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as pequenas coisas

Conheço vidas que dariam filmes, da minha faria o Sonho da Múmia. Escrevê-la-ia e daria um livro ilustrado com versos sobre coisa nenhuma, entremeado destes contos que não contam coisa alguma. Fazem no entanto parte duma correspondência com um amor tão desesperado que espero por ele todos os dias, a qualquer hora.
Desisti de arranjar um nome para ti, escrevo este conto depois de ter escrito a carta de ontem que publicarei amanhã Sábado. Há dias da semana que deixam marcas e fazem parte dum calendário inútil, porque secreto e inutilizado. Os Sábados serão sempre os dias em que voava para estar contigo, o principio de todos os fins-de-semana dum período feliz e nunca distante. É já amanhã!...
Ontem fiquei em VER_TER CONTIGO, sobrou lírica que não vou deixar sobejar.

NUS OU NÃO
como dizer?
vou-te comer
sem dizer nada...

amar você
como se (es)tivéssemos
nascido nus

um para o outro
eu e tu
juntando-nos (nus ou não)

SER RACIONAL
«Cuidado, ser racional»
Sem racionar palavras
escreveu na porta tudo!
Passei ao largo, longe
não fosse o animal sair!
Podia trazer a razão
sem a trazer com trela
e vir solta e sem mão
morder quem estivesse
ali, ou aqui?, à mão...
À mão de semear no
vento que passa nu e
imagina podias ser tu!!

«QUANDO É QUE UM HOMEM PERDE 90% DE SUA INTELIGÊNCIA ?
Quando fica viúvo !»
Ando com leituras em atraso, mas não passo sem dizer uma coisa... de homem? Gostei do texto anexo, embora ele termine com uma citação. Não achei a citação estúpida, achei no entanto estúpida a sua citação ("HOMEM SÓ TEM DE GENTE OS OLHOS DE CACHORRO..."). Não achei que se enquadra-se, vou agora a um outro ponto.
O homem sempre tem mais 90% na mulher e a mulher, também vai procurar esses 90%? As feministas às vezes parecem andar nessa pista, ideia para esquecer, às vezes essa coisa... me despista (como pode a mulher valorizar-se desvalorizando o homem?, isto é mútuo).
Agora que já fui ruim, homem é “duro de roer”, deixa man_dar...

POE(TI)S_I_A...
chegou mas não chega
a imaginação é rota
onde verto ler-te!

Poesia poetisa, em três versos e um título rebuscado que fale de ti e dela, cheio de energia que não deixes ficar i_nerte.

São pequenas coisas as que mudam a nossa vida; as grandes coisas mudam a vida de muita gente, muito ou pouco mudam-nos, mas não as sentimos como pessoais.
Felizmente voltaram o número de leituras, começava a achar que não pertencia aqui.

«Vigiem o que quiserem, vigiem quem quiserem, não me digam que estão a vigiar, não gosto de vigias... Lembra-me as pequenas janelas estanques dos navios e pessoas com horizontes que não vão além!», da “Correspondência Pessoal” de Willy Brandt durante a II Guerra Mundial [Experiência mediúnica]

R
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 26/08/2005
Código do texto: T45332
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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