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SEGREDOS DA FELICIDADE- 5. Sexo

09/2003



Sexo é bom, muito, muito bom. Digo no sentido de “fazer” sexo. Mas minha educação foi bem rígida, sendo que minha mãe ensinou que sexo era só depois do casamento, entre pessoas legalmente casadas. Mas agora, depois de tanto viver, ouvir e observar, cheguei a algumas conclusões que gostaria de repartir. O sexo é, segundo a crença oriental, a segunda grande força do mundo (sendo que a primeira é o amor), pois é através dela que a espécie se perpetua, então tem que ser algo realmente grande. Mas a sociedade nos ensina a “diferença” entre homens e mulheres, dizendo que para o homem o sexo é mecânico, enquanto para a mulher é algo mais profundo. Mentira pura.
A única diferença é a visão da coisa, pois quando nosso órgão feminino é friccionado, como qualquer órgão masculino, se excita e responde do mesmo modo.
É a mesma coisa dizer que você só matará sua fome se for a um restaurante de classe, com direito a trinta e tantos talheres, e vinte copos diferentes. Mentira; você mata perfeitamente bem sua fome comendo um cachorro-quente em pé, numa rua suja e movimentada. Para matar a vontade de sexo, basta fazer bem feito. Mas para matar a fome que geralmente vem junto, que é de toque, de carinho, de contato físico, só se houver algo mais que corpo. Gostaria que todas as mulheres, e homens também, entendessem isso de uma vez por todas. E que valorizassem mais seus corpos. Para matar a vontade de sexo bastam quinze minutos, mas quando se vai para a cama com alguém, é para qualquer coisa: você pode sempre pegar uma frieira, uma doença qualquer, ou uma gravidez. Então é bom que o par valha a pena, caso qualquer uma delas aconteça com você. Ah, uma curiosidade: sabe como os druidas chamavam o órgão feminino? “A porta da vida”. Não é lindo?

Edilene Barroso
Enviado por Edilene Barroso em 25/08/2006
Código do texto: T224670

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Sobre a autora
Edilene Barroso
Campinas - São Paulo - Brasil, 53 anos
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Edilene Barroso