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Questões dobre a Introdução da Critica da Razão Pura de Kant.

01. Através da distinção entre conhecimento puro e conhecimento empírico, como podemos pensar e definir a experiência? Cite trecho que justifique sua resposta.
A partir da distinção entre conhecimento puro e conhecimento empírico pode-se tecer varias assertivas acerca da experiência. Kant na Critica da Razão Pura inicia enfatizando que todo conhecimento tem seu começo na experiência (p.36). Ou seja, justifica que não poderia haver outra maneira de adquirir um conhecimento senão pelos estímulos de nossos sentidos pelos objetos com os quais nos deparamos.
As representações destes mesmos objetos serão comparadas, reunidas ou separadas por nossos processos cognitivos, que Kant chama de entendimento, e então a conversão do material bruto que afetou os nossos sentidos em conhecimento das coisas é denominada experiência. Podemos assumir então que nenhum conhecimento é anterior, no sentido temporal, à experiência, todo conhecimento começa por ela (p.36).
Porém, de maneira que parece contraditória, Kant afirma que a partir disso, não se pode concluir que todo conhecimento surge com a experiência, pois existe outra espécie de conhecimento que é independente da experiência e dos sentidos. O nosso conhecimento empírico é um composto daquilo que adquirimos através dos sentidos e daquilo que nossa cognição capta e lhe adiciona, sendo este adicionado difícil de notar se não for desenvolvida uma habilidade em identificar estes conhecimentos distintos. Este conhecimento independente é chamado de a priori, em contraste com o tipo de conhecimento que se dá através da experiência, a saber, conhecimento a posteriori.
Existem também aqueles conhecimentos que derivam indiretamente da experiência, isto é, são derivados de uma regra geral que, por sua vez, foi adquirida através da experiência. Como, por exemplo, se destruirmos as estruturas de uma casa, saberemos a priori que a casa cairá, mas apesar de ser um conhecimento anterior à experiência não se pode dizer que é um conhecimento a priori, pois o conhecimento de que corpos pesados caem quando não possuem sustentação é um conhecimento empírico.
Mas assumindo que tais conhecimentos são possíveis, é preciso estar atento para a existência do conhecimento a priori puro e do conhecimento a priori impuro. Puro é o conhecimento que dispensa qualquer empirismo em suas fontes. Kant finaliza com o famoso princípio toda mudança tem uma causa, e o caracteriza como a priori, mas impuro, pois o conceito de mudança apenas pode ser extraído da experiência. Kant entende que as sensações são a matéria bruta que, depois, será elaborada pelo entendimento e se tornará experiência.
Portanto, quando Kant fala em eliminar, pouco a pouco, o nosso conceito de experiência, ele está propondo uma nova maneira de compreender as coisas. Uma revolução, Kant propõe que os conhecimentos a priori não devem ser fundados na experiência, por isso que devemos eliminar, pouco a pouco, nossos conceitos de experiência, pois só assim chegaremos onde Kant quer, no conhecimento da existência da intuição pura e a priori.
2. Definindo os critérios de distinção entre conhecimento puro e conhecimento empirico, demonstre como elas se fundamentam em nossas faculdades de conhecimento. Cite trecho que justifique sua resposta.
Conhecimento puro é um conhecimento que seja totalmente independente dos sentidos, é exemplo as equações matemáticas, que posso fazer mentalmente sem me apoiar em qualquer evidência material. Conhecimento puro é aquele desta ou daquela experiência, as aquele em que se verefica absolutamente ndependente de toda e qualquer experiência, não se mistura ou contenha alguma ligação com o empirico, oferecido pela sensibilidade, intuição mental.(p.37)
Conhecimento empirico é um conhecimento que possui na sua fonte na experiência, exemplo, as leis da física clássica, que necessitam de testes práticos para serem comprovados. É o conhecimento popular , o modo comum, corrente e espontâneo de conhecer, que se adquire no trato direto com as coisas e os seres humanos, as informações são assimiladas por
tradição, experiências causais, é caracterizado pela aceitação passiva, sendo mais sujeito ao erro nas deduções.O homem, ciente de suas ações e do seu contexto, apropria-se de experiências próprias e alheias acumuladas no decorrer do tempo, obtendo conclusões sobre a razão de ser das coisas. É, portanto superficial, sensitivo, subjetivo.
3. Em que consiste as possibilidades e as dificuldades da metafisica como ciencia? Cite trecho que justifique sua resposta.
Os objetos de estudo são realidades que transcendem o campo da nossa experiência, Deus, imortalidade da alma, liberdade. A história da metafísica é a tentativa de responder cientificamente a estas questões essenciais da razão humana. A metafísica no tempo de Kant era alvo de descrédito e de desprezo, exatamente porque eram alvo de lutas internas, disputas intermináveis, sem a obtenção de unanimidade em nenhuma tese (p.40).
Kant entende, no entanto, que esse descrédito não atinge o objeto da metafísica. Segundo ele esse objeto é um destino singular da razão humana que corresponde a uma vocação natural que não pode ser recusada. O descrédito, segundo Kant, deriva, portanto, da metafísica não ter encontrado ainda o caminho do conhecimento seguro e digno de crédito.
Mas será que tal fato se deve à incapacidade dos pensadores que abordaram os problemas metafísicos, ou será que a metafísica não pode ser mesmo uma ciência. Kant responde a razão humana não pode evitar as questões metafísicas, mas não é capaz de lhes dar uma resposta cientifica. Ele parte deste pressuposto que a metafísica não é uma ciência. Há que somente mostrar porque razão ela o não pode ser. E, para isso, Kant vai perguntar em que condições é possível o conhecimento científico, ou seja, como conhecemos e o que podemos conhecer cientificamente? Kant vai assim criticar, isto é, analisar, determinar capacidades e limites, não deste ou daquele filósofo, mas sim da própria Razão. Tal análise é feita na Crítica da Razão Pura, onde ele a submete ao julgamento.
A crítica de Kant acerca da metafísica corresponde a um projeto de reabilitação dessa mesma metafísica, a negação da metafísica enquanto ciência não implica a negação da metafísica, bem pelo contrário, só negando a metafísica um título que não poderá ter o título de ciência é que podemos constituir uma metafísica adequada às capacidades humanas, e, portanto digna de crédito. A filosofia kantiana tem uma intenção acentuadamente metafísica o
seu objetivo é o de reformar essa disciplina e dar-lhe credibilidade. Kant demonstra o que a metafísica não pode ser, uma ciência para mostrar o que ela pode ser uma crença racional.
Sobre a metafísica como possibilidade de ciência, Kant conclui que não, pois é impossível que comprovemos, através da racionalidade, a existência ou não de algo como a metafísica que, se existe, está fora do âmbito do que se estabeleceu como ciência universalidade e necessidade.
De fato, é mesmo irracional querer comprovar com a razão algo que corre por fora dos trilhos por onde passam os vagões da racionalidade. A razão não tem como dar conta do que foge à possibilidade de entendimento, ou seja, da inteligibilidade do sujeito cognoscente e a inexata metafísica, como alma de outro mundo, vagueia para além dos domínios da razão.
4. Distinguindo os juizos analíticos e os sintéticos, podemos definir a sua origem comum; ora se a origem é a mesma, em que consiste a problemáticidade dos juizos sintéticos? Cite trecho que justifique sua resposta.
Juízos analíticos são aqueles em que o predicado já está contido no sujeito. Quando uma relação entre dois conceitos está contida neles mesmos, diz-se que é um juízo analítico. Por exemplo, é o princípio da identidade. Quando se diz que A é igual a A, lança-se mão de uma relação que já está contida em A. No entanto, é difícil o estabelecimento de relações mais complexas sem se recorrer a relações sintéticas. “Os corpos são extensos”. A princípio existe a tentação de defini-la como analítica, porém para Kant a questão pode ser definida em outros termos, caso a afirmação de que todos os corpos são extensos seja um juízo analítico, então pode se afirmar igualmente que todos os fenômenos que aparecem no espaço têm extensão, estabelecendo-se aí um juízo sintético, porque se é verdade que o conceito “extenso” não está no conceito fenômeno, também o conceito corpo não está no conceito fenômeno (p.42-43).
Para Kant a aparentemente analítica afirmação de que “todo o corpo é extenso” pressupõe o conceito de espaço, que está fora do conceito corpo. Indo-se um pouco mais além, este corpo não existe apenas em extensão, ele goza do predicado de duração, logo, um terceiro conceito, o tempo, deve ser usado para fornecer coerência mínima a um corpo que deve ter massa, ou seja, extensão e deve perdurar durante um intervalo de tempo, ou seja, experimentar duração.
Esse afastamento serve para demonstrar que é praticamente impossível estabelecer relações puramente analíticas ou puramente sintéticas. Há aqueles que duvidam da existência de juízos sintéticos, que sustenta e acredita-se neles apenas porque nunca se levou a análise tão longe, até ao infinito. Para os analíticos, que acham que todas as relações podem ser obtidas através de juízos analíticos, há a pressuposição de que tudo pode ser reduzido a conceitos, inclusive o espaço e o tempo, e que tais conceitos já estão contidos em cada objeto, o que tornaria impossível a mistura nas relações entre eles. Sendo filosoficamente discutível o estabelecimento de relações analíticas e sintéticas puras, é impossível.
5. Demosntre segundo a enumeração dos argumentos de Kant, como ele comprova a existencia dos juizos sintéticos a priori. Cite trecho que justifique sua resposta.
Os juízos sintéticos são tomados como base do conhecimento científico, os quais se baseiam na observação, eles se tornam leis que pretendem ser verdadeiro todo o tempo, e universais (p.43). Portanto, tais juízos teriam que ser conhecimento sintético a priori, porque, uma vez suas leis estabelecidas pela observação, passam a ser universais e independentes da experiência.
A ciência está, portanto, constituída por juízos a priori que são sintéticos e não analíticos. Os juízos sintéticos, diferentemente, são aqueles em que não se pode chegar à verdade por pura análise de suas proposições. Os juízos sintéticos, as proposições sintéticas, são resultado de se juntar, síntese dos fatos, ou dados, da experiência. Todos os juízos sintéticos são a posteriori, ou seja, depois da constatação, porque eles são dependentes da experiência(p.44).
As proposições ou juízos sintéticos unem o conceito expresso pelo predicado ao conceito do sujeito que constata, e acaba por informa alguma coisa de novo. Na proposição "A casa é verde", preciso ver a casa para confirmar que é, de fato, verde. Os juízos sintéticos são feitos com fundamento na experiência, na percepção sensível. Nos juízos sintéticos, o conceito do predicado não está contido no conceito do sujeito. Todas as proposições resultantes da experiência do mundo são sintéticas.
6. Diferenciando-a da metafisica digmática, qual a possibilidade e o problema para a metafisica se estabelecer como ciencia? Cite trecho que justifique sua resposta.
Vivemos em um mundo sensível e inteligível, o metafísico está no mundo sensível, nas mudanças, aparências, no que não ocupa tempo, espaço. O inteligível é diferente, é um princípio onde as coisas concretas a permanência, a verdade do conhecimento pelo intelecto. Logo o mundo sensível é o mundo do não-ser, esse mundo e tudo que não é provado cientificamente pelo homem, existe na teoria mais nunca se conseguiu chegar a uma verdade concreta. Como por exemplo, fé, a alma, a criação do mundo, ou as dúvidas filosóficas de onde viemos, para onde vamos. Tudo isso envolve a metafísica e é realmente o não-ser, o não ser é os fundamentos que não encontramos as respostas necessárias(p.49)
Deus é um ser metafísico, não conseguimos entender, ver, tocar, ouvir, mais acreditamos em tal, pois a fé nos faz acreditar, logo a fé também é metafísico, é o não-ser da alma humana. Todas as perguntas que não tem uma resposta científica envolvem o “não-ser, e automaticamente o ser, o ser está no mundo inteligível e é algo provado, concreto é o verdadeiro, logo essa verdade é tudo aquilo que posso provar de maneira cientifica e racional.
Quando entramos no âmbito do ser significa a realidade externa que o homem habita. Quando vem a tona o ser pensamos logo no homem. Aristóteles afirmava que a metafísica como estudo da filosofia primeira é o estudo do “ser enquanto ser”, nesse ponto surge à ontologia quando Aristóteles começa a estudar o “ser” em sua essência, mas estudar o “ser” não é metafísico, metafísico é estudar as realidades necessárias e universais.
A ontologia como uma metafísica aprofundada do estudo do “ser” residente no mundo inteligível, logo o ser é o mundo das essências como explicava também Platão, o fato é que não foi à metafísica que evoluiu pra ontologia, a ontologia é um objeto de estudo da metafísica, no momento que a metafísica acabaria, surge aí ontologia estudada por Kant.
Na Idade moderna um período da metafísica onde se encontra a incompatibilidade entre a Fé e a Razão, período em que se nota que ambas tem a necessidade de seu campo próprio de conhecimento e atuação. A fé como o “não-ser” no interior do homem e a razão como o “ser”, no intelecto, na verdade. Uma época marcada sobre o reconhecimento da substância como um ser, logo essa substância é a alma, o corpo e Deus com ser infinito. A causa como responsável pela matéria, os filósofos modernos afirmavam que a causa é tudo aquilo que tem e produz um efeito. Crise da metafísica.Um período onde as teorias que existiam sobre o “ser” não eram consideradas verdadeiras e tal considerou que as teorias dos princípios racionais, o principio da identidade, não-contradição, razão suficiente ou da
causalidade estavam totalmente equivocados, a metafísica passou por uma crise de identidade, pois para Hume a metafísica era praticamente impossível, logo todas as teorias eram erradas segundo Hume, ele estava prevendo o fim da metafísica.
Hume deixa a metafísica um pouco apagada e Kant é quem desperta a metafísica e prova por ela mesma que existe uma realidade. Com Kant o conhecimento do verdadeiro veio à tona, tornou a metafísica possível, mais a própria metafísica não prova seu juízo sintético (p.52).
Kant elaborou uma teoria de que antes de toda idéia é necessário conhecer a capacidade do próprio conhecer, com isso a metafísica desperta do sono dogmático, afirma, apartir de Hume, a metafísica só pode ser considerada ciência se provar o seu juízo sintético. Para Kant é você prova algo que seja universal,assim como a física, a matemática, algo que diante do mundo seja verdadeiro. O objeto de estudo metafísico vem a partir do pensamento, nôumeno, pelo qual não é um objeto de conhecimento possível o não-ser, é tudo aquilo que a ciência ainda não encontrou provas esclarecedoras, para Kant á metafísica é uma insensatez dogmática, pois não conhecem aqueles seres que escapam dos juízos universais e necessários, tempo, espaço, quantidade, etc.
7. Em que consiste a cientificidade da Critica da Razão Pura? Cite trecho que justifique sua resposta.
Kant é um filósofo cujo pensamento foi por diversas vezes interpretado como o mais qualificado que se passou à metafísica. Esta reputação está, contudo, longe da verdade. Como veremos. Kant irá suprimir um determinado tipo de metafísica, mas não a metafísica.
A metafísica para Kant é uma disciplina cujos objetos de estudo são realidades que transcendem o campo da nossa experiência. Para Kant os problemas metafísicos são, fundamentalmente, três, Deus. Imortalidade da alma e liberdade. Ao longo da sua história a metafísica tem sido a tentativa de responder cientificamente a estas três questões essenciais da razão humana.
A aventura metafísica, desde os seus primórdios, tem sido a sucessão de guerras internas que bloquearam o seu desenvolvimento e arruinaram o seu crédito junto da comunidade dos sábios e dos intelectuais. Contudo, nota imediatamente Kant, o descrédito e o desprezo de que são alvo os metafísicos não deve conduzir-nos ao desprezo e à indiferença perante os problemas de que trata à metafísica, Deus, liberdade e imortalidade da alma. A
metafísica apesar do descrédito em que caiu é um destino singular da razão humana, corresponde a uma vocação natural, que não pode ser recusada. É próprio do homem procurar resposta para os grandes problemas metafísicos. A metafísica é uma necessidade humana que nunca desaparecerá (p.50).
Ao longo da sua história a metafísica tem tido uma pretensão fundamental: constituir-se como conhecimento científico de realidades que estão para lá da experiência. A metafísica, ao contrário da física e da matemática, não conseguiu encontrar o caminho do conhecimento seguro e digno de crédito. Então temos razões para duvidar da possibilidade de um conhecimento científico de realidades metafísicas. Até agora a metafísica não conseguiu constituir-se como ciência. Será que esse insucesso se deve à incapacidade dos pensadores que abordaram os problemas metafísicos ou será que isso se deve ao fato de a metafísica não poder ser mesmo uma ciência? A resposta de Kant é muito simples, a razão humana não pode evitar as questões metafísicas, é o seu destino, mas não é capaz de lhes dar uma resposta científica.
Ao colocar a questão da cientificidade da metafísica Kant não esconde que a resposta está dada, a metafísica não é uma ciência. Tratará simplesmente de mostrar por que razão ela não o pode ser. Assim iremos ver Kant perguntar em que condições são possíveis o conhecimento científico, ou seja, como conhecemos e o que podemos conhecer cientificamente. Definidas e explicitadas às condições gerais do conhecimento científico demonstra-se ao mesmo tempo em que não podemos conhecer realidades metafísicas (p.55).
A explicação essencial da falta de credibilidade da metafísica tem a ver com o fato de que os filósofos, que a pretenderam transformar numa ciência, usou de uma forma dogmática a faculdade chamada razão. Confiaram cegamente nas capacidades desta e não investigaram se estava no poder da razão responder cientificamente às questões metafísicas. Se o tivessem feito descobririam que a solução científica desses problemas ultrapassa o poder da razão.
Para evitar que cada qual fabrique uma metafísica a seu modo Kant vai criticar não este ou aquele filósofo, mas sim a própria razão. A análise dos poderes e limites da própria razão vai determinar que ela seja incapaz de resolver as questões metafísicas de forma científica e que só pode justificar a sua crença nas realidades metafísicas. Assim, julgava Kant, já não se poderá escrever metafísica ao gosto de cada filósofo, mas sim de acordo com as capacidades da razão enquanto tal.
É a esse longo percurso que nos conduzirá do momento negativo, a negação de que a metafísica possa ser uma ciência ao momento positivo a afirmação da metafísica como fé racional.
A verdade é que a sorte da metafísica já está traçada antes de o tribunal da razão iniciar o seu processo. Kant, sem o dar explicitamente a entender empreende a investigação transcendental do conhecimento a análise das condições que nos permitem conhecer para justificar aquilo que na sua mente é um dado adquirido, a metafísica não é uma ciência.
É a partir do sucesso de ciências, matemática, física e lógica cuja validade considera indubitável, que Kant justifica o fracasso da metafísica na sua tentativa de se constituir como ciência ou conhecimento puramente racional do supra-sensível e diz que elas são ciências constituídas. A metafísica não.
A cerca das ciências a única coisa que devemos perguntar é, como é possível o conhecimento científico? Para justificarmos esse fato que é a ciência. Quanto à metafísica Kant perguntará se ela é possível como ciência, e não como é possível, pois ela não é uma ciência constituída, para justificar um fato, a metafísica não é uma ciência.
Edvaldo Sant Ana Lourenço
Enviado por Edvaldo Sant Ana Lourenço em 25/03/2013
Código do texto: T4206531
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Edvaldo Sant Ana Lourenço
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 28 anos
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Edvaldo Sant Ana Lourenço



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