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Auto-avaliação

Porque é que me aconselham a ser sempre sincera e verdadeira, a dizer o que penso, a nunca temer ser eu própria, se à primeira demonstração de liberdade torno-me um alvo a abater por flechas de olhares de reprovação?
Até que ponto queremos ser livres? Até que ponto queremos ouvir a verdade?
Porque é que acabamos por escolher a liberdade da censura ao invés da ditadura do coração?
È ele o meu líder, só a ele obedeço, independentemente da censua liberal a que se sujeitam e para a qual me querem arrastar! Basta!
A revolta consome-me lentamente, sei que me afastei e logo fui tema das suas conversas..''a rebelde'', ''a rude'', ''a mal-educada''....e porque não ''a genuína''? Não quero um pedestal, não quero aplausos, não quero reconhecimentos hipócritas, não quero falsos elogios, não quero abraços nãos sentidos.
Quero consequências! Quero ser uma causa, quero ser o epicentro do sismo  da auto-crítica, quero poder reflectir-vos em mim,
Sintam vergonha do que pedem e não do que desejam. Sintam vergonha do que fazem não do que sentem. Tenham vergonha do que dizem, não do que sussurram p'ra vós.
Temam o que vêm de olhos aberos e estimem o que observam com eles fechados.
Não assobiem, CANTEM! Não vejm a temperatura da àgua, mergulhem!
Agora perguntam: ''Quem és tu p'ra dar conselhos?''. Ap que eu respondo ''Chamo-me Vida, e aqui estou, definhando, esperando que me uses''
Riot
Enviado por Riot em 06/04/2006
Código do texto: T134758
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Sobre a autora
Riot
Portugal, 29 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 18:45)
Riot