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Amiga II

 
Dezoito de novembro, talvez seja para ti, um dia qualquer no calendário.
Mas foi exatamente neste dia que estivemos juntos pela última(?)vez.
Fiz um mapa mental, de teu endereço e perdi nos descaminhos traçados.
Continuo como libriano legítimo, navegando entre o desespero e a euforia, entre a treva e a luz, entre o tudo e o nada, na eterna luta pelo equilíbrio.
Sei que os tempos estão difíceis, a luta diária para se garantir um lugar ao sol é ferrenha e hercúlea.
E no Panorama da vida tento encontrar a Passarela para caminhar rumo a teu sorriso.
Conseguirei?
Numa autocrítica ácida, concluí que preciso resgatar coisas boas do passado.
Uma delas é você! Se é que me permites a ousadia.
Na esperança de atingir você,fiz coisas incríveis, joguei com sentimentos, menti! O inferno se abriu sob meus pés, a implorei aos céus procurando Paz.
Hoje te retrato, mas não sinto no olfato teu perfume de névoa, e me perco sem tato, contigo a meu lado, pensamento fugaz, distante e inalcançavel.

JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES
Enviado por JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES em 01/07/2006
Código do texto: T185510
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES
Eldorado do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil, 54 anos
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