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ESTUDO TOPONÍMICO DOS LAGOS ACREANOS

ESTUDO TOPONÍMICO DOS LAGOS ACREANOS
Alexandre Melo de Sousa (UFAC)


Resumo: A Toponímia tem como objetivo básico analisar a relação do homem com o meio, no que se refere à designação dos topos. Este artigo apresenta um estudo toponímico dos lagos acreanos, com ênfase para a análise quantitativa das categorias taxionômicas.

Palavras-chave: Toponímia; Lagos; Acre

Abstract: The Toponymy has as objective basic to analyze the relation of the man with the way, as for the assignment topos them. This article presents a toponymic study of the Acre lakes, with emphasis for the quantitative analysis of the taxionomic categories.
Keywords: Toponymy; Lakes; Acre.


CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O acervo lexical é a parte integrante do sistema lingüístico em que se observam os recortes culturais das comunidades lingüísticas, já que através dele são revelados valores ideológicos, visões de mundo e o conjunto de experiências acumuladas ao longo da história dos membros dessa comunidade: suas práticas sociais e culturais A língua “traduz toda uma cultura, traduz todo um universo peculiar com suas implicações psicológicas e filosóficas que é preciso alcançar para enriquecimento da experiência” (BORBA, 1984, p. 07).
Essa relação HOMEM-LÍNGUA-CULTURA fica evidente, por exemplo, quando observamos os designativos escolhidos pelos grupos sociais para nomear o espaço em que vivem.
O estudo da significação dos nomes dos lugares, levando em consideração aspectos geo-históricos, sócio-econômicos e antropo-lingüísticos que tenham influenciado sua escolha; é tarefa da Toponímia.
O presente trabalho objetiva discutir alguns aspectos referentes à toponímia dos lagos acreanos, especialmente quanto à categorização taxionômica dos designativos. Prioriza-se apresentar uma análise quantitativa dos dados, embora não se deixe de tecer, ainda que panoramicamente, alguns comentários acerca dos fatores motivacionais refletidos nos nomes. Pretende-se, num âmbito geral, verificar de que forma ocorre a relação língua – realidade extralingüística no ato de nomear os referidos acidentes físicos.

1 A Toponímia como ciência lingüística
Os itens léxicos escolhidos para nomear os acidentes geográficos são denominados topônimos, e o estudo desses itens lexicais, assim como do processo de nomeação que os caracterizam são objetos de investigação da Toponímia – disciplina lingüística que, ao lado da Antroponímia (estudo dos nomes próprios de pessoas), formam os ramos da Onomástica. Sobre o campo de atuação da Onomástica, Dick (2002) explica:
Na Onomástica, o nome próprio não se esgota em si, ou no ato da nomeação dos lugares e das pessoas. Como signo lingüístico, o nome próprio, [...] atinge outras dimensões culturais, voltadas aos aspectos etno e sociolingüísticos. Com isso, entramos também no campo da dialetologia, das variações de uso da língua dominante em determinados períodos de sua historiografia interna e externa, e na fixação da vertente brasileira do português europeu.

Dick (1990) ressalta que o campo de estudo da Toponímia não se limita à pesquisa etimológica, já que ela procura, também, a procedência da significação dos nomes dos lugares, considerando aspectos extralingüísticos como: aspectos geo-históricos, socioeconômicos e antropo-lingüísticos, que os originaram. Segundo a autora, o signo toponímico, quase sempre, tem relação com a história e a cultura da região que ele nomeia.
[...] a história dos nomes de lugares, em qualquer espaço físico considerado, apresenta-se como um repositório dos mais ricos e sugestivos, face à complexidade dos fatores envolventes. Diante desse quadro considerável dos elementos atuantes, que se entrecruzam sob formas as mais diversas, descortina-se a própria panorâmica regional, seja em seus aspectos naturais ou antropo-culturais (DICK, 1990, p. 19).

Diante do exposto, entende-se que o estudo dos topônimos evidencia a inter-relação homem-ambiente-língua-cultura, como defendeu Sapir (1969, p. 44). Para ele, a língua de um povo reflete o ambiente, já que dele recebe influência.

2 A motivação do signo lingüístico em função toponímica
Conforme Sousa (2007a, p. 31)A noção saussuriana da arbitrariedade do signo lingüístico tem gerado discussões entre os estudiosos da linguagem, sobretudo entre os semanticistas, seja quanto à dicotomia significante/significado seja, num plano mais geral, quanto à vinculação entre signo/realidade. Como conseqüência, segundo Ullmann (1964, p. 116), vários enfoques teóricos surgiram, dentre os quais destacaram-se: a tendência “analítica” ou “referencial”, “que procura apreender a essência do significado, reduzindo-o aos seus componentes principais”; e a “operacional”, “que estuda as palavras em acção e que se interessa menos por o que é significado, que pelo modo que opera”.
Entre os lingüistas que consideram a motivação do signo lingüístico estão Ulmann (1964) e Guiraud (1980). O primeiro defende que pode ocorrer motivação semântica do signo por uma relação metafórica ou metonímica. Guirraud (1980, p. 30), por sua vez, destaca a motivação externa do signo que “repousa sobre uma relação entre a coisa significada e a forma significante do sistema lingüístico”.
No que tange ao signo toponímico, como explica Dick (1992), pode-se acatar, a princípio, a noção saussureana de arbitrariedade, já que, estruturalmente, o topônimo é, como uma forma de língua, um significante animado por uma substância de conteúdo; contudo, funcionalmente, o topônimo é marcado duplamente: “o que era arbitrário, em termos de língua, transforma-se, no ato do batismo de um lugar, em essencialmente motivado, não sendo exagero afirmar ser essa uma das principais características do topônimo” (DICK, 1992, p. 18).
Assim, considerando a natureza intrínseca do signo toponímico, é preciso rever a questão da arbitrariedade, já que sua característica primordial é a motivação semântica no processo de construção do significado: aspectos sócio-histórico-culturais ligados ao contexto de um grupo alocado em um determinado espaço geográfico marcado por determinadas características físico-naturais são considerados no ato da nomeação dos acidentes geográficos físicos e/ou humanos.
Como acrescenta Sousa (2007b), apoiado em Dick (1992), a motivação toponímica possui um duplo aspecto que transparece em dois momentos: “primeiramente, na intencionalidade do denominador ao selecionar o nome, na qual concorreriam circunstâncias de ordem objetiva ou subjetiva”, e em seguida na origem semântica da nomeação, no significado intrínseco a ela, que se revela de modo transparente ou opaco, apontando para as mais diversas origens.

Assim, considerando-se o nome próprio [de lugar] como fato da língua (como um signo lingüístico que identifica e guarda uma significação precisa de aspectos físicos ou antropo-culturais), o estudo toponomástico servirá como fonte de conhecimento da língua falada numa dada região e como recuperação de fatos físico-geográficos e/ou sócio-histórico-culturais, em parte ou em sua totalidade, por que passaram os povos que habitaram, temporária ou definitivamente a região pesquisada (SOUSA, 2007b, p. 93 )


3 Topônimos: classificação semântica
Dick (1992) apresenta um modelo de classificação taxionômica para os topônimos, tomando por base o conteúdo semântico dos mesmo, ou seja, os fatores motivacionais que estão refletidos. O modelo contempla 27 (vinte e sete) taxes: 11 (onze) relacionadas com o ambiente físico – Taxionomias de Natureza Física –, e 16 (dezesseis) relacionadas com os aspectos sócio-histórico-culturais que envolvem o homem – Taxionomias de Natureza Antropo-Cultural:
3.1 Taxionomias de Natureza Física
a) Astrotopônimos: topônimos relativos aos corpos celestes em geral. Ex. Cruzeiro do Sul (AC); b) Cardinotopônimos: topônimos relativos às posições geográficas em geral. Ex. Avenida Leste-Oeste (CE); c) Cromotopônimos: topônimos relativos à escala cromática. Ex. Igarapé Preto (AC); d) Dimensiotopônimos: topônimos relativos às dimensões dos acidentes geográficos. Barra Longa (MG); e) Fitotopônimos: topônimos relativos aos vegetais. Ex. Flores (PE); f) Geomorfotopônimos: topônimos relativos às formas topográficas. Ex. Morros (MA); g) Hidrotopônimos: topônimos relativos a acidentes hidrográficos em geral. Ex. Cachoeirinha (RS); h) Litotopônimos: topônimos relativos aos minerais ao à constituição do solo. Ex. Areia (PB); i) Meteorotopônimos: topônimos relativos a fenômenos atmosféricos. Ex. Chuvisca (RS); j) Morfotopônimos: topônimos relativos às formas geométricas. Ex. Volta Redonda (RJ); l) Zootopônimo: topônimos referentes aos animais. Ex. Cascavel (CE)
3.2 Taxionomias de Natureza Antropo-cultural
a) Animotopônimos (ou Nootopônimos): topônimos relativos à vida psíquica, à cultura espiritual. Ex. Vitória (ES); b) Antropotopônimos: topônimos relativos aos nomes próprios individuais. Ex. Barbosa (SP); c) Axiotopônimos: topônimos relativos aos títulos e dignidades que acompanham nomes próprios individuais. Ex. Coronel Ezequiel (RN); d) Corotopônimos: topônimos relativos a nomes de cidades, países, estados, regiões e continentes. Ex. Seringal Quixadá (AC); e) Cronotopônimos: topônimos relativos aos indicadores cronológicos representados pelos adjetivos novo(a), velho(a). Ex. Nova Aurora (GO); f) Ecotopônimos: topônimos relativos às habitações em geral. Ex. Chalé (MG); g) Ergotopônimos: topônimos relativos aos elementos da cultura material. Ex. Jangada (MT); h) Etnotopônimos: topônimos relativos aos elementos étnicos isolados ou não (povos, tribos, castas). Ex. Capixaba (AC); i) Dirrematopônimos: topônimos constituídos de frases ou enunciados lingüísticos. Ex. Passa e Fica (RN); j) Hierotopônimos: topônimos relativos a nomes sagrados de crenças diversas, a efemérides religiosas, às associações religiosas e aos locais de culto. Ex. Capela (AL). Esse categoria subdivide-se em: i. Hagiotopônimos: nomes de santos ou santas do hagiológio católico romano. Ex. Santa Luzia (BA) ii. Mitotopônimos: entidades mitológicas. Ex. Exu (PE); l) Historiotopônimos: topônimos relativos aos movimentos de cunho histórico, a seus membros e às datas comemorativas. Ex. Plácido de Castro (AC); m) Hodotopônimos: topônimos relativos às vias de comunicação urbana ou rural. Ex. Ponte Alta (SC); n) Numerotopônimos: topônimos relativos aos adjetivos numerais. Ex. Dois vizinhos (PR); o) Poliotopônimos: topônimos relativos pelos vocábulos vila, aldeia, cidade, povoação, arraial. Ex. Vila Nova do Mamoré (RO); p) Sociotopônimos: topônimos relativos ás atividades profissionais, aos locais de trabalho e aos pontos de encontro da comunidade, aglomerados humanos. Ex. Pracinha (SP); q) Somatopônimos: topônimos relativos metaforicamente ás partes do corpo humano ou animal. Ex. Braço do Trombudo (SC)
4 Do caráter interdisciplinar toponímico
Segundo Dick (1990, p. 36), a Toponímia configura-se como “um imenso complexo línguo-cultural, em que dados das demais ciências se interseccionam necessariamente e não exclusivamente”. A Toponímia, em sua feição intrínseca, “deve ser considerada como um fato do sistema das línguas humanas”.
Os topônimos, conseqüentemente, constituem uma fonte de grande importância para o acervo científico e patrimonial de qualquer país, pois por meio deles, como explica Salazar-Quijada (1985, p. 29): “a nação obtém uma personalidade geográfica própria e se particulariza com relação aos demais territórios do mundo” . Assim como a Arqueologia, os topônimos tornam-se, muitas vezes, a única evidência, em determinada área geográfica, da permanência de grupos que são reconhecidos como uma fonte de identificação e de diferenciação das coisas e dos fenômenos (cf. SALAZAR-QUIJADA, 1985, p. 30).
Dick (1984, p. 45) observa que as relações entre Toponímia e História “se fazem sentir no quotidiano dos próprios fatos que os designativos revelam”. A estudiosa registra, ainda, que o topônimo pode conferir não só dimensões regionais, mas também nacionais, trazendo uma enorme carga histórica e social. Os topônimos que fazem referência a fatos históricos ou a membros que deles participaram são classificados, segundo Dick (1992, p. 39), como historiotopônimos – localizados entre as taxes de Natureza Antropo-Cultural.
Salazar-Quijada (1985, p.33) também leva em consideração a dimensão histórica do topônimo. Para ele, por meio dos estudos toponímicos pode-se reconstruir a vida de um povo: sua cultura, seus movimentos migratórios, aspectos lingüísticos, aspectos da vida social e espiritual das pessoas que habitam ou habitaram uma determinada região.

5 Apresentação e análise dos dados
Os topônimos selecionados e analisados no presente trabalho tiveram como fontes: a) o Mapa Político-Administrativo do Estado do Acre (2006), escala 1: 1000 000, fornecido pelo IBGE-AC; b) a carta Topográfica da Amazônia Legal (1990), escala 1: 1000 000, fornecida pelo IBGE-AC; c) dados do Programa Estadual de Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Acre (2000), fornecidos pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente – SECTMA. O corpus utilizado é constituído por 20 (vinte) designativos de lagos acreanos.
Para atingir o objetivo geral proposto neste estudo – verificar o inter-relacionamento entre fatos lingüísticos e fatores extralingüísticos – seguimos os seguintes passos metodológicos: a) os topônimos foram catalogados e classificados de acordo com o modelo taxionômico proposto por Dick (1992), que apresenta 27 (vinte e sete) categorias, distribuídas em Taxionomias de Natureza física (11 taxes) e Taxionomias de Natureza Antropo-Cultural (16 taxes); b) os designativos foram distribuímos em dois blocos, de acordo com a natureza taxionômica em que se enquadravam; e c) os topônimos foram analisados conforme orientação apresentada em Dick (1996).
Vale ressaltar que alguns topônimos, de origem indígena, foram agrupados numa categoria chamada “sem classificação”, pois, por não estarem dicionarizados, seus significados ficaram obscuros, impossibilitando incluí-los nas categorias toponímicas propostas pela referida pesquisadora.
Inicialmente, observou-se que, quanto à Natureza Toponímica, a quantidade de topônimos pertencentes ao grupo Natureza Antropo-cultural (NA) foi superior ao de Natureza Física (NF). Os primeiros apareceram 10 vezes, correspondendo a 50,0%, enquanto os de Natureza Física apareceram 06 vezes, somando 30,0%. 04 topônimos ficaram sem classificação, correspondendo a 20,0%, conforme pode ser visualizado na tabela a seguir:

Tabela 01: Natureza Antropo-Cultural X Natureza Física
NATUREZA TOPONÍMICA QUANTIDADE PERCENTUAL
Natureza Antropo-Cultural 10 50,0%
Natureza Física 06 30,0%
Sem classificação 04 20,0%
TOTAL 279 100,0%
   Fonte: Pesquisa direta.

Esse primeiro resultado deixa evidente a valorização dada aos aspectos sócio-culturais pelo grupo humano que deu nome aos lagos acreanos. Isso pode ser justificado pela própria formação populacional desses espaços. Frente às dificuldades encontradas e o não-conhecimento dos elementos físicos da região, usavam os designativos para manifestar seus sentimentos diante da realidade, para manifestar sua fé, lembrar dos locais de onde vieram entre outros. Trata-se de uma forma de conservar as tradições e os costumes de sua gente.
Em relação ao quantitativo geral das categorias toponímicas de Natureza Antropo-Cultural, o resultado mostrou que apareceram em número igual: os corotopônimos (02), os antropotopônimos (02) e os animotopônimos (02). E entre os do Natureza Física, prevaleceram os zootopônimos (03). A tabela abaixo mostra esse quantitativo:
Tabela 02: Taxionomias
TAXES NATUREZA TOPÔNIMOS Nº
Zootopônimos Física Humaitá, Jacuí, Saracura 03
Animotopônimos Antropo-cultural Vitória, Esperança 02
Antrotopônimos Antropo-cultural Izidoro, Lindolfo 02
Corotopônimos Antropo-cultural Belo Horizonte, Porto Seguro 02
Hierotopônimo Antropo-cultural São Salvador 01
Cronotopônimos Antropo-cultural Novo 01
Cromotopônimo Física Preto 01
Sociotopônimo Antropo-cultural Fazenda 01
Dimensiotopônimo Física Grande 01
Fitotopônimo Física Flores 01
Somatopônimo Antropo-cultural Barriguda 01
Sem Classificação - Juruapuca, Sacado, Sacopemba. Tauare 04
TOTAL 20
Fonte: Pesquisa direta.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
À guisa de conclusão, podemos verificar, diante dos dados analisados, as intersecções línguo-culturais existentes na Toponímia, ou seja, como língua e cultura refletem-se nesse sistema onomástico, tornando patente sua importância dentre as ciências lingüísticas como instrumento de recuperação e possível interpretação de ideologias dos povos por meio dos nomes de lugares.
Em se tratando do Estado do Acre, cuja história de formação é bastante peculiar, a análise toponímica deixou transparecer a forte valorização dos elementos sócio-culturais por parte do denominador, uma vez que o número de topônimos de Natureza Antropo-cultural foi superior aos de Natureza Física.
De um modo geral, fica claro que os topônimos, como unidades léxicas que são, comportam em seu bojo fatos que evidenciam necessidades e interesses de grupos humanos que os engendraram, revelando traços lingüísticos e culturais, mesmo os já desaparecidos, inerentes a esses grupos. Assim, língua e cultura, em processo simbiótico, exprimem-se nessas unidades lexicais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BORBA, F. da S. Introdução aos estudos lingüísticos. São Paulo: Cultrix, 1984.
DICK, M. V. de P. do A. Aspectos históricos de microtoponímia no Brasil. Separata da Revista de História. Nº 116. São Paulo: USP, 1984.
__________. A motivação toponímica e a realidade brasileira. São Paulo: Arquivo do Estado, 1990.
__________. Toponímia e Antroponímia no Brasil. Coletânea de estudos. São Paulo: Gráfica da FFLCH/USP, 1992.
__________. Aspectos de etnolingüística na toponímia carioca e paulistana contrastes e confrontos. Revista da USP. São Paulo, n. 56, p. 180-191, 2002.
GUIRRAUD, P. A semântica. São Paulo: DIFEL, 1986.
ISQUERDO, A. N. O fato lingüístico como recorte da realidade sócio-cultural. São Paulo: 1996. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual Paulista.
SALAZAR-QUIJADA, A. La toponímia em Venezuela. Caracas: Universidad Central de Venezuela, 1985.
SAPIR, E. Língua e ambiente. Lingüística e ciência. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1969.
SOUSA, A. M. de. Desbravando a Amazônia Ocidental Brasileira: estudo toponímico de acidentes humanos e físicos acreanos. Fortaleza, 2007a. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Ceará.
__________. Pelos verdes mares bravios: a toponímia das praias do Ceará. Revista Philologus. Rio de Janeiro, n. 38, 2007b.
ULLMANN, S. Semântica: uma introdução à ciência do significado. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1964.



Alexandre Melo de Sousa
Enviado por Alexandre Melo de Sousa em 31/10/2007
Código do texto: T717164

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