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Uso Abusivo e dependente quimico


Uso Abusivo e dependente  Químico

Quero desenvolver um tema para que possamos refletir e tirar dele alguns aprendizados em relação a dependência. Primeiramente, é importante abrirmos varias interrogações para que cada um de nós possamos refletir segundo nossa concepção.
1. O que é usuário?
2. O que é um usuário abusivo?
3. O que é um dependente habitual?
4. O que é um dependente eventual?
5. O que é um dependente recreativo?
6. Qual a diferença entre um usuário abusivo ou dependente?

Podem ser que algumas perguntas tenham o mesmo significado para uns, mas para outros sejam bem distintas.
Quero primeiramente, buscar no dicionário tais significados para ai então expor minha reflexão e minha interpretação sobre estas interrogações.
 
 Usuário: adj. e s. m., que ou aquele que, por direito proveniente do uso, possui ou usufrui alguma coisa utente;  que serve para o nosso uso.
 Abusivo: adj., em que há abuso; impróprio; Jur., acto -: o que excede a jurisdição ou autoridade de quem o pratica.
 Dependente: adj. 2 gén., que depende; subordinado, sujeito; que tem relação ou conexão imediata; correlativo.
 Habitual: adj. 2 gén., usual, costumeiro; frequente; que se faz ou acontece por hábito.
 Recreativo: adj., que recreia; próprio para recreio
Recreio: s. m., divertimento; lugar recreativo, ameno; tempo concedido às crianças para brincarem;

 Eventual:  adj. 2 gén., dependente de acontecimento incerto; casual; fortuito; acaso.

A partir desta etiologia podemos fazer nossas argumentações e que se estivemos atentos perceberemos que algumas palavras podem ser sinônimos mas para outras pessoas  são antagônicas.
Um dependente certamente é um usuário. Um usuário pode ser ou não um dependente. O  usuário abusivo certamente pode adquirir ou já se encontra dependente  químico porque o consumo pode estar ocorrendo devido a uma dependência instalada  e o consuma esteja em proporções altas.
Quero agora expor meu conceito. Para mim, a dependência surge a partir do momento que a pessoa necessita de algo para atingir seus objetivos, quer seja eles orgânicos ou psíquicos. Independente a quantidade ingerida ou a constância. Estes objetivos a principio agem como compensações. Esta muito relacionado ao complexo de inferioridade e superioridade  Estes complexos seguem a mesma linha orgânica, ou psíquica. E em determinados casos ultrapassa a vontade daquele que faz o uso.
Todos somos usuários, pois de uma certa maneira usamos algo, mas necessariamente não somos dependentes. E nem sempre o usuário abusivo também é um dependente. Pôr isso é fundamental a nomenclatura dependente.
Pessoas que necessitam de substancia psicoativas para se divertir, que necessita para comer, que necessita para se relaxar independente de ser recreativo, habitual ou mesmo eventual esta necessidade os já o faz dependente químico.
A dependência química  patológica é outra historia, e não há como negar que ela surge após uma uso habitual, recreativo ou abusivo.
Dentro desta colocação não vejo preconceito algum nesta nomenclatura, nem estigmatizarão da pessoa a qual faz uso de forma dependente nem que esta dependência seja primaria, secundaria ou em fase aguda pelo contrario deve ser usada sem receio, serve como alerta e cuidado para aquele usuário que possa estar fazendo uso de alguma substancia psicoativa.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 19/03/2005
Código do texto: T7002
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Sobre o autor
Ataíde Lemos
Ouro Fino - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
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