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LEITURA E INTERAÇÃO: UMA ABORDAGEM COMUNICATIVA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA

Kênia Sandes Silva (graduanda em Letras Inglês/bolsista PIBID/UFS)
kenia_costelinha@hotmail.com
Monique Silva Rezende (graduanda em Letras Inglês/ bolsista PIBID/UFS)
monike_duda@hotmail.com


RESUMO
Apesar da crescente preocupação na atualidade com o ensino da Língua Inglesa e os métodos aplicados em sala de aula pelos professores, com a finalidade de um melhor ensino/aprendizagem, ainda se faz necessário um estudo que possa proporcionar possíveis soluções, ou até mesmo, resultados significativos para a aquisição de um novo idioma. Neste sentido, o presente artigo tem como principal objetivo apresentar alguns recursos que possam auxiliar o docente de Língua Inglesa, numa interação direta com seus alunos, utilizando-se de uma abordagem comunicativa, enfatizando a leitura numa inter-relação com diferentes recursos, tais como, a música, o vídeo, a Internet e os diversos sites e redes sociais, que de forma direta ou indiretamente, contribui para o processo de ensino/aprendizagem de uma Língua Estrangeira, possibilitando dessa forma, que o aluno não fique estritamente subordinado ao livro didático e as formas tradicionais de ensino de inglês.
PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Abordagem Comunicativa. Língua Inglesa.

ABSTRACT
Despite the growing concern at the present time with the teaching of English language and the methods applied in the classroom by teachers, with the purpose of a better teaching/learning, even if it makes necessary a study that could provide possible solutions, or even significant results for the acquisition of a new language. In this sense, this article has as main objective to present some resources that may assist the teaching of English language, a direct interaction with his students, using a communicative approach, emphasizing the reading in an interrelation with different features, such as music, video, the Internet and the various sites and social networks, which directly or indirectly contributes to the process of teaching/learning a foreign language, enabling this way, the student is not strictly subordinate to the textbook and the traditional forms of teaching English.
KEYWORDS: Reading. Communicative Approach. The English Language.


1. INTRODUÇÃO

Uma das propostas das Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) a ser desenvolvida no processo do ensino de uma língua estrangeira, como parte fundamental no desenvolvimento de aprendizagem é a leitura. Sua importância não se restringe apenas a produção textual em língua portuguesa, mas está voltada para todas as disciplinas independentemente da área específica.
Dessa forma, este artigo se propõe destacar a leitura como recurso indispensável para o ensino e aprendizagem da Língua Inglesa. A ênfase se dá, portanto, na leitura e interação de textos, assim como, a recepção do aluno no que se refere ao conteúdo lido. Segundo as OCEM:
Muitas pesquisas (realizadas por agências e universidades nacionais e internacionais) surgiram preocupadas com o que o jovem lê, de que modo lê, buscando avaliar inclusive se ele “lê melhor ou pior” em função das novas tecnologias de comunicação e informação. (OCEM, 2006, p.112)

O conhecimento prévio do aluno é, sobretudo, adquirido através da leitura, que por estar inserida em seu cotidiano, de forma diversificada, tais como, internet, sites, redes sociais, livros, revista, música, imagem que permite ao aluno uma interação direta já que o próprio discente é o sujeito ativo dessa prática. Neste sentido, o presente artigo enfatizará a abordagem comunicativa baseando-se na leitura em aulas de inglês, assim como a oralidade e a utilização de novos recursos, tornando-se o objetivo principal desta pesquisa.
No que diz respeito ao método, será aplicado à análise qualitativa, baseando-se em reflexões e observações pertinentes ao tema destacando a leitura como principal recurso para a compreensão de um texto, como ato individual e prática social. Para as OCEM “o conhecimento deve ser integrador, reconhecendo as linguagens e os fenômenos multidimensionais” (OCEM, 2006, p.113).
A leitura, neste aspecto, é o fenômeno que, por sua complexidade, deve ser estudada como perspectiva interdisciplinar. Como exemplo, podemos destacar o letramento crítico, que poderá “contribuir para ampliar a visão de mundo dos alunos, para trabalhar o senso de cidadania, para desenvolver a capacidade crítica, para construir conhecimento em concepção epistemológica contemporânea” (OCEM, 2006, p.113).
Outro flagrante recorrente diz respeito aos padrões de leitura previamente estabelecidos pelo professor/escola que se espelha no material didático e, assim, faz o aluno calar-se em relação à produção de significado.
À medida que associa a leitura eficaz à habilidade de pronunciar bem as palavras, o professor impede que o aluno desenvolva a sua própria maneira de ler e, além disso, a sua subordinação ao livro didático e às formas tradicionais de ensino submete o aluno à exclusão do processo de construção de sentido, uma vez que só é permitido que ele expressasse a resposta já esperada e nunca a sua interpretação pessoal.

2. ABORDAGEM COMUNICATIVA NAS AULAS DE LEITURA

A abordagem comunicativa surgiu nas décadas de 60 e 70, como novas tendências que auxiliaram aos alunos a manterem-se focalizados com o conteúdo abordado em uma interação social. Esse advento revolucionou o sistema de ensino de línguas estrangeiras que tinham como função principal combater a concepção estruturalista do ensino/aprendizagem.
Deste modo, o foco passou a ser centrado nos alunos e nos seus interesses. O professor ao trabalhar com a abordagem comunicativa deverá proporcionar atividades em que os alunos estejam inseridos em sua realidade, de forma que eles se sintam a vontade para expressar-se em Língua Inglesa. Estas atividades devem partir de textos autênticos, onde o discente poderá aprender com mais facilidade a língua em questão.
Esses materiais não devem estar apenas ligados aos livros didáticos, mas a situações contextualizadas, que englobem o universo em que o estudante está inserido. É importante salientar que esses textos abrangem diversas formas, tais como, um vídeo, uma música, revistas, filmes, imagens, quadrinhos, uma bula de remédio etc. Segundo os PCN:
Para o desenvolvimento da habilidade de compreensão escrita é necessário poder dispor de uma grande variedade de textos de diversos tipos, provenientes de jornais, revistas, instruções de jogos e de funcionamento de aparelhos, livros, da Internet etc. Será importante envolver os alunos nesse processo de coleta de textos para se assegurar, por um lado, o interesse dos alunos, e por outro lado, a conexão entre o que se faz na sala de aula de Língua Estrangeira e o mundo fora da escola onde a língua estrangeira é usada. (PCN,2008, p.92).

Dessa forma, os diferentes métodos educacionais têm por característica em comum o foco no sentido. Ou seja, a interação entre o sujeito e o seu significado, visto que um dos objetivos da abordagem comunicativa é exatamente ensinar uma competência de comunicação em língua estrangeira com todos os seus componentes. Portanto, é imprescindível destacar que as estratégias utilizadas na abordagem comunicativa são variadas, o que permitem ao professor escolher qual o método mais eficaz para o processo de ensino de língua estrangeira, tornando-se o mediador entre a língua que ensina e os seus alunos.
Quando discutimos a leitura no contexto da sala de aula de Língua Inglesa é inevitável enfatizarmos o quanto essa prática é pouco incentivada por professores assim como pela maioria das políticas pedagógicas existentes. Embora saibamos que a leitura é um importante instrumento para a aquisição da linguagem, para relacionar-se com aspectos culturais, produzir conhecimento e, ainda, comunicar-se, tal exercício tem encontrado pouco espaço para emergir em meio a técnicas de reprodução para o domínio de um código.
Neste aspecto a leitura deve ser considerada como parte essencial no processo de comunicação, no qual o leitor, através das práticas de leitura, desenvolve uma competência linguística, textual e referencial. Desta forma a escolha dos textos é relevante para o processo de aprendizagem e crescimento intelectual do aluno, assim como, criar condições que propiciem a leitura. .
É fundamental destacar que a leitura não é fruto apenas da interação do leitor com o texto, mas um processo que depende também de outros fatores como os conhecimentos prévios do indivíduo, a interação professor-aluno ou a mediação que o professor faz entre o aluno e o texto e a própria escolha do texto a ser utilizado. Segundo os autores Mattos e Valério (2010), a opção de trabalhar com diferentes gêneros ou modalidades textuais destitui a ideia de homogeneidade linguística e atenta ao mesmo tempo para as variações situacionais, isto é, diferentes tipos de texto representam diferentes necessidades de comunicação.
O ensino de línguas naturalmente sofre forte interferência do estilo de abordagem adotado e sendo essa abordagem, como no caso da comunicativa, composta de etapas como planejamento de curso, produção de materiais, método e avaliação, qualquer variação em uma delas implicará em alteração desse processo de ensino.
Para Almeida Filho:
uma mudança de perspectiva de como vamos tomar a linguagem produz efeito no planejamento das unidades do curso e, consequentemente, nos materiais, nas técnicas de apresentação, prática e uso da língua-alvo na sala de aula, etc. O mesmo ocorre quando uma teoria de aprendizagem de línguas ou o modelo de aquisição é substituído por outro no processo”. (FILHO, 2009, p.78).

Na obra Linguística aplicada: ensino de línguas e comunicação, Almeida Filho (2009) também problematiza o uso dos livros didáticos de língua estrangeira, normalmente repletos de diálogos e textos que obedecem a uma sequência gramatical e, por se tratarem de simulações artificiais, inviabilizam a legítima prática comunicativa. Ele corrobora com Krashen (1982), em relação à necessidade de que os insumos ou inputs oferecidos aos alunos tenham uma maior significação, isto é, transmitam uma mensagem real e, além disso, contemplem um tema relevante/interessante a fim de que sejam criadas verdadeiras situações de interatividade. Dessa forma, segundo Filho (2009 apud KRASHEN, 1982, p.84) afirma que:

Esses tipos de linguagem oferecidos em sala de aula, assim como os textos artificiais dos livros didáticos, sofrem de um mal crônico: a dificuldade de compatibilizar os requisitos interesse/relevância com a atitude de estudar uma língua como matéria acadêmica do currículo.


Na abordagem comunicativa, no que se refere a aulas de leitura, a seleção do texto é de essencial importância para que haja a interação do aprendiz, desse modo, o professor deve partir de temas de interesses dos alunos, levando em consideração seus conhecimentos anteriores. Os textos devem ser críticos a fim de formar não só leitores conscientes, mas cidadãos que pertencem a um ambiente sociocultural, dando ênfase ao conhecimento prévio do aluno, desse modo, serão mais fácil este apropriar-se da língua e expressar-se livremente interagindo com mais autenticidade.
Segundo Almeida Filho (2002, p.37) “O professor promove materiais e procedimentos que incentivavam o aluno a pensar e interagir na língua alvo abrindo espaços para que ele aprenda e sistematize conscientemente aspectos escolhidos da nova língua”.
Outro ponto de relevância já que a abordagem comunicativa visa à preocupação focada no próprio aluno como sujeito agente no processo de formação da aprendizagem é o professor ter uma postura reflexiva, notar as dificuldades do aluno em relação à leitura do texto, levantar a sua autoestima, criar condições de aprendizagem, ser capaz de perceber os vários problemas desfavoráveis para aquisição da língua alvo. O silêncio proveniente do aluno em relação à figura do professor bem como o do professor em relação ao material didático também são elementos que merecem ser destacados no contexto da aula de línguas. Segundo Coracini:
A imagem de autoridade e de detentor da informação “correta” associada ao professor interfere nas formas de comunicação, conduzindo o aluno ao silenciamento. Este, por sua vez, é potencializado pelo fato de a sala de aula ser, por si só, um ambiente que delimita os tipos de expressão ou maneiras de verbalizar, restringindo manifestações que rompam como esse silêncio. (CORACINI, 2002, p.98).

Quando os professores criam situações de aprendizado, propicia um clima de confiança em sala de aula onde exista o incentivo, a motivação, o aluno irá adquirir com maior proficiência a língua alvo. Neste aspecto, Almeida Filho (2002) afirma que:
O importante é que se estabeleça um clima de confiança como o de uma pequena comunidade de aprendizes identificados uns com os outros e que haja oportunidades de compreensão e expressão de significados pessoais. O professor comunicativo levanta as expectativas do grupo, decodifica seus tópicos e temas, prepara o momento e formas de contato com a nova língua, e acima de tudo, mantém ou imprime um ritmo justo de busca de aprendizagem por parte dos alunos. ( FILHO, 2002, p. 52).

Um ótimo recurso a ser utilizado nas aulas de leitura em Língua Inglesa são os vídeos, filmes legendados que tornam a aula mais interativa e estimula muito os alunos, principalmente por se tratar de um material que eles são familiarizados e que retrata a língua no contexto real. Além disso, com este recurso, os professores podem desenvolver as demais habilidades dos alunos, não só a leitura, mas o ouvir, o falar e o escrever, adquirir vocabulário de forma mais autêntica.

3. A INOVAÇÃO DE RECURSOS COMO SUBSÍDIOS COMPLEMENTARES NO PROCESSO DE ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O professor de Língua Inglesa deve ser inovador promover atividades como discussões, debate em grupos, fazendo os discentes discernirem a cerca da leitura, da língua empregada e dos seus aspectos culturais.  Segundo Almeida Filho:
os materiais comunicativos incentivam o aluno a expressar aquilo que ele deseja ou precisa. As técnicas são interativas com trabalhos em pares ou em pequenos grupos trabalhando muitas vezes simultaneamente na sala de aula. (FILHO, 2002, p.37).

Maria Augusta (2005, p.227) discorre sobre a utilização de vídeos em sala de aula, comenta que os professores devem orientar a principio os aprendizes sobre o conteúdo a ser visto e escutado para ter um melhor aproveitamento do material e sua abordagem.
Uma tática bastante aproveitada nas aulas de leitura em Inglês e que motiva os alunos é a música/canção, onde os alunos externam mais rápido a linguagem e podem estudar a gramática de forma contextualizada, praticar a compreensão oral, aprender vocabulário, alguns aspectos linguísticos e dependendo da música, até a cultura do país. O texto musicalizado normalmente tem boa aceitação por parte dos alunos, o que ajuda a criar um ambiente agradável e, portanto, favorável à aprendizagem, além de diversificar a aula, ministrada na maioria das vezes com o uso do texto impresso.
A música motiva o maior envolvimento e participação do aluno, auxiliando inclusive na memorização ou retenção do que está sendo aprendido. Segundo a professora da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Maria Augusta, no Livro Línguas Estrangeiras em Questão, capítulo 6, afirma que:
É surpreendente a facilidade com que os alunos memorizam as estruturas quando as encontram em uma canção. O ritmo e a música irão ajudá-los a se lembrar de toda a frase mais do que partes de regrais gramaticais. (2005, p.252).

É importante frisar que, neste aspecto, mesmo um indivíduo que não estude nem tenha contato algum com uma língua estrangeira, pode através da música, somente pelo processo da audição repetidas vezes, memorizar o vocabulário contido na letra musical, mesmo não dominando o idioma. Essa facilidade permite ao professor utilizar-se do listening no ensino de Língua Inglesa, proporcionando ao seu aluno uma aprendizagem prazerosa e ao mesmo tempo, alcançar resultados satisfatórios em sua aula, já que o objetivo principal da utilização deste recurso é familiarizar os alunos com a sonoridade da língua através de seus aspectos sonoros e rítmicos.
  Outro recurso bastante utilizado, por sua importância e papel na contemporaneidade, é a Internet. As práticas pedagógicas com o uso da internet tem se ampliado e vários professores estão se conscientizando e adotando essa nova ferramenta que promove a interação do aluno com o mundo e com as diversas formas de textos. Quando o professor se apropria deste recurso em suas aulas, ele está instigando seus alunos a um processo de descoberta constante e ao mesmo tempo, possibilitando-os a ampliar a visão de mundo, onde construirão conhecimentos e habilidades.
O uso do computador proporciona a autonomia do estudante, modificando sua atitude de simples receptor para tornar-se responsável pela aquisição de novos conhecimentos. Dessa forma, as novas tecnologias metodológicas têm fornecido situações de aprendizagem mais favoráveis, pois são métodos inovadores que estão presente no cotidiano do aprendiz, facilitando a busca por novas informações pertinentes ao ensino da Língua Inglesa.
O computador com a ajuda da internet vem diversificar o ensino tradicional de línguas geralmente focado somente na repetição mecânica da gramática e suas estruturas. Com o advento da internet as aulas se tornam cada vez mais eficazes, dinâmicas e permitem a troca de informações atualizadas com diversas pessoas ao redor do mundo em tempo real, além de conter um vasto conteúdo e grandes variedades de materiais a serem utilizados para o desenvolvimento integral das habilidades dos discentes na língua em destaque.
Dessa forma, a utilização das tecnologias na educação facilita as práticas de ensino de leitura através da internet, onde os alunos têm acesso a diferentes textos e podem usar os recursos disponíveis na rede para auxiliar na leitura como, por exemplo, os dicionários online, enciclopédias, tradutores como forma de manipulação mais rápida e prática para construção do sentido do leitor.  A hipermídia oferece várias vantagens, podendo juntar em um texto escrito, sons, imagens, vídeos no mesmo documento, além de fazer com que os discentes percorram novos territórios, mundos e tenham acesso a diferentes culturas, idiomas e habitantes.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O professor nesta conjuntura como profissional da educação deve ter conhecimentos sobre o letramento digital para criar atividades e saber selecioná-las na web de modo que ajudem os alunos a desenvolver a habilidade de leitura crítica para serem capazes de discernir sobre o assunto trabalhado. É importante que o docente seja atualizado nesse contexto, dessa forma, buscará formas pedagógicas e métodos de trabalhar com a Língua alvo.
O emprego de blogs, wikispaces, podcast são alternativas educacionais que possibilitam o enriquecimento das aulas em Língua Estrangeira e são procedimentos interativos que ajudam os alunos a se tornarem autônomos na construção dos seus saberes. Segundo as OCEM (2005), os blogs:
permitem postar textos e imagens que representam a criação de um novo gênero de escrita, uma recontextualização radical do gênero anterior de diário pessoal.  [...] os blogs na internet são constantemente atualizados, reescritos e deixados acessíveis ao público em geral. As diferenças entre a comunicação escrita e falada mais uma vez se diluem na construção desse novo gênero. (OCEM, p.104-114).

O uso do blog tem se tornado um instrumento de grande valor no ensino por ser um recurso que comporta a produção, publicação, compartilhamento de ideias e a interação entre professor e aluno numa atmosfera agradável conveniente ao processo de ensino aprendizagem.
É importante destacar ainda que a oralidade é uma modalidade que vem sendo pouco trabalhada em sala de aula principalmente nas escolas públicas e o seu desenvolvimento é importante para que o aluno sinta-se inserido numa realidade determinada pela globalização. Deste modo, a escola deve proporcionar atividades em que os discentes possam agir e expressar-se através do uso significativo e real da Língua Inglesa aplicando técnicas como os exercícios orais, que promova maior interação entre os estudantes, assim como, a prática da leitura, por ser esta, a base essencial para a aquisição de conhecimento.
REFERÊNCIAS

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 2008.
BRASIL. Linguagens, códigos e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 239 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 1).

CORACINI, Maria José Rodrigues Faria (Org.). O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. 2ª edição, Campinas, SP: Pontes, 2002.

FILHO, José Paes de Almeida. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas, SP: Pontes, 2002.

_________ Linguística Aplicada – Ensino de Línguas e Comunicação. Campinas, SP: Pontes, 2009.

KRASHEN, S. Principles and Practice of Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon Press, 1982.

MATTOS, Machado de Almeida; VALÉRIO, Kátia Modesto. Letramento crítico e ensino comunicativo: lacunas e interseções. Belo Horizonte, 2010.
PEDROSA, Emília Faye; CORRÊA, Lêda Pires. Linguística Aplicada ao Ensino em Línguas Maternas e Estrangeiras. São Cristóvão: UFS, 2008.
PORTO, Maria Augusta R. Técnicas de Ensino e Recursos Didáticos para o Ensino de Inglês. São Cristóvão: UFS, 2005.

SANTANA, Givaldo. Questões de Línguas Estrangeiras. São Cristóvão: UFS, 2005.






Kênia Sandes e Monique Rezende.
Enviado por Kênia Sandes em 23/08/2012
Código do texto: T3845462
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