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porque hoje...

25-06-2006 10:55:24

Porque hoje é Domingo e ontem foi dia de São João e hoje é dia de oitavos-de-final, primeira fase da fase final do Mundial de Futebol e joga Portugal...
Escrevo porque escrevo e me sobra tempo, não vou fazer nenhuma obra, essa_s deixo para o Assim que vou ler e transcrever:

SILÊNCIO
todo o poema
começa onde bebe a poesia
da nascente do que sente

rompe a crosta da indiferença
e solta amarras a(o) Silêncio

noz da nossa voz!
Assim

Eu até que podia ser transcritor, mas onde vivemos só consigo ser um transgressor a pecar por pensamentos e omissões, neste mundo de missões e comichões nos tomates do Padre Inácio.
Depois desta pro_fundidade, vou tomar banho e arejar a pevide!

A IGNORÂNCIA
(ou vice-versa: IGNORÂNCIA A...)

A ignorância nem chega a substantivo
Ficasse pela substância do mundo
Onde vivemos mergulhados
Até aos tornozelos

Nada é grande
A mediocridade é mediana
E hoje como hoje o nunca passou

À História
Fazendo história...

Com(o) perfeito verso imperfeito!

(hoje é nunca e nunca existe...)

Se não andasse em cima dos pés tentando não ser um equilibrista talvez aprendesse a andar em bicos de pés e pudesse ser bailarina... Os bailarinos, as bailarinas também..., põe os pés de lado e só sabem fazer piruetas e saltos. Andaria em bicos de pés e tentaria sentir-me bêbado, de mão dada com(a) fantasia, seria fan da azia até ficar fanado!
É o fado da fantazia...

PERFEIÇÃO
Dedico-me à Perfeição, ela dorme para a direita
E eu monto-a pela esquerda e bate tudo certo!

Quer isto dizer que durmo à direita da Perfeição
E ela abre as pernas de paixão e com amor!

A Perfeição é uma flor e eu invento-a, desfolho-a
Solt(o-)a no vento, aspiro e ela regressa de n_ovo!

Se a puta-que-pariu não parisse a puta que a pariu, não haveria Glória no mundo! Mas as putas inventam as mães e querem os pais para filhos e os homens para maridos, isto é... a Glória. Eu tenho um caso com a Glória, a mãe de todas as putas: a humanidade nasce todos os dias, escorre húmida das suas partes, quando a Glória se excita!
Ah, ser humano! Que maravilhoso desígnio, ser sensível e compreensível ao mundo!...
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 27/06/2006
Código do texto: T183185
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
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