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Sobre a autora
Natalia de Oliveira
Mauá - São Paulo - Brasil, 32 anos
14 textos (1064 leituras)
2 e-livros (92 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 30/04/17 00:39)
Natalia de Oliveira

Textos do autor
Perfil
Olá Leitores!
     Eu não sou diferente de você, amante da leitura que por alguma razão do destino, tropeçou nesse site. Nasci e me criei no ABC Paulista, na cidade de Mauá. Vivo com meus pais, meus irmãos e meus numerosos gatos.
     Nasci em 1985 (bons tempos) por isso peguei uma boa parte dessa saudosa época, gosto muito de coisas dessa época quando se trata de musica, filmes e livros (isso não se aplica a roupas e cabelos, eram horriveis nessa época) mas a arte em geral me trás uma certa nostalgia.
     O primeiro livro que eu li foi "O sapato que Miava", ou, para quem não está ligando o nome a pessoa, "O gato Deodato no sapato". Foi um requisito da escola quando entrei no pré-primário: cada aluno devia comprar um livro infantil que ao longo do ano letivo seriam trocados entre os alunos para que todospudessem ler um livro diferente e no fim do ano, ficariam como doação para a escola. O livro em si, me lembro que era bem xoxo, mas o que eu trouxe comigo, foi a concepção de que alguém em algum lugar do mundo escreveu aquilo, sua visão, que sua ideia iria ficar imortalizada e que eu, com cinco anos e tão pequena, nos cafundós de Mauá, estava lendo. Imaginava se a pessoa que escreveu sabia que eu estava vendo o mundo através de seus olhos. Claro que não sabia. Na minha cabeça, um escritor era uma coisa quase magica, com um dom incrivel de criar coisas e desde pequena (sim, podem me chamar de chata por causa disso) mas eu sempre entendi que uma história era uma história. Nunca engoli os contos de fadas, mas me entretia e imaginava como foram escritos. Isso ficou em mim, e se não fosse isso, não teria adiquirido o amor aos livros que tenho hoje.
     Escrever me ocorreu por volta dos doze anos, quando ganhei um diário que não usava como diário, mas como um caderno onde escrevia as cenas e trechos que pipocavam na minha cabeça (ainda faço isso) , mas eram coisas despersas e sem muito sentido. Mas foi quando eu começei á estudar literatura no colegial que fui refinando minha escrita até o que ela é hoje: crua, descritiva e um pouco sarcástica. Não que eu ache que não precise melhorar, estou longe de ser uma escritora própriamente dita, mas estou trabalhando nisso.
      Fiz esse blog com o intuito de divulgar meus trabalhos e meus pensamentos. Todos que aqui chegarem encontrarão erros de português, patadas ignorantes em alguns livros, mas também serão muito bem recebidos!


Última atualização em 30/04/17 00:39