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carta aberta a meu pai.... papa como sempre te chamei....

Papa…

Hoy quiero expresarte mi cruda realidad.

Estoy llena de frío y soledad.

Quiero escapar…

No estoy viva.

Quiero gritar…

Se quiebra mi voz...

no logro vencer el dolor.

No quiero pensar

que mi lucha es estéril.

Sabes bien

que son inalterables mis principios

y si tengo que dar mi vida…

moriré tranquila,

si muero en libertad.

Resuenan en mis oídos,

el lamento de mis heridas.

Hoy mi vida es un largo camino

que no logro transitar.

Quisiera ver brotar

rosas en el mar

y no fantasías de cristal.

Evoco tus recuerdos,

tratando de engañar mis sentimientos

y así amanezco dormida…

y el alba adormecida

sigue cubriendo mi vida.

Quiero soñarme libre…

De cadenas,

de presiones,

de inconciencias,

de almas feroces.

Quiero soñarme libre…

De odio,

de traición,

de falsos profetas.

de vanas apariencias,

de hambre y miseria.

de marionetas huecas,

de guerras sangrientas.

Es inhumano vivir sin esperanzas...

y para defender a mi patria

tan solo me basta mi corazón.

Papa…

Hoy debo admitir

que no soy feliz.

Cuanta falta me haces…

Quiero llorar en tus hombros,

y decirte que mi corazón

ya no es el mismo sin tu amor.

© Noris Roberts

Papa…

Hoje quero expressar-te minha crua realidade.

Estou cheia de frio e solidão.

Quero escapar…

Não estou viva.

Quero gritar…

Quebra-se minha voz...

não consigo vencer a dor.

Não quero pensar

que minha luta é estéril.

Sabes bem

que são inalteráveis meus princípios

e se tenho que dar minha vida…

morrerei calma,

se morro em liberdade.

Ressoam em meus ouvidos,

o lamento de minhas feridas.

Hoje minha vida é um longo caminho

que não consigo transitar.

Quisesse ver brotar

rosas no mar

e não fantasias de cristal.

Evoco tuas recordações,

tratando de enganar meus sentimentos

e assim amanheço dormida…

e o alva adormecida

segue cobrindo minha vida.

Quero sonhar-me livre…

De correntes,

de pressões,

de inconciencias.

De almas ferozes.

Quero sonhar-me livre…

De ódio,

de traição,

de falsos profetas.

de vãs aparências,

de fome e miséria.

De marionetas huecas.

De guerras sangrentas.

É desumano viver sem esperanças

E para defender a minha pátria

tão só me basta meu coração.

Papa…

Hoje devo admitir

que não sou feliz.

Quanta falta me fazes…

Quero chorar em teus ombros,

E dizer-te que meu coração

já não é o mesmo sem teu amor.

© Noris Roberts

http://www.poetasdelmundo.com/paises_america.asp?IDPaises=137
Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 13/04/2006
Código do texto: T138605
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 48 anos
135 textos (2622 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 08:28)
Noris Roberts