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na primeira pessoa (a carta)

Acho que os leitores merecem toda a consideração!...
Cá fica, do domínio público, a carta que foi e é do domínio privado, só uma Maria sabe ter sido para ela e dela ser. No que escrevemos, se muito do que está escrito pertence ao leitor, aqui, em termos meramente matemáticos duma improvável possibilidade de quantificar, tudo pertence à leitora/leitor... na primeira pessoa.
«
Maria,
Bonita carta breve!
Bjs
F
»
Virgem não sendo, não será a Santíssima. Mas,
quem leu a carta de forma Virgem, idealizando-a escrita para si, só tem agora de regressar ao “Post Script” e lê-o como tendo sido (seguinte) subsequente em relação à carta. A qual teve como (anterior) antecedente  (o) “número mágico”, do qual dei a seguinte explicação:
«
É um passe de magia!
Faz nascer um gato, saído duma frase, onde a cartola é a nossa tola!...riso
»
Até onde vai a verdade, é até onde fica... mesmo que seja de forma passageira?, com(o) a vida e a memória.
Espero tenham gostado da história,
Recantuais Saudações!!

Post Scriptum...
Uma poetisa escreveu um breve poema de três versos com título, outra se lhe juntou fazendo um poema independente, cujo texto e sentido se fundisse com o primeiro. As duas brasileiras, a elas me juntei começando com um título abrasileirado: "me envolver". Quem se quiser envolver, é ler o MULTIPLIX, vou deixar nota no Mural.

{No Mural, acrescentarei:
Não deixem de ler "na primeira pessoa", o melhor é seguirem o nome do autor, façam favor...
Recantuais Saudações!!}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 30/03/2006
Código do texto: T131121
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
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