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Existiram humanos de outras ESPÉCIES ou “ENDÊMICOS”?

Como a mutação que abriu o caminho para o macaco virar humano aconteceu a cerca de 3 milhões de anos...
Embora o “MARCADOR DA SAÍDA DA ÁFRICA”, e a “TEORIA DAS SAVANAS” confirme que há mais de 100 mil anos uma das diversas raças dos hominídeos existentes se espalhou pelo mundo...

Tanto o poligenismo como o DNA dos ancestrais do gênero Homo, com traços de outras raças descartam a versão sobre descendemos de um único ancestral.

A vida surgiu NOVAMENTE após cada um dos cinco grandes períodos de extinção em Massa, onde 99% das espécies e dos indivíduos foram extintos.

O DNA do chimpanzé ser 98,5% idêntico aos DNA humano.

A descoberta de fosseis, com milhões de anos, de ancestrais do gênero Homo, cuja capacidade craniana era 50% inferior a capacidade atual.

O Homem de NEANDERTHAL ser outra ESPÉCIE de humanos.
E os Homos cujo DNA difere em cerca de 0,03%, do DNA atual; provam que mesmo que os humanos atuais descendam de alguma Eva mitocondrial, existiram outros tipos de hominídeos que se subdividiram em outras RAÇAS...

Os seres atuais são adaptações produzidas pela seleção por dificuldades, pela promiscuidade, e pelas mutações que fizeram com que os cromossomos fossem se modificando, e daí surgir inumeráveis "ESPÉCIES", até que um dia surgiu os primeiros hominídeos, e depois o homem primitivo.

Além das raças Caucasóides, Negróide, Mongolóide e Aborígene, também existiram hominídeos que competiram pelos recursos existentes; tentaram se adaptar ao clima, se cruzaram, e se devoraram uns aos outros; sendo que os “endêmicos”, e os que já estariam nos seus limites, foram eliminados pela seleção natural, sem deixar vestígios da sua sofrida passagem.

Até 24 mil anos atrás, a espécie Homo sapiens não estava sozinha; porem o frio, as doenças, a falta de comida, e a competição determinaram que os outros tipos de hominídeos morressem, e que nós sobreviveríamos.

Em 2011 ficou provado que os humanos não são uma linhagem pura, mas sim, uma mistura de hominídeos, com traços do DNA dos Neanderthals e dos Denisovanos.

Pois os humanos atuais são os sobreviventes das trocas fenotípicas e das batalhas que as várias linhagens do gênero Homo realizaram.

O gene FOXP2 provou que só há cerca de 60 mil anos adquirimos a capacidade de FALAR; pois os “Homos Sapiens 2.0 Turbo”, atuais se originaram de diversos ancestrais, que foram ficando cada dia mais humano.

Na Europa (em Neandertal), houve o “HOMEM DE NEANDERTAL”; na Sibéria, os “DENISOVANS”; na Indonésia, o “HOMO FLORESIENSIS” (conhecido por HOBBIT), que até cerca de 18 mil anos atrás, ainda vivia na “Ilha das Flores”; e nas Ilhas Canárias os “GUANCHES”...

Sendo que a chamada “EVA MITOCONDRIAL” não foi à ÚNICA “mulher” da sua época, e sim, quem produziu os descendentes femininos cuja linhagem persiste até hoje.

A evolução humana surgiu em função de ter sido necessário superar dificuldades, de os humanos terem aptidão para aprender, somar as suas descobertas, e terem se oposto às versões antigas.

A cultura humana é infinitamente mais variada do que a dos outros seres que existem ou já existiram.

E como todas as espécies são forçadas a aprender e a acumular conhecimentos, com o passar do tempo e os mecanismos da convivência competitiva, alguma espécie teria fatalmente que se destacar.
Teria que se tornar consciente do que o rodeia, acabaria sendo capaz de pensar matematicamente, e algum dia terminaria questionando o sentido da vida.

Os ÓRGÃOS VESTIGIAIS, o ARDIPITHECUS RAMIDUS, e o fato do PARENTESCO genético entre humanos e chimpanzés, ser MAIOR do que entre o chimpanzé com o gorila, ou o orangotango, prova que a “Evolução” não acontece numa única direção, não é uma marcha contínua rumo a seres cada vez mais sofisticados, e que alguns (como os parasitas), ao “evoluir” pode se tornar mais simples ou perde as capacidades de que já não precisam.

Já que quando os pais passam os seus genes para os filhos é introduzido no código genético da criança, mais de 60 alterações. Excetuando-se a África, 9% dos humanos possuem no cromossomo X fragmentos do DNA dos Neandertais.

O real sentido da vida seria a PERPETUAÇÃO dos nossos genes, e a resposta para o porquê da nossa existência seria que somos as vitimas ou os beneficiados dos que os nossos antepassados fizeram na época onde não tínhamos como interferir, pois sequer existíamos...
Lisandro Hubris
Enviado por Lisandro Hubris em 16/02/2012
Reeditado em 18/01/2014
Código do texto: T3502028
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lisandro Hubris
Não Interessa - Açores - Portugal, 89 anos
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