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A Luiz Felipe Scolari.... o nosso Felipão

Luiz Felipe Scolari ComIH, também conhecido apenas como Scolari ou como Felipão (Passo Fundo, 9 de novembro de 1948) é um ex-futebolista e atual treinador brasileiro, que atuava como zagueiro. Atualmente está sem clube.

Foi campeão do mundo de futebol como técnico da Seleção Brasileira em 2002 na Copa do Mundo do Japão e Coreia do Sul. Entre os clubes que treinou, teve importantes e vitoriosas passagens por Grêmio e Palmeiras, com os quais conquistou a Copa Libertadores da América. Em 2013, foi campeão da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira.

É descendente de italianos (seus avós eram imigrantes da região do Vêneto). Além da nacionalidade brasileira, possui também a italiana.


Carreira

Como jogador

O zagueiro Scolari começou sua carreira futebolística aos dezessete anos, jogando nos juvenis do Aimoré, da cidade gaúcha de São Leopoldo. Seu interesse pelo futebol ocorreu por influência de seu pai, Benjamin Scolari, que, na sua época, também havia atuado como zagueiro no sul do Brasil.

Apesar de não ser reconhecido como um jogador habilidoso, destacou-se pelo seu estilo aguerrido e de liderança, muitas vezes sendo capitão nas equipes por onde passou.

Depois do Aimoré, transferiu-se para o Caxias, uma equipe de maior prestígio dentro do cenário gaúcho, onde jogou por sete anos.

Depois disso, jogou ainda por Juventude, Novo Hamburgo e CSA — neste último, conquistou seu único título como jogador, já no seu último ano de zagueiro: o Campeonato Alagoano de 1982.


Professor

Luiz Felipe Scolari foi professor de educação física na Escola A. J. Renner, também conhecida como Escola Industrial, localizada no município de Montenegro, cidade localizada a, aproximadamente, 60 km de Porto Alegre.

Naquela época, não era tão famoso, mas dedicava-se intensamente às atividades educacionais.

Além disso, também foi professor de educação física na cidade de Caxias do Sul, em instituições como a Escola Estadual Cristóvão Mendonza e o Colégio La Salle Carmo.

Como treinador

Começo em Alagoas pelo CSA

Mostrando o mesmo estilo que o definiu como jogador, Scolari começou como técnico no próprio CSA, levando o clube maceioense ao título alagoano de 1982.

Clubes gaúchos, Goiás e Oriente Médio

Após a primeira experiência como técnico, retornou à sua terra natal para passar por diversos clubes gaúchos.

Com duas passagens pelo Juventude, uma por Brasil de Pelotas e Pelotas.

Após conseguir destaque nas passagens pelo Juventude, onde realizou uma série de amistosos no Oriente Médio voltando invicto, com vitórias sobre grande clubes e até seleções daquele continente, foi para o Grêmio (estreou em 3 de junho e logo depois conquistou o Campeonato Gaúcho de 1987), teve reconhecimento regional, tendo ainda realizado trabalhos no Al-Shabab, da Arábia Saudita, e no Goiás.

Em 1989, foi para o Kuwait, onde foi campeão da Copa do Emirado com o Qadsia SC e campeão da Copa do Golfo em 1990 com a Seleção do Kuwait.

Criciúma e novas passagens no Oriente Médio

Em 1991, levou o Criciúma ao título da Copa do Brasil, maior glória da história do clube, feito pelo qual ganhou reconhecimento no Brasil.

No mesmo ano, foi contratado pelo Al-Ahli e treinou mais uma vez o Qadsia, não obtendo sucesso.

Grêmio

Felipão retornou ao Grêmio em 1993, onde conquistou vários títulos, dentre eles a Copa do Brasil de 1994, a Copa Libertadores da América de 1995 e o Campeonato Brasileiro de 1996, além dos títulos estaduais.

Na Europeia/Sul-Americana de 1995, o time de Felipão perdeu nos pênaltis para o Ajax, depois de empatar sem gols e atuar boa parte do jogo com um jogador a menos.

Na época, o time holandês possuía a base da seleção do país que disputaria a Copa do Mundo FIFA de 1998.

No início, Felipão recebeu duras críticas por ser considerado um técnico "retranqueiro", de "jogo feio" e que "mandava bater nos adversários", porém com o decorrer do tempo ficou marcado para sempre como um dos maiores ídolos do Grêmio, e até hoje é lembrado e respeitado pelos torcedores do clube gaúcho.


Palmeiras

Em 1997, após dirigir o Júbilo Iwata, do Japão, transferiu-se para o Palmeiras, foi vice-campeão do Campeonato Brasileiro do mesmo ano, perdendo o título para o Vasco da Gama, do artilheiro Edmundo, empatando as duas partidas finais, mas pelo fato do clube carioca ter melhor aproveitamento na primeira fase acabou ficando com o título.

Em 1998, após receber algumas críticas, deu a volta por cima com o time alviverde, sagrando-se campeão da Copa do Brasil, quando venceu a final da competição contra o Cruzeiro.

E também conquistou um título continental: a Copa Mercosul, também em cima da Raposa.

Meses depois, em 1999, alcançou seu ápice no clube, conquistando a Libertadores da América, um título inédito, e novamente marcando seu nome na história de um clube brasileiro.

No Mundial de Clubes, acabou novamente sendo vice-campeão, desta vez perdendo para o Manchester United por um placar mínimo, com direito a um gol bem anulado do meia Alex enquanto o placar ainda estava zerado.

Em 2000, o seu último ano de sua primeira passagem no clube, chegou mais uma vez a final da Copa Libertadores da América, onde fez uma semifinal épica contra o maior rival do Palmeiras — o Corinthians.

E, novamente, viu seu time eliminar o maior rival nos pênaltis, mas acabou perdendo o título para o Boca Juniors também na decisão por penalidades.

E, antes de deixar o clube, ainda esteve em frente a conquista do Torneio Rio-São Paulo, dando ao time a vaga na Copa dos Campeões, competição que daria vaga ao time na próxima edição da Libertadores.


Cruzeiro e Seleção Brasileira

Foi quando esteve no Cruzeiro, após uma campanha exemplar, culminando no título interestadual da Copa Sul-Minas de 2001 — no time badalado à época pelo capitão argentino e ídolo celeste Juan Pablo Sorín — que foi convocado para dirigir pela primeira vez a Seleção Brasileira, em 2001.

Quando assumiu, a seleção estava ameaçada de não se classificar para o Mundial do ano seguinte.

Conseguiu a classificação, mas a participação não-convincente nas Eliminatórias e a derrota para Honduras na Copa América de 2001 fizeram com que a seleção ficasse desacreditada pela torcida e a imprensa.

Além disto, nos meses que antecederam a Copa de 2002, Felipão foi muito criticado por não convocar o atacante Romário, como pediam os torcedores.

Mas, em seguida, conquistou o maior título de sua carreira: a Copa do Mundo de 2002. Realizando uma campanha perfeita, com 7 vitórias, venceu a Alemanha por 2 a 0 na decisão, em Yokohama.

Felipão foi reconhecido como um dos responsáveis pela vitória, por ter conseguido reconstruir a equipe, definir o estilo de jogo, unir os jogadores e por ter apostado em Ronaldo e Rivaldo, que decidiram o Mundial para o Brasil.


Seleção Portuguesa


Após a conquista, a torcida pediu a permanência de Scolari, mas o treinador manifestou seu desejo de dirigir uma equipe europeia e, assim, deixou a seleção brasileira.

Comandou a equipe pela última vez em um amistoso contra o Paraguai, em agosto de 2002.

Logo depois, recebeu convite da Federação Portuguesa de Futebol para dirigir a Seleção local, o que veio a ocorrer em 2003.

Desde então, levou a equipe à final da Eurocopa de 2004, sendo derrotada pela Grécia no Estádio da Luz, em Lisboa.

Pelos resultados obtidos na competição, foi agraciado pelo então Presidente da República Portuguesa, Jorge Sampaio, a 5 de julho desse ano, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Dois anos mais tarde, atingiu as semifinais da Copa do Mundo FIFA de 2006, na Alemanha.

Após eliminar a Holanda e a Inglaterra nas oitavas e quartas-de-finais, respectivamente, caiu diante da França.

Na decisão do terceiro lugar, foi derrotado pela Alemanha.

Apesar da quarta colocação, o resultado foi muito festejado, pois a Seleção Portuguesa não chegava às semifinais de uma Copa do Mundo desde o Mundial de 1966.

Após a Copa de 2006, a torcida do Brasil pediu o retorno de Felipão à seleção brasileira, mas o treinador preferiu continuar em Portugal.

É considerado um dos responsáveis pela ascensão da carreira de Cristiano Ronaldo, pelo qual mantém grande amizade, tanto que, quando o pai do jogador faleceu, em 2005, poucas horas antes de um jogo entre Portugal e Rússia, foi Scolari quem contou a CR7 sobre o falecimento.

Em partidas amistosas, Felipão dirigiu a Seleção Portuguesa contra o Brasil em duas oportunidades.

Na primeira, em 2003, Portugal venceu por 2 a 1, na cidade do Porto. Em 2007, nova vitória portuguesa, desta vez por 2 a 0, em jogo disputado em Londres.

Após a eliminação frente à Alemanha na Eurocopa 2008, nas quartas-de-final, Scolari deixou a Seleção Portuguesa para assumir o comando do Chelsea, seu primeiro clube de ponta no futebol europeu.


Chelsea


Felipão foi apresentado à imprensa londrina no dia 1 de julho de 2008, e fez sua estreia oficial pelos Blues no dia 17 de agosto de 2008, pelo Campeonato Inglês, contra o Portsmouth, vencendo o jogo por 4 a 0.

 Big Phil ajudou o Chelsea a atingir em dezembro a marca histórica de 11 vitórias consecutivas fora de casa pelo campeonato inglês  (oito delas sob comando dele), superando um antigo recorde do Tottenham que perdurava desde 1960, porém o desempenho do clube nos jogos em casa deixava a desejar, principalmente nos clássicos.

Depois de uma série de resultados considerados ruins pela diretoria do Chelsea, Felipão acabou sendo demitido pelo time londrino, no dia 9 de fevereiro de 2009, após um empate contra o Hull City, que deixou o time sete pontos atrás do líder, Manchester United. O auxiliar-técnico, Ray Wilkins, foi promovido interinamente ao lugar de Scolari no cargo de treinador.

Segundo a imprensa, Luiz Felipe não recebeu reforços, o que fez sua passagem pelo Chelsea ser prejudicada, visto que as equipes que disputavam o título da Premier League contrataram novos jogadores.

Além disso, haveria problemas de relacionamento do técnico com seus comandados.

Na sua passagem, Felipão teve um aproveitamento de 62%, com 19 vitórias, 10 empates e 7 derrotas, totalizando trinta e seis partidas disputadas.

Em uma nota oficial, o treinador desejou sorte ao seu ex-time, "lamentou que a convivência com todos não tivesse sido duradoura", mas ressaltou que "seguirá morando em Londres".

Após a demissão de Felipão, o seu assessor de imprensa, Acaz Felleger, disse que crer que a decisão da demissão foi de Roman Abramovich, uma vez que Felipão sempre teve o apoio de Peter Kenyon, chefe executivo do Chelsea.

Ele ainda lembrou que a falta de contratações foi um fator preponderante para o trabalho aquém às expectativas de Felipão no clube.

Como indenização por quebra de contrato, Scolari teria recebido 15 milhões de libras.

O seu salário era de cerca de 600 mil libras mensais e valia até julho de 2010.

Bunyodkor

Scolari começou a treinar o Bunyodkor do Uzbequistão em 1 de julho de 2009, em princípio, por 18 meses.

Na chegada a Tashkent, em 26 de junho de 2009, Felipão foi recebido com festa pela torcida do clube.

Em outubro do mesmo ano, conquistou de forma invicta, com quatro rodadas de antecipação e um incrível recorde de 23 vitórias seguidas, o Campeonato Uzbeque de Futebol de 2009.

Foram 28 vitórias, dois empates e nenhuma derrota (aproveitamento de 95,55%).

Em 4 de junho de 2010, o site oficial do clube anunciou a saída de Scolari, que durante as fases finais da Copa do Mundo FIFA de 2010 foi comentarista em uma emissora de TV da África do Sul.

Após a Copa, foi novamente cotado para voltar à seleção brasileira, mas preferiu ir para o Palmeiras, onde já tinha acertado contrato.


Retorno ao Palmeiras

No dia 13 de junho de 2010, após semanas de especulações e negociações, foi oficializado seu retorno ao Palmeiras, após a Copa do Mundo.  Assinou o contrato no dia 15 de julho de 2010.

No dia 11 de julho de 2012, conquistou a Copa do Brasil de forma invicta, interrompendo um jejum de 12 anos sem títulos nacionais da equipe.

Mesmo assim, devido a má campanha da equipe no Brasileirão, acabou deixando o Palmeiras no dia 13 de setembro de 2012.

Em sua segunda passagem pelo clube, Felipão fez 165 jogos, sendo 70 vitórias, 50 empates e 45 derrotas, um aproveitamento de 52,5%.

Somando suas duas passagens, dirigiu o Verdão em 407 jogos, somando 192 vitórias, 111 empates e 104 derrotas.

Na história palmeirense, só fica atrás de Osvaldo Brandão, com 580 jogos, como treinador que mais vezes comandou equipe.

Segunda passagem pela Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]
Em 28 de novembro de 2012, foi confirmado o seu retorno à Seleção Brasileira após pouco mais de dez anos do penta, com o auxilio de Parreira, o treinador do tetra.

Foi apresentado oficialmente no dia seguinte, durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro.

 Ele venceu, com a Seleção Brasileira, a Copa das Confederações FIFA de 2013.

Na Copa do Mundo de 2014, acumulou três vitórias (3–1 sobre a Croácia e 4–1 sobre Camarões na primeira fase; 2–1 contra a Colômbia nas quartas de final) e dois empates (0–0 contra o México na primeira fase e 1–1 contra o Chile nas oitavas de final, superando-os na disputa por pênaltis por 3–2), porém a Seleção sofreu duas derrotas seguidas na fase final: para a Alemanha, por expressivos e humilhantes 7–1 na semifinal; e para a Holanda por 3–0, durante a disputa do terceiro lugar.

Em decorrência destes resultados, na madrugada de 14 de julho de 2014, foi anunciada a demissão de Scolari, Parreira e da comissão técnica.

Felipão foi muito criticado pela forma como escalou o Brasil para enfrentar a Alemanha na semifinal e por relutar em fazer mudanças táticas na equipe durante todo o Mundial.

Assumiu a culpa pela derrota, pediu desculpas à torcida e disse que este foi o pior dia da vida dele, mas também declarou que não se arrepende da escalação.

Retorno ao Grêmio


No dia 29 de julho de 2014, depois de 18 anos separados, um dos técnicos mais vitoriosos da história do clube foi anunciado como novo treinador do clube no lugar de Enderson Moreira.

Foi recebido em grande festa pela torcida tricolor, tendo como um dos resultados mais destacados até aqui a vitória de goleada (4-1) sobre o rival Internacional no Campeonato Brasileiro de 2014, a maior vitória em clássicos do tricolor gaúcho desde 1990.

 Felipão considerou a vitória, no dia de seu aniversário, como a coroação de sua carreira.

No dia 14 de fevereiro de 2015, durante a derrota do Grêmio para o Veranópolis pelo Campeonato Gaúcho de 2015, Felipão deixou o banco de reservas e foi para o vestiário antes mesmo do fim da partida, e o episódio teve repercussão na imprensa.

Disse que se sentiu envergonhado, porque a equipe não vinha apresentando em campo o que fazia nos treinos.

No dia 19 de maio de 2015, Felipão pediu demissão. Segundo o presidente Romildo Bolzan Júnior, Felipão "entendeu que seu ciclo e sua capacidade de avançar no elenco estavam concluídas. O Grêmio aceitou o seu pedido.

Estendeu a situação à toda a comissão técnica. O departamento de futebol permanece como está — disse Romildo. — O trabalho foi bom, mas o desgaste aconteceu — argumentou." Com Felipão saem os auxiliares Murtosa, Ivo Wortmann e o preparador físico Darlan Schneider.

Guangzhou Evergrande


No dia 4 de junho de 2015, no mesmo dia que o ex-técnico do Guangzhou Evergrande foi demitido, o técnico italiano Fabio Cannavaro, Felipão fechou um acordo de 2 anos e meio com a equipe chinesa, onde, junto com ele, irão Flávio Murtosa, Ivo Wortmann e Darlan Schneider que integrarão na comissão técnica.

No dia 31 de outubro de 2015, Felipão conquistou com o Guangzhou Evergrande o título do Campeonato Chinês.

Dez dias depois, foi escolhido o técnico do ano na China.

 Felipão também foi campeão da Liga dos Campeões da AFC de 2015 com o Guangzhou Evergrande, e com esse título classificou a equipe para a disputa da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2015, no Japão, em que o Guangzhou terminou em quarto lugar.

No dia 29 de junho de 2016, Felipão, em entrevista para a imprensa, falou sobre a possibilidade de treinar a Seleção Inglesa, após a saída do técnico Roy Hodgson, demitido por causa da eliminação da Inglaterra na Eurocopa de 2016.

Apesar do interesse, Felipão não falou na entrevista se recebeu algum convite para assumir a seleção.

Mas o treinador acabou continuando no comando do Guangzhou.

Após dois anos e meio, à frente do Guangzhou Evergrande, em reunião no dia 16 de outubro de 2017, o técnico brasileiro comunicou à diretoria do clube chinês que não renovará o contrato (que vence dia 30 de novembro), Felipão ainda não definiu o que fará depois de deixar o Guangzhou, mais o seu futuro aponta para o futebol da Europa ou da Ásia.

Um retorno ao Brasil está descartado neste momento.

Nota do divulgador:- O QUE É UMA PENA POIS TEM TIME POR AI PRECISANDO SUBIR PARA A DIVISÃO ESPECIAL E COM CERTEZA O CUSTO DE TAL CONTRATAÇÃO COMPENSA, POIS UM FELIPÃO VALE POR PELO MENOS 10 TÉCNICOS DEMITIDOS ESSE ANO NA PRIMEIRA DIVISÃO!!!
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Enviado por Ivan o terrivel em 12/11/2017
Reeditado em 12/11/2017
Código do texto: T6169447
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Sobre o autor
Ivan o terrivel
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