe e filhinha”, podendo ser capaz de estimular a representação e a expressão de imagens chamando atenção para o real. Enquanto Kishimoto (1994) retrata esta questão afirmando que:

O brinquedo propõe um mundo imaginário da criança e do adulto, criador do objeto lúdico. No caso da criança, o imaginário varia conforme a idade: para o pré-escolar de 3 anos, está carregado de animismo; de 5 a 6 anos, integra predominantemente elementos da animismo; de 5 a 6 anos, integra predominantemente elemento. (Kishimoto, 1994)

Para a criança o brinquedo é apenas simbólico, pois esta é capaz de separar o seu pensamento dos objetos que estão a sua volta fazendo surgir à ação das idéias sem relacioná-las aos objetos, segundo Piaget em que dado a natureza livre do jogo simbólico, existe um valor primordialmente funcional não sendo apenas diversão, Assim pode-se pressupor da grande necessidade de se conhecer os comportamentos infantis de acordo com as fases de desenvolvimento, uma vez que na maior parte do tempo as crianças usam das representações em suas variadas formas como a linguagem, desenho, imitação, o jogo simbólico (faz de conta) diariamente se compõe em recursos de socialização e de acordo ao ambiente em que vivem fazem brotar o saber, pois estão ligadas ao mundo imaginário da fabula, da alegria, da ilusão, fazendo a realidade confundir-se com o mundo da fantasia.
Para Piaget, os jogos adquirem maior significado quando a criança se desenvolve através dos estágios e iniciando pela manipulação de objetos diversos dando a oportunidade para que esta possa criar e reinventar ou mesmo reconstruir objetos, sendo determinante para o desenvolvimento cognitivo infantil, pois segundo Piaget, o conhecimento ocorre da interação da criança com o meio ambiente, sendo o espaço que esta e a assimilação apenas os méis pelo qual a realidade se transforma em conhecimento.
Para a criança brincadeira é coisa seria, é a partir daí que adquire seus talentos naturais, reconhece seus limites e passa a ter domínio do mundo a sua volta, sendo capaz de se empenhar nas atividades que envolvem o lúdico do mesmo jeito quando esta aprendendo a falar ou andar correr ou pegar algum objeto. A brincadeira vai ao longo da infância sendo gradualmente substituídas por outras brincadeiras de acordo com o interesse.
Kishimoto (1994) cita claramente que a brincadeira é o lúdico em ação, possibilitando que quem joga seja espontâneo colocando-o frente às regras e dando oportunidade de recriar estas regras, deixando a brincadeira ser como se algo sério, podendo estar presente no comprometimento com o ensino e a aprendizagem.
A inclusão de brincadeiras, jogos e brinquedos na prática da educação infantil podem desenvolver diferentes atividades capazes de contribuir para aumentar significados construtivos cooperando com as diversas disciplinas.
As atividades lúdicas como os jogos e as brincadeiras sempre estarão presentes no cotidiano infantil sobre vários aspectos e como forma de alavanca no processo de desenvolvimento da aprendizagem, pois ambos são capazes de desempenhar a questão do fazer pedagógico na educação infantil principalmente nas series iniciais.
Para Santos (2000, p. 42), Os jogos tornam a aula bem mais atraente, devolve ao professor seu papel como agente construtor do crescimento do aluno, elimina o desinteresse e, portanto, a indisciplina, devolvendo a escola a sua função de responsável por firmar pessoas mais completas. Segundo ele ainda:

Educadores e pais necessitam ter clareza quanto aos brinquedos, brincadeiras e/ou jogos que são necessários para as crianças, sabendo que eles trazem enormes contribuições ao desenvolvimento da habilidade de aprender e pensar. No jogo, ela está livre para explorar, brincar e/ou jogar com seus próprios ritmos, para auto controlar suas atividades, muitas vezes é reforçada com respostas imediatas de sucesso ou encorajada tentar novamente, se da primeira alternativa não obteve o resultado esperado (p166).

Assim, tanto pais como educadores devem saber dos benefícios do brincar. As atividades que estão relacionadas com os jogos e as brincadeiras estimulam a área do conhecimento durante as series iniciais, sendo prazeroso para a criança, que de forma natural amadurece e aprende durante o aro de criar e recriar o espaço a seu redor.
Piaget (1973) cita em suas obras que os jogos e as atividades lúdicas tornaram-se significativas à medida que não servem apenas como forma de distração para as crianças nem tão pouco para que gastem suas energias, mas que elas trazem contribuição para o desenvolvimento do intelecto. Assim o jogo nesta fase colabora com o crescimento das relações sociais, pois reflete experiências e valores da comunidade onde a criança se encontra, mas não devem ser fórmulas para resolverem todas as questões relacionadas às crianças, mas para que ajudem no desenvolvimento e como facilitador durante o encontro do ser com as suas singularidades.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No decorrer deste breve levantamento teórico bibliográfico nos propomos a trazer reflexões a respeito do verdadeiro conceito do lúdico na Educação Infantil e seus modelos, ao mostrar da importância em se transformar o brincar da criança em trabalho pedagógico, e da total necessidade para que os educadores experimentem o lúdico para que possam conhecer o significado de uma aprendizagem com desejo e prazer. Assim este estudo pode vir possibilitar que o educador possa refletir, compreender e se conscientizar sobre as vantagens do lúdico, fazendo com que ele possa se adequar a determinadas situações de ensino, utilizando se do brincar de acordo com suas necessidades de ensino. Permitir ao pedagogo, como pesquisador que é que possa identificar e compreender o universo lúdico durante o decorrer do desenvolvimento de atividades educativas, e que este esteja em busca de ações educativas eficazes, e que usem bastante o lúdico, através de brincadeiras, jogos, danças, teatro, musica e outros recursos disponíveis, ajudando a criança a encontrar sentido para sua vida. Este estudo permitiu compreender o quanto o lúdico pode contribuir na educação, levando a criança a conhecer, compreender e construir seus próprios conhecimentos, dando a oportunidade de ser cidadã do mundo ao adquirir diferentes conhecimentos e habilidades.
Sendo que todos os objetivos foram alcançados de forma plena, a proposta apresentada serve como direcionamento para outros estudos em relação ao uso de atividades lúdicas no contexto do ensino/aprendizagem, pois está adequada à realidade escolar, deste modo, ao transcorrer sobre estas questões esperamos estar contribuindo para um maior esclarecimento da importância da atividade lúdica no desenvolvimento infantil por entendemos que é papel do educador e da escola buscar novas maneiras de ensinar, criando e elaborando novas condutas no valor educacional por meio do lúdico na educação infantil, e só assim poderemos ter uma educação de qualidade e que realmente possa ir de encontro com as necessidades da criança e da sociedade.


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MACIEJEWSKI JAIME VITAL
Enviado por MACIEJEWSKI JAIME VITAL em 12/09/2011
Reeditado em 19/11/2013
Código do texto: T3215421
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MACIEJEWSKI JAIME VITAL
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