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          Meu Rei... Deposto... 

          Conseguistes finalmente vencer a última batalha e com isto, vencestes a guerra entre a razão e o coração... o real e o imaginário... a magia e o desencanto!!
Sou combatente vencida!! No campo de batalha resta a imagem devastadora – fragmentos de um amor que se estilhaçou - sob efeito de tuas palavras vazias de qualquer sentimento. 
          Se não me dás, nem mesmo o direito de amar-te, o que me resta então?... Impõe-me tua vontade: que eu arranque esta página da minha vida e te esqueça. Não posso renegar meus sentimentos... sou insensata por amar o que nunca tive. Só agora me dei conta que morri em você ou quem sabe, nunca estive em você! 
          Estou magoada de amor, mas não tenho ódio em mim. Nem poderia odiá-lo porque me presenteastes com momentos mágicos de felicidade enquanto vivemos esta ilusão delirante. Fizeste-me feliz, amei-te com impetuosidade, sonhei sozinha e hoje compreendi que não foram plausíveis meus sonhos, pois teu amor efêmero esvaiu-se qual fumaça no ar. 
          Tuas cartas, eu rasgarei em mil pedaços e guardarei em uma urna. Lá ficarão até chegar o remoto dia em que te esquecerei. Então, delas farei cinzas a serem jogadas ao vento. Neste dia estarei esvaziada de ti, pois nada terá restado deste amor. 
          Livro-te da possessão de um “amor doentio”. Não te culpes por nada... siga teu caminho e seja feliz! O meu amor não é egoísta e quer o melhor pra você, mesmo sabendo que o teu melhor, não sou eu... 

          Recolho-me agora, afasto-me de ti... deixe-me prantear minha dor...

                                        Se foi ilusão ou fantasia, 
                                                       não sei 
                                           Sei apenas que hoje 
                                                       te amo. 
                                        E espero um dia dizer-te: 
                                                       Te amei!

Tua... nada

P.S.:   OMA ET ... pra sempre como sempre!!

Enviado por Sô em 31/08/2006
Código do texto: T229916

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Sobre a autora
Arapongas - Paraná - Brasil
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