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GT

PASSAGENS SELECCIONADAS  - A "CARTA"

Deve ser do nervoso?... O riso com que acabas a tua carta.
Enquanto lia copiei para a folha onde agora escrevo, no Word...
  1
  daí eu estranhar a tua
  capacidade de dádiva às outras e a mim... nem na cama...
  2
  porque nunca me chegas-te a
  escrever a "carta"
  3
  pode ser que este comentário mereça algum... já que os
  outros ao lado passaram... até isso!... rs! [assim acaba(s)...]

Estão com a formatação das quebras de linha do teu texto e com os números
que agora acrescentei, para contar ...1, 2, 3:

Vais ter a tua carta, é a realidade a fazer-me imaginar!!
O que responder(ia)?

Resumindo: a tua carta é de alguém que ama porque acredita vir a ser amada?, da tua carta poderia dizer perceber tudo e não perceber nada!, indo da interrogação à exclamação mais obnóxia.

Vamos às "passagens seleccionadas":
1
não entendo!... Teria, para ser entendido o meu desentendimento, de  procurar outras passagens?... Tu me dirás, o que quer dizer que não sinto necessidade de me explicar. Muito menos para quem não esteja a perceber nada do que está a ler, a palavra, o seu uso, é algo de pessoal. Ao escrever para ti (é isso que não entendo, acusas-me de estar na cama contigo a pensar noutra?) pouco me importa se existe mais alguém no mundo; por momentos, estar aqui é como estar na cama a... transar. A transação mais íntima, o
negócio mais secreto... Não vou deixar de gostar de ti pelo facto de seres parva, também já não é a primeira vez e pode ser que seja a última? Não acredito e... nem o desejo.
2
a carta de que falas está no meu caderno, em qualquer altura ta posso ler... ou publico-a e chamo-lhe GT
3
não dá para perceber que outros comentários é que passaram ao lado, tenho limitações de compreensão como qualquer pessoa que não se acha suficientemente informada: a que comentários te estás a referir??
Pedis-te uma carta, cá tens a literatura no seu melhor..., pronta a valer o que cada um conseguir perceber ou lhe apetecer imaginar. Apenas a fé de que sem realidade a ficção não existe e sem ficção a realidade não chega a existir verdadeira_mente. Quanto à intimidade, não estamos na cama, menos ainda no divã de qualquer psicanálise.
Dá para perceber ser uma carta para alguém de quem gosto, quanto ao desgosto... raramente mata!
Dará para perceber que gosto de ti? Pelo menos, não tem um único traço de ironia. Fraco motivo? O maior de todos: a exigência de verdade. A ironia, tu usas..., não responde a nada em si mesma, quando muito... ironisa.

{«E quando estiveste comigo, as últimas vezes, não estavas... estavas com ela!
Não te estou a acusar, estou a constatar! É impossível estancares os teus sentimentos assim... há pessoas que te inspiram para a amizade, como o exprimes tão bem nos carinhos que escreves na escrivaninha para todas, mesmo as que não lêem! Há pessoas que te inspiram para a paixão/tesão, como o exprimes tão bem nos poemas que escreves que dedicas de forma subtil tipo: "sabes que é para ti..."! Se ligarmos todos os teus poemas, consegue-se perceber facilmente o que te está a acontecer... o que fizeste, o q pensaste... passas para o papel o teu dia-a-dia! E muito bem!»,
se
quisesse escrever uma epígrafe, Introdução, o que quer que fosse, para o meu Diário... Lá (nota/sem música?...) teria de pedir à GT para a pôr assim nua, à frente de quem me lê. Nua mas não despida, as roupas da linguagem acompanham o seu corpo onde a nossa Língua a protege e entranha estranha como as musas da tusa com que acordamos de noite com humano pau!... E que seja eu a dar-lhe com ele e não ela a mandar-me levar com um!!...rs
Vou publicar se a Dona/dona não vier reclamar...
Claro, esta é a carta que não é a outra..., para “outro” já basta o Assim... e assim me Safo? mencionando o nome da poetisa de quem viaja memória no mundo desde a Antiga Grécia.}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 08/02/2006
Código do texto: T109281
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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