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O Amor que Liberta!

 Marido, esposa, amigos, namorados, filhos,  irmãos, pais, primos...

Há pessoas que passam por nossa vida e deixam marcas inesquecíveis.

Como fachos de luz, acendem clarões que iluminam nossa existência.

Almas afins, sua presença nos incuti agradável bem estar.

É  natural que queiramos desfrutar  sempre de sua companhia.

Porém, esses nossos amigos são peregrinos do infinito, cedo ou tarde seguirão outras paragens, precisam colher novas experiências, experimentar novos desafios, interagir com outros companheiros.

Para nosso equilíbrio é necessário admitir que esses amigos fazem parte de nossa vida, contudo, não podem ser a razão única de nosso  viver!

Mister amá-los com desprendimento, sem acorrentá-los a nós como se propriedade nossa fossem.

Amá-los  sem cobranças descabidas,  sem ciúmes constrangedores, sem depositar nossas frustrações em seus ombros.

Prendê-los é privar outras pessoas  de sentir o perfume de sua convivência, é impedir que novos horizontes brotem em suas vidas.

Cerceá-los é obstruir seu crescimento e condená-los a não expandir laços de afeto.

Querê-los apenas para nós é aprisioná-los nos porões do egoísmo.

O amor verdadeiro não exige exclusividade!

Quem ama do fundo da alma torce pelo enriquecimento do ser amado guardando no coração a doce lembrança da convivência.

Pois sabe que as distâncias geográficas não são capazes de apagar os sagrados  e indestrutíveis laços do Amor!


Palmas para o amor que liberta!





Wellington Balbo
Enviado por Wellington Balbo em 30/12/2005
Código do texto: T92145
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Sobre o autor
Wellington Balbo
Bauru - São Paulo - Brasil, 41 anos
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Wellington Balbo