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[do Mural:]

Olá,
Uma breve saudação! Deixar a nota dum regresso depois de breves dias, sentidos um a um, muitos... em tempo psicológico. Agradecer os comentários, as leituras, a vida que acontece nestas escrivaninhas que são muito mais que um lugar onde registamos coisas por nós escritas. Um xi-coração deste Francisco que raramente foi Xico, tirando uma Tia-Avó que quase sempre acrescentava... "Xico larico da perna alçada, comeu um cabrito na semana passada"... Cá deixo uma memória, uma saudade, e fica feita uma saudação a todos: recebam estas palavras com a minha amizade.

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NARRATIVA SIMPLES - FASCÍCULO - 0

As minhas credenciais, falam por si... São palavras escritas, vou descrever o que escrevi: escrevi um romance, "Narrativa Simples", vou contar a ideia.
Depois desta pausa, prolongada, interrogo-me: como vou descrever o romance que escrevi?
Descrever é uma palavra que me atrai sobremaneira, o seu sentido de trajectória é óptimo para uma história. Apetecia-me ficar a divagar, depois deixar cair uma frase e concluir: o livro é... isso!
Mais uma pausa, esperar que a ideia pouse, interrogo-me: o que dirá "a ideia" em que dou a ideia que tive?
O romance é uma heterobiografia, é o que diz. Quanto ao que seja a sua descrição, o melhor mesmo é lê-lo. Poderia no entanto desenvolver, dizendo isto:
As mulheres engravidam e dão vidas, novas vidas humanas, humanas criações... divinas! Como será com os criadores?
A ideia do meu livro nasceu daqui, um criador emprenha duma ideia, sensação, sentimento, emoção, o que se queira e cria... humanas criações... (a)divin(h)o. É um processo natural, sem nada de natural... artifício puro.
A ideia foi esta... que direi a um filho que fiz, enquanto a mãe dele esteve a fazer a sua gestação? O que dizemos depois de nascer, é para aí que remete a obra. Leva uma vida..., quando morremos, fica sempre in_completa. Isto só é verdade no caso de ser relevante, sendo irrelevante, pode nem se revelar.
O meu pai é o meu pai, a minha mãe é a minha mãe, eu sou eu, tenho um número no B.I. e ando por aí...
Um heterónimo é um conceito, uma criação de base! Agradou-me a ideia. Quanto ao romance, não estranharia vir a fazer um romance sobre este romance, seria completamente diferente.
Imaginando fosse uma descrição, nenhuma descrição é uma transcrição. Transcrever é uma tentação para toda a descrição, ao mesmo tempo é um desafio... Espero ter afiado o apetite aos leitores, o leitor/a é evocado durante a narração, está respeitado esse espírito.

Este é o texto de hoje, é mais uma carta... As últimas foram do R, se não estou em erro..., esta é minha. Vou retomar o fio do discurso. Além do normal texto do dia, continuarei com a "oficina" dedicada, na Usina das Palavras, ao Assim. Indo além desse além..., "Narrativa Simples" é dedicada a muito poucos: ao leitor/a que tenha tempo e paciência para procurar um romance e des_cobri-lo, como eu o fiz.
O romance está dividido em três partes, será publicado seguindo as partes das suas partes: [uma nota inicial, apresentada dentro dum parênteses recto], I, I-I a I-IX, II, II-1 a II-17, III, III-A... até ao fim... com um Prefácio final e um Posfácio... no Fim.

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"figo" - do Assim - Poesias
http://www.usinadaspalavras.com/index.html?p=ler_texto&txt_id=7008&cat=15


Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 29/09/2005
Reeditado em 30/09/2005
Código do texto: T54838
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
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