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Tal Qual Uma Esfinge



Quantas vezes meus braços estendi, esperando por um abraço seu...

Quantas noites de insônia passei, imaginando apenas um carinho.

Meus murmúrios de amor, implorando para serem ouvidos,

Minha carne ardendo em desejos, à espera da sua

Sempre querendo, implorando e só...

Até sentir-me tão pequena ...

Até sentir-me nada, pra você !



Agora, seus abraços precisam dos meus, que já não são mais seus.

Sua voz não ouço mais. Ensurdeci ?

Seus desejos,  já não são mais os mesmos que os meus.

E como tudo passa, Passou!



Do nada, germinando nasci...crescendo cada vez mais,

Te vendo tão longe e pequeno, perto de mim.

E os mesmos braços que tanto desprezou, hoje te acenam,

Tal qual a uma Esfinge a zombar de ti .

Cíça
Enviado por Cíça em 24/03/2006
Código do texto: T128084
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Sobre a autora
Cíça
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Cíça