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Saudade

Nos dias em que os dias, as tardes, os dias e as noites, gloriosos pelos contentamentos, que contentes se tornaram, que intensos se fizeram, que assim, ternos sempre geram.
Traz de volta o quando gostar, o quanto se anunciar, o quanto pudera desejar e sempre às palavras encontrar.
Era assim, a esperar, ouvir e sempre escutar, mas aos olhos podia crer e imaginar. Simpatia, emoção, carinho no coração, sentimento nas dores do coração.
Quantas vezes me criara ao amanhecer, apenas sentindo o tem você, sonhando com liberdade, me apoiando em sua amizade, sem querer me sinto fascinar, orando sozinho, com uma imagem para se apaixonar.
Quando as rosas nasceram, com o perfume exposto ar, tanto tempo pra colher, sem jeito para se aproximar, com medo de se machucar, e entre os espinhos mais uma vez me vi falhar.
As rosas se foram, sequer sinto o perfume, que dirá no ar o seu ar, tão profundo meu estar, sempre longe do meu sonhar, nunca mais estarás perto das mãos, que dirá do coração.
Não me vejo mais ao jardim, aceitando das flores o fim, deixo o pranto cobrir o que fina esperança, sentindo que ainda se faz lembrança. Embora o que resta não sei, fica as palavras que o vento vai levar, antes da noite novamente me calar.
Vanderlei
Enviado por Vanderlei em 23/07/2005
Código do texto: T37129
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Sobre o autor
Vanderlei
Espírito Santo do Pinhal - São Paulo - Brasil, 46 anos
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