O maior negócio do mundo

O maior negócio do mundo




Já que todo cidadão dá o seu pitaco, vou usar essas linhas para tentar desenhar um micro pensamento sobre as futuras eleições presidenciais brasileiras para 2018. Partindo do pressuposto de que ninguém sabe do que está falando, inclusive eu, meu trabalho aqui está em reconectar certos pontos a partir de percepções e notícias colhidas ao léu.

Primeiro, a sanha é tanta e tão devastadora que em hipótese alguma aquilo que conhecíamos por política faz parte da encenação. Assim, ponto número um:


1. Brasília 2018 = O maior negócio do mundo.


1a. A seguir, uma notícia interessantíssima para você pensar: PDT e Partido Comunista da China debatem candidatura de Ciro e fortalecem parceira.

2. Quem está por trás do bolo a ser cortado é o que raros discernem e o que mais interessa, mas devem ser literalmente milhões de envolvidos.

2a. Raciocínio vital: Petróleo? Estatal. Eletricidade? Estatal. Água? Estatal. Saneamento? Estatal. Saúde? Estatal. Educação? Estatal. Segurança? Estatal. Previdência? Estatal. Transporte? Estatal. Correios? Estatal. Sistema penitenciário? Estatal. Anatel? Estatal. Banco Central? Estatal.
Anvisa? Estatal.

Olha o tamanho da coisa.

(Não é a toa que cai avião - três meses antes da queda do E. Campos, a presidenta em exercício canetou uma lei colocando sob sigilo eventuais investigações sobre acidentes aéreos. Muito estranho.)

Futebol, carnaval, CUT, MST, 60 mil assassinados por ano e um tanque de gasolina (58 L) em março deste ano saía por R$ 299,28, ao passo que na Argentina o mesmo tanque custa R$ 50,46. Petróleo nosso. (Nosso? kkkkkkkk)

Futebol, carnaval, CUT, MST, Une, Esquerda caviar, esquerdopatas….
Ninguém abre a boca.

Deu na G. News semana passada os (argh…) “novos" partidos políticos, cheios de garra e de propostas, uns até planejando as próximas 7 (sete) eleições presidenciais, caras novas, etc., agora eu gostaria de saber se vão abrir mão dos privilégios absurdos e intoleráveis tais quais salários astronômicos, regalias mil, aposentadorias de 8 anos, Fundo Partidário (4 bi???!!!), imunidades e o escambal a quatro porque, sinceramente, como brasileiro eu digo CHEGA DESSE LIXO. Isso não é política, isso é uma sem vergonhice que precisa terminar e só vai terminar o dia em que a gente falar CHEGA!

O cara que chefia a grana da nação trabalhou na empresa dos irmãos metralha e não deu pela falta de bilhões. A pessoa responsável pela investigação do prefeito da Grande SP disse que não foi crime politico, tem 15 neguinho morto por causa desse presunto e até hoje ninguém foi sequer acareado, sendo que sua ex (e ou viúva) ocupa, alto cargo no governo.

Carga tributária nos EUA: 6,5%. Carga tributária no BR: 77%.
Imposto sobre água nos EUA: 0%. No BR: 45,11%.

POR QUE TENHO QUE PAGAR TANTOS IMPOSTOS? SE MEU PAÍS É RICO...

Política nesse país não passa de um business perverso e mal disfarçado para extorquir a grana dos que não fazem parte do esquema.

3. Mídia. Mídia = palhaçada. A gente ficou sabendo por e-mail e facebook das obras dos governos petistas pelo mundo. Ninguém abre a boca. 99% do tempo a gente vê asnos debatendo com asnos (todos mais sujos que pau de galinheiro) sobre de que forma empurram para debaixo do tapete seus cadáveres e de que forma vão nos explorar ainda mais.

Por fim temos o Fator H., nos ameaçando dia e noite com seus asseclas:

4. H. não tem culpa.

H. nunca foi a um campo de concentração e nem passou na porta de um.

Nunca encontraram documentos assinados por H., ordenando matar alguém.

Não existem documentos comprovando que os terrenos dos campos de concentração estariam em nome de H.

Não existiram testemunhas de ter ouvido H. ordenando matar alguém.

Dessa maneira fica claro que H. é inocente das acusações contra ele.



(Imagem: Ed Ruscha, "É isto", 1990, acrílico sobre tela)
Bernard Gontier
Enviado por Bernard Gontier em 22/08/2017
Reeditado em 07/06/2020
Código do texto: T6091468
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.