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A cultura e sua globalização desenfreada

O que um povo tanto da Tailândia, quanto do Brasil e da Alemanha, por exemplo, tem em especial? É óbvio que são países completamente diferentes e de diversos (des)níveis sociais, mas o que determina essas diferenças não é só o desenvolvimento ou o seu próprio projeto de capital social, é simplesmente a sua cultura que difere de ambas. A cultura nada mais é do que a caracterização de um povo, a marca de cada região, ou a escolha que você mesmo faz, não importando onde esteja, seja em Bangkok, em Brasília ou em Berlim, mesmo sendo rico ou pobre.

Quando vimos um descontrole de riqueza ou da violência de uma cidade para outra, todo o seu contexto está relativamente ligado ao desenvolvimento social, da política e da globalização que atinge ainda mais aos países submergentes. O mundo contemporâneo hoje vive nesse eixo de tecnologia e cultura, com cada um olhando o seu próprio “nariz” voltado apenas para si, ou seja, muitos países que se dizem o berço da civilização (como os liderados por George W. Bush), poderiam ajudar os países subdesenvolvidos a intensificar os padrões de capital social neste quesito.

Em contrapartida o que se espera de uma população é lutar por seus direitos, tendo como aliado o “folclore” de cada região e nunca esperar a ajuda divina cair do céu, porque ela dificilmente virá. A sua importância vai além de qualquer estado cultural, seja ele branco, mameluco, mestiço, negro, rico, pobre... Portanto, cada raça e/ou costume, está acima de qualquer desenvolvimento, de  qualquer civilização, ela é sempre o primeiro lugar na característica humana de um povo, ou melhor em sua tradição histórica.








Diego César
Enviado por Diego César em 17/09/2007
Código do texto: T656556

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Sobre o autor
Diego César
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 31 anos
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Diego César