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Saudade de Cremilda


Acordei para a vida, da janela do meu quarto já vejo o verde na campina.
O orvalho da noite já cessou, a neblina desapareceu quando o tempo esquentou.
Mas uma vez o dia nasceu para mim, e eu continuo olhando para a mesma estrada que um dia vim te deixando sem proteção.
Juro que eu queria ter ficado, mas a vida pegou pesada, só me resta pedir perdão por ter vindo sem me despedi.
Desculpa! Hoje eu estou como a vida, que começa devagar, nos passos incertos de uma criança.
Choro por lembrar o caminho que o tempo não me deixou seguir.
Mas mesmo que eu morra de amor, eu vou tentar te encontrar na eternidade para novamente poder te amar.
Eraldo costa
Enviado por Eraldo costa em 20/02/2006
Reeditado em 20/02/2006
Código do texto: T114128
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Sobre o autor
Eraldo costa
Garanhuns - Pernambuco - Brasil, 33 anos
30 textos (6189 leituras)
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Eraldo costa