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Raça, Etnia e Migração. Como os Grupos Etnicos enchergam-se dentro de si.

                                   Clara Maria Graduanda em Serviço Social
                                   Manuel Ilo Graduando em Serviço Social
                                   Germana Sousa Graduanda em Serviço Social
                                   Ralúsia Nunes Graduanda em Serviço Social
                                   Cristiane Barros Graduanda em Serviço Social

                                              INTRODUÇÃO
         Abordaremos dentro de a pesquisa a seguir com base em leituras e pesquisa de campos, embasamentos sobre migração, etnia e raça. Pretendemos diferenciar cada um desses tópicos e entender a formação dos grupos étnicos, suas divisões dentro dos subgrupos assim como o processo de migração que os levaram a deixar seu país de origem e dentro desse processo de migratório foi possível encontrar algumas pessoas na situação descrita acima de onde foi retirado o conteúdo de nossa pesquisa de campo.
Tentando entender o processo migratório de raça e etnias foi o qual veio a seguir nosso questionamento: Como os Grupos étnicos se veem dentro de seus próprios grupos.

                                                  RAÇA

O conceito de raça é tão complexo dentro da sociologia quanto os estudos científicos a cerca da mesma. O uso cotidiano contrasta com a cientificidade do assuntou ou até mesmo a falta dele.
No inicio do século XIX surgem teorias cientificas, com forte base na biologia e de frágil aspecto acadêmico valido. Nos Estados Unidos o Dr. Samuel George Morton desenvolve a teoria dos crânios, onde segundo ele a raça no topo da hierarquia social tinha os maiores cérebros enquanto os que se encontravam na base possuíam os menores. Ele obteve esse argumento enchendo os crânios que colecionava de diversas partes do mundo com esferas metálicas constatando que em média os crânios de indivíduos brancos suportavam 10 cm³ a mais que os crânios encontrados nas tumbas egípcias por exemplo. Segundo sua pesquisa ele caracterizou a hierarquia do conhecimento baseado na massa dos cérebros estudados. Os indivíduos com maiores cérebros eram os brancos de origem europeia, seguidos dos asiáticos, os índios americanos e em ultimo nesta escala os negros.
Os estudos do Dr. Samuel apresentaram diversos problemas. Ele afirmava distinguir a diferença entre o crânio de indivíduos negros e brancos, outro aspecto problemático se dava no numero de espécimes estudados, apenas 72 crânios e destes 71% dos crânios estudados atribuídos a indivíduos negros na verdade eram de mulheres considerando o fato das mulheres serem em sua maioria menores do que os homens.
Dr. Samuel não fora o único a tentar traçar relações entre biologia e intelecto bem como moralidade ao conceito de raça. Na Itália o médico italiano Cesare Lombroso, conhecido como pai da antropologia criminal tentou traçar a características da violência de indivíduos da sociedade europeia a anomalias e características físicas, tendo sua teoria comprovada ao autopsiar um cadáver que apresentou uma anomalia no crânio, a fosseta occipital mediana, que ele constatou ser ausente em indivíduos civilizados. Ainda na Europa também se destacou pelos seus estudos também controversos  o conde Joseph Arthur de Gobineau.
O conde Joseph Arthur de Gobineau que é considerado o “pai do racismo moderno” com sua classificação de raças. Segundo Gobineau existiam três raças distintas, os brancos (Caucasianos), os negros (Negroides) e os amarelos (Mongoloides). Ele atribuiu características físicas, intelectuais e morais a estas classes, onde os brancos eram detentores de inteligência, moralidade e força de vontade superior e os negros no lado oposto tiveram características animalescas, selvagens marcados a sua natureza. Ele também atribuía a miscigenação o colapso das civilizações, acreditando que somente os alemães houvessem mantido a pureza ariana embora acreditasse que tal pureza seria também perecível a miscigenação ao longo do tempo. Ao longo das décadas tal argumento baseou a supremacia alemã influenciando Adolf Hitler bem como a Ku-klux-klan nos Estados Unidos.
No Brasil a fim de definir uma identidade nacional pós-independência alguns pesquisadores brasileiros tomando como base os estudos europeus saíram em busca da brasilidade, Raymundo Nina Rodrigues, formado pela universidade de medicina da Bahia, Dedicou-se a pesquisa das culturas afro-brasileiras, atribuindo a miscigenação o atraso e desequilíbrio da sociedade brasileira em contra partida a sociedade americana onde a “suprema raça branca” foi garantia de civilização. Esse pessimismo só tem seu fim decretado na década de XX com o Gilberto Freire em Casa Grande e senzala bem como Mario de Andrade com Macunaíma.
Macunaíma representando a brasilidade e a fusão de uma nova cultura, atribuindo uma identidade divergindo da cultura europeia.
Nos anos seguintes a ciência racial foi desacreditada em sua totalidade, em termos biológicos foi constatado que não existe raça, mas apenas variações físicas nos seres humanos. O termo raça foi praticamente abandonado pela comunidade cientifica, tendo em vista que a diversidade genética encontrada é enorme.
O termo raça mesmo não tendo nenhum vinculo a genética ainda é amplamente utilizado pelos sociólogos tentando entender porque algumas diferenças ainda são motivos de discriminação social e preconceito. Tendo em vista o aspecto social deste termo raça define-se como sendo “um conjunto de relações sociais que permitem situar os indivíduos e os grupos e determinar vários atributos e competências com aspectos biologicamente fundamentados” (Giddens, 2005, p.204). A interpretação de raça aliada à classificação de indivíduos ou de grupos e chamado de racionalização. Que tem embasamento histórico estando ligado ao fato de alguns grupos serem rotulados como grupos distintos com base em aspectos físicos.

                       PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO.

          Mesmo a noção de raça sendo um conceito moderno, o preconceito e discriminação em função das diferenças é há muito, comum na historia da humanidade.
O termo preconceito trata-se da opinião ou atitudes defendidas por grupos distintos. Ou um visão ignorante a respeito do grupo do “outro” que se baseia em rumores e boatos do contrario de evidencias, membros desses grupos preconceituosos são resistentes a mudanças bem como estes mesmos indivíduos se recusaram a escutar o outro grupo. Preconceituar é comumente baseado em estereótipos havendo de maneira diminuta e exagerado uma verdade.
Discriminação é o comportamento em relação a um determinado grupo ou individuo, este comportamento é percebido em atividades que excluem indivíduos de oportunidades abertas a todas as pessoas.

                                 RACISMO

         O conceito de racismo existe em correlação ao termo raça. Racismo é preconceituar o individuo com base em distinções físicas significativas. Uma pessoa racista acredita na existência de indivíduos superiores ou inferiores com base nessas distinções físicas. O conceito de racismo vai alem de uma ideia individual ou partilhada por um grupo pequeno de extremistas, mas que partilha da própria estrutura e funcionamento social. Este racismo institucional tem como função favorecer determinados grupos ao passo que discriminam outros de maneira sistemática. Os veículos para este funcionamento se dão por meio da policia, serviços de saúde e educação.
O racismo antigo ou “velho racismo” se baseava nos estudos feitos a partir da concepção biológica de que éramos diferentes não só nos traços físicos, mas que estes traços físicos também determinavam a soberania intelectual em relação a outras “raças”. Na nova concepção de racismo, surge um racismo mais sofisticado ou cultural, que absorve a ideia de diferença cultural para excluir outros grupos, ou seja, no saem argumentos biológicos e são agregados argumentos culturais para promover essa discriminação contra determinados grupos ou segmentos da sociedade.
A continuidade do racismo vem da oposição gerada no inicio de século em relação ao branco e negro. O simbolismo europeu ainda enraizado pela colonização portuguesa difere o branco como sendo puro e o negro a maldade. A imagem do negro marginalizada pelo europeu que ao chegar ao continente Africano aliou a imagem de uma cultura totalmente distinta e sob os olhos do cristianismo a religião pagã vista como demoníaca resultou em um temor e desprezo por parte dos europeus.
Bem como o próprio conceito de raça instituído por pesquisadores, mesmo não tendo nenhum valor fatual, com o conceito da diferença de raças baseado na cor da pele aumentou a condição de superioridade da “raça” branca, sendo um fator chave para o racismo branco. E o processo de escravatura instituído pelos europeus na época das grandes colonizações, onde a imagem do negro era de inferioridade e ate mesmo de subumano tendo sua participação política, refletindo ate os dias de hoje onde as exclusões da cidadania continuam sendo também um aspecto do racismo contemporâneo.

                                   ETNICIDADE

Etnicidade trata das diferentes culturas e hábitos de determinados grupos, que se difere entre si por tais motivos. As principais diferenças de características que encontramos e que também são as mais comuns são o idioma, a história e a linhagem. Etnicidade diferente de raça que possui uma visão biológica para explica seu conceito, possui uma visão altamente social.
Em tempos antigos, o termo Etnia era utilizado para caracterizar povos estrangeiros, como os não – gregos,os que não eram judeus e outros. No passar dos tempos foi utilizado da mesma maneira para definir povos que eram considerados diferentes em religião, costumes e língua. A visão social que estes grupos étnicos tem sobre si mesmos com relação a outros é o que os difere culturalmente e os fazem serem vistos de maneira diferente pela sociedade. Características como cor da pele, estatura, cor dos olhos ajudam a associar a determinados grupos como asiáticos, negros, europeus e índios. Contudo a etnicidade é um atributo que todos de uma população possuem, mais é mais destacada em grupos minoritários que seriam um grupo inferior numericamente perante a sociedade, e esses grupos tendem a se isolar em bairros, cidades e regiões aonde se concentram os de sua etnia, costumam casar-se entre si para manter viva as tradições e costumes de seu país ou de suas famílias.
Mesmo sendo de um mesmo Continente, cada País possui costumes diferentes, mesmo falando a mesma língua pelo fato de terem sido colonizados a cultura ainda continua sendo diferenciada, e as maneiras de pensamento também. Pode haver diferença até mesmo de uma família para outra, pois cada uma possui sua singularidade, e mesmo possuindo a mesma educação e ensinamentos ainda as diferentes maneiras de ver para com sua cultura.

                                             MIGRAÇÃO
        No Brasil o sistema de migração pelos registros arqueológicos vem desde há 11 mil anos atrás onde foi achado o crânio de uma mulher de etnia negróide. Provavelmente veio em busca de territórios para plantio, lugares para melhor subsistência. O que mostra que há milênios tem movimentos migratórios.
Hoje caracterizado pelos movimentos econômicos. Ou seja, o que move a população hoje é a economia.
O exemplo dos chineses que hoje habitam o centro comercial de Fortaleza, alegando que o que os trouxe aqui foi à oportunidade de emprego e a possibilidade de crescimento econômico.
Ying (Daniel), 23 anos, está no Brasil a 1ano e meio. Veio para cá por conta do trabalho, pois as condições são melhores do que na China. Os costumes que mantém são :a comida(come com os palitinhos)e as musicas em chinês.
No Brasil o sistema de migração pelos registros arqueológicos vem desde há 11 mil anos atrás onde foi achado o crânio de uma mulher de etnia negróide. Provavelmente veio em busca de territórios para plantio, lugares para melhor subsistência. O que mostra que há milênios tem movimentos migratórios.
Hoje caracterizado pelos movimentos econômicos. Ou seja, o que move a população hoje é a economia.
O exemplo dos chineses que hoje povoam o centro comercial de Fortaleza, alegando que o que os trouxe aqui foi à oportunidade de emprego e a possibilidade de crescimento econômico.
Um exemplo de imigrante é Huang, com 23 anos, esta em fortaleza há um ano e meio.
Diz Huang:
“- A China é bem diferente daqui, vim por causa do trabalho”. É muito difícil aprender português. Não tenho preconceito com questão de racismo. Meu professor de português é negro.
Mantenho minha cultura comendo de pauzinhos em casa, falo Mandarim em casa e musicas chinesa. Falo português na rua com meus amigos. “Minha família é chinesa, mas já temos integrantes brasileiros, pois meus sobrinhos nasceram aqui.”
Vemos que o movimento de estrangeiros no Brasil vem crescendo a cada ano por conta das oportunidades no comercio e até mesmo no mercado formal de trabalho, porque,segundo alguns entrevistados, na china não se tem a segurança de um emprego fixo. Aqui no Brasil, a garantia de salário fixo e carga horária é um grande atrativo.
Os subsídios que o governo oferece a quem inicia um ponto comercial também é atrativo para esses imigrantes sentirem-se seguros aqui para manterem suas famílias.
Com isso, nota-se que sistemas migratórios na atualidade não são mais como no período nômade da humanidade, vão de acordo como anda o comercio e a situação econômica de um país em comparação ao do imigrante.

        Senhor Alberto Kim, 53 anos vive no Brasil a 46 anos.È casado com  a Dona Lisa que também é coreana e possui dois filhos de 20 e 21 anos.Os idiomas usados em casa são coreano, português e inglês.Segundo o Senhor Kim os coreanos se definem como um povo antigo que vive de códigos e seguem bastante os antigos costumes, “coreanos são coreanos e o resto é o resto”.
Ele diz que a relação entre coreanos, chineses e japoneses é bem complicada, e para tentar explicar, fez uma analogia se assim podemos definir, seria mais ou  menos dessa maneira: Karate arte marcial japonesa e defesa ataque, Kung Fu arte marcial chinesa e defesa ataque, Tae kwon do arte marcial coreana é ataque , ataque.
Segundo ele a Coreia do Sul não é mais um país comparável com outros, pois já passou muitos há muito tempo. Na Coreia até lixeiro é formado. Uma explicação por ele dada do porque os coreanos são tão diferentes de outros povos foi que a Coreia no começo do milênio era dividida em tribos e eles guerreavam entre si, com o tempo foram escravizados pelos chineses, mongóis e por ultimo pelos japoneses. Viveram o seu passado com a morte e assassinatos. E com isso acabaram se tornando frios, é um povo que não costuma levar desaforo de ninguém, uma prova disso foi na Guerra do Vietnã aonde foram os piores guerreiros que a humanidade conseguira presenciar.Com o tempo oprimidos se tornaram auto eficientes em conhecimento e tecnologia.
Um de seus principais costumes que seria o respeito pelos mais velhos jamais deve ser esquecido em sua vida cotidiana, e lhes é cobrado a cada minuto não importando seu dinheiro. E a herança familiar é passada somente para os filhos homens, pois são eles que carregam o nome da família.

          Em Fortaleza, além dos Coreanos e Chineses que vem em busca, principalmente, de emprego, como já foi visto, notamos também a presença cada vez mais comum de Africanos. Em sua maioria, como foi visto em pesquisa, vem de Guiné Bissau e outros países de língua portuguesa da no continente Africano.
Alex João Gomes tem vinte e três anos e cursa Gestão Empresarial na Faculdade Integrada do Ceará (FIC).  Disse-nos que já veio de Guiné com um diploma em curso técnico. Em entrevista com Alex, nome adotado por ele aqui no Brasil, é possível identificar que em geral, a imigração de Africanos é temporária. Pois os que vêm estão aqui para concluir o ensino superior ou técnico. (Como é o caso da prima de Alex).
Ele relata não ter problemas de comunicação no estagio e nem na Faculdade devido o idioma ser o mesmo, apesar de algumas palavras se diferenciarem. A respeito de racismo diz que em Guiné também é bastante comum e ele sabe lidar com isso. Afirma não ter sofrido formas diretas de preconceito racial, mas algumas vezes xenofóbicos devido à desinformação a respeito de sua condição no Brasil.
Sobre o tempo de permanência em Fortaleza, Alex que já está há quatro anos aqui, diz que pretende voltar à África para ajudar seu país. Ele nos informou sobre quais condições ele e seus conterrâneos vêm ao Brasil. Disse-nos que grande parte vem por meio do CPLP, que vem a ser a Comunidade de Países de Língua Portuguesa. O qual promove intercambio de estudantes. Por esse motivo a maioria vem por convenio junto ao governo de seu país oriundo e país, ao qual, esse estudante ficará hospedado. E logo a pós o termino do curso, ao retornarem a seu país de origem, tendem a trabalhar por um determinado período de tempo para pagar sua divida de estadia. O que não será é o caso de Alex, que estuda em Instituição privada e recebe todo auxilio da família, que para ele, assim como a educação, é a base principal de desenvolvimento para o ser humano e sociedade. Pois, segundo ele, o modelo de família apresentado em Guiné Bissau é extremamente paternal e muito rigoroso. Exemplo de comportamentos e educação que mesmo apesar da distancia demonstra não ter deixado sua cultura e filosofias adquiridos desde a infância.
Alex diz não ter planos de estabelecer-se no Brasil devido aos baixos salários, segundo ele.  Pois receber em media seiscentos reais não é suficiente para manter-se confortável, muito menos sustentar uma família. Ele que tem sua permanência desde a hospedagem até a faculdade bancada por seus pais e por esse motivo não consegue ver outra maneira de retribuir a não ser retornando a África e trabalhando por lá.
Alex divide o apartamento com sua prima, que cursa técnico em enfermagem e um amigo. Ambos também têm planos de retornar ao seu país de origem ao terminar seus cursos.
Apesar de sentir falta de seus costumes, disse-nos que temos costumes extremamente semelhantes ao seu. E que uma das poucas diferenças está no comportamento mais liberal dos brasileiros.
Sobre os laços étnicos disse-nos que há um convívio entre vários grupos em Guiné Bissau. Cada um com seus costumes e tradições culturais. Sendo que algumas se assemelham muito a outras.
Sobre as religiões, Alex informou que onde mora predomina o Protestantismo e o Catolicismo. Ele e sua família seguem a religião Católica. E o comportamento dos católicos brasileiros trouxe estranhamento a ele. Pois em seu país as tradições bíblicas a serem seguidas e os costumes católicos em si, são rigorosamente cumpridos, disse-nos ele. Um exemplo que ele nos deu a respeito foi quando a livre sexualidade.

                                       

                                    CONCLUSÃO
          Durante todo o processo de pesquisa percebemos que cada grupo étnico percebe-se subdivisões. Havendo em meio a essas subdivisões características únicas às quais geram algumas formas de preconceito.
  Vemos por exemplo, no caso do Africano Alex, que em Guiné Bissau há preconceito com negros cuja miscigenação os deixa com o tom de pele mais clara do que os demais, diz Alex, chamam de “Aguados”.
No caso dos Coreanos percebemos que já são um povo com uma cultura milenar, a qual é conhecida por ser fechada, tornando o contato dificultoso.
Diante do estudo realizado podemos concluir que, que todas as raças e etnias sofrem preconceitos e diferentes discriminações dentro de seus próprios grupos, os  quais tendem a formar subgrupos.



                   REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

BRY M, Robert.LIE, John. HAMLIN, Cynthia. MUTZENBERG, Remo. SOUTO, Heraldo. Editora Thomson ,1º edição.2006, São Paulo.
GIDDENS, Anthony. Ed. ARTMED. 4 edição. 2005. Porto Alegre.

ENTREVISTADOS

Alex João Gomes (Guine Bissau),
Huang (China)
Ying (Daniel) (Coreia),
Alberto Kim (Coreia).
















Ralú Nunes, Clara Maria, Germana Sousa, Cristiane Barros e Manuel Ilo
Enviado por Ralú Nunes em 11/05/2012
Reeditado em 24/09/2012
Código do texto: T3661961
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
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Maracanaú - Ceará - Brasil, 24 anos
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